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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

"PRIVATARIA TUCANA; VEJA PARTE O QUE ROLA NA ARGENTINA"


Privataria Tucana na ficar 

Imprensa Argentina.



Reproduzido do Blog do Rodrigo Viana
, A fim de midi brasileira, ou Livro A Tucana Privataria Mais nao merece meia Linha Duzi blogosfera e as redes mais ou Sociais quebraram o silêncio. Ganhan Livro Agora ou projeção internacional e é nd Hoje camada (22) pagam página 12 , dá Argentina.
Ou o texto e fazer Jornalista brasileiro Marco Aurélio Weissheimer.
A reportagem, em espanhol, reproduzimos aqui. Boa Leitura!
Privatização e à pirataria
Por Marco Weissheimer Aurelio, fazer página 12

O livro A Tucanoan privataria (1), o jornalista Amaury Ribeiro Jr., trouxe de volta ao debate político brasileiro do processo de privatização liderado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Produto de 12 anos de trabalho, o livro denuncia a existência de um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro que foram reunidos em torno de importantes líderes do PSDB (Social Democracia Brasileira de), incluindo o ex-ministro do Planeamento e da Saúde , ex-governador de São Paulo e ex-candidato a presidente José Serra, que no governo de Fernando Henrique Cardoso comandou, como o ministro do Planejamento, o processo de privatização, especialmente no sector das telecomunicações.
O livro se tornou um fenômeno nas redes sociais e um espinho na imprensa brasileira. Apesar de ter esgotado a primeira edição de 15.000 exemplares em cerca de quatro dias, os principais veículos de comunicação no país adotou um silêncio ensurdecedor sobre o assunto. Somente nos últimos dias, uma semana depois de o texto se tornou um dos temas mais debatidos na internet, a mídia chamada tradicional começou a falar sobre o livro em um tanto incomum, ou seja, priorizando a liberação dos acusados .
Até sexta-feira passada, segundo informações da editora, cerca de 50 mil haviam sido vendidos em sete dias, e outros 30.000 estão chegando às livrarias nos próximos dias.
Postado por Geração Editorial, o livro de 343 páginas descreve o que ele chama de "pirataria reais praticadas por dinheiro público para benefício das fortunas privadas, através da chamada empresas off-shore frente no Caribe, uma região historicamente dominada pelo tradicional e pirataria ". A publicação tem um dispositivo adicional explosivo, relacionadas a disputas internas no PSDB. O autor diz que o ponto de partida da investigação ocorreu quando ele trabalhava no jornal Estado de Minas e foi contratado para fazer uma reportagem investigativa sobre uma rede de espionagem que tivesse sido estimulada por José Serra para produzir um dossiê contra o ex-governador Aécio Neves de Minas Gerais, que iria manter algum romance no Rio de Janeiro discretos. Este dossiê teria como objetivo desacreditar Aécio Neves disputa interna na Serra, a indicação de candidato do PSDB das eleições presidenciais de 2010.
Este esquema inicial, diz Ribeiro Jr., eventualmente, levar a uma muito mais ampla, envolvendo Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-tesoureiro das campanhas de Serra e FHC, Serra se e três de seus parentes: Veronica Serra, sua filha; Alexandre Bourgeois-lei e primo Gregorio Marin Preciado. O resultado desta pesquisa é uma história sobre o caminho que teria sido abrangido pelo dinheiro ilícito, o off-shores e empresas de fachada no Brasil, e "colocação" resultante desse dinheiro teria ido para a riqueza pessoal dos envolvidos.
A pesquisa abrange também o jornalista terminou PT (Partido dos Trabalhadores). No último capítulo, Amaury Ribeiro Jr. narra um episódio de espionagem doméstica na campanha presidencial de 2010, que teria sido montado pelo atual presidente do partido, Rui Falcão, pare para baixo a Fernando Pimentel ligados grupo, o atual ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Além disso, indica que o PT no primeiro ano do Lula (Luis Inácio da Silva), teria recuado nas investigações da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Banesto (Banco del Estado de São Paulo), que investigar a existência de esquemas de lavagem de dinheiro envolvendo figuras importantes na vida política brasileira.
Mas o tema central do livro é na verdade o processo de privatização, que foi objecto de várias denúncias nos últimos anos, mas nunca tinha documentação suficiente apresentado pelo Amaury Ribeiro Jr. Uma grande parte destes documentos é incorridas pelo Banestado CPI , que forneceu informações sobre a existência de um processo de lavagem de dinheiro que teria sido obtido ilegalmente das privatizações. Esse é o ponto de partida do texto, que se estende até as eleições presidenciais do ano passado.
O comportamento calmo é diferente daquela adotada pela mídia brasileira nos últimos meses, que foram dedicados à publicação de queixas sucessivas contra ministros do governo do presidente Dilma Rousseff. Para a maior parte, com base em declarações feitas por terceiros, essas queixas não seguiu a regra que diz que a grande mídia usam agora a tomar uma posição cautelosa sobre o livro: "Precisamos apurar a veracidade das alegações antes de publicar alguma coisa."
No entanto, a pressão esmagadora da questão através de redes sociais, blogs, portais de esquerda e da revista Carta Capital publicou a sua reportagem de capa sobre o livro acabou por produzir rachaduras nos meios de travamento.Na quinta-feira 15, o jornal Folha de São Paulo, ligada a Serra, publicou uma nota sobre o assunto, destacando as declarações dos arguidos que buscam desacreditar o jornalista e suas queixas. No mesmo dia, coincidentemente, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do PSDB informou um comunicado oficial chamando as alegações como "caluniosa".
Enquanto isso, na Câmara dos Deputados, o deputado anunciou que Protógenes Queiroz quinta-feira ter obtido os 173 assinaturas necessárias para criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito da Privataria Tucana, projetado para investigar fraudes no processo de privatização do governo Fernando Henrique Cardoso. O pedido deve ser apresentado na próxima semana.
(1) Privataria Tucana: privataria é um neologismo que combina as palavras de privatização + pirataria preocupações e tucanos pássaro tucano, símbolo do PSDB.




FONTE: Blog, Rodrigo viana!



Um livro dessa natureza é preciso que o leiamos para entendermos melhor os reais acontecimentos. Contudo, é preciso ver que não estamos aqui para atacar quem quer que seja, mas, diante de tantos escândalos já falados sobre o mensalão do PT comandado por Delubio Soares, Jose Dirceu, e outros no governo Lula, como também agora estamos presenciando tantos e tantos ministros de Dilma em apenas um ano de governo são já mais de sei deles envolvidos em escândalos diversos. Não seria novidade nenhuma estarmos e nos informarmos melhor sobre as falcatruas e roubalheiras da política brasileira, desde os primórdios da ditadura, ou desde que existe Brasil!

Escrito por;




***FRANCIS DE MELLO***

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