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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

"FESTEJAR O ANO NOVO É PRÁTICA CRISTÃ"?

TIRE SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES SOBRE O ASSUNTO


As comemorações de ano-novo datam de 3000 AC, na Babilônia. 
Celebrada em meados de Março, essa festividade era decisiva. 
“Nessa ocasião, o deus Marduque resolvia qual seria o destino do 
país no ano seguinte”, diz a The World Book Encyclopedia. (Net) 
A festa de ano-novo dos babilônios durava 11 dias e incluía sacrifícios,
 procissões e ritos de fertilidade. O ano-novo dos romanos também 
começava em Março, mas, em 46 AC, o imperador Júlio César estabeleceu 
seu início em 1º de Janeiro. Esse dia era dedicado a Jano, deus pagão 
que tinha duas faces: uma voltada para frente e outra para trás, o “deus 
das origens”. A Cyclopedia de McClintock e Strong relata que: 
“em 1º de janeiro, as pessoas entregavam-se a FALTA DE MODERAÇÃO 
e a várias formas de superstições pagãs.” (Net) Ritos supersticiosos sempre
tiveram lugar nas comemorações de ano-novo ATÉ HOJE. Tais rituais, cujo 
objetivo é SUTILMENTE espantar a má sorte e garantir a prosperidade, apenas 
PERPETUAM a antiga crença de que a virada do ano é uma ocasião para decidir 
destinos. Porém, nós não podemos adivinhar nossa sorte! O rei Salomão nos adverte: “
Pois o homem tampouco sabe o seu tempo, os próprios filhos dos homens estão 
sendo enlaçados num tempo calamitoso, quando cai sobre eles repentinamente”. 
(Ecle. 9:12) Assim, as celebrações de Ano-Novo baseiam-se em TRADIÇÕES PAGÃS 
antibíblicas! A Bíblia nos aconselha: “Andemos decentemente, como em pleno dia, 
não em festanças e em bebedeiras, nem em RELAÇÕES ILÍCITAS e em conduta 
desenfreada...” (Rom. 13:13) Feriados que enaltecem pessoas ou crendices pagãs 
humanas NÃO SÃO ACEITÁVEIS para Jeová. (Leia Jer. 17:5-7; Atos 10:25, 26) O que 
determina se as celebrações religiosas agradam a Deus, ou não, É A SUA ORÍGEM!
 (Veja Isaías 52:11) Assim, para os que se dizem cristãos, eis o alerta: 
“E ouvi outra voz saída do céu dizer: “Saí dela, povo meu, se não quiserdes 
compartilhar com ela nos seus pecados e se não quiserdes receber
parte das suas pragas”. (Rev .18:4)  


Veja outras possíveis realidades!


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É comum textos e artigos cristãos falando da origem pagã que cerca o natal e seus apetrexos: árvore de natal, papai noel e presentes. Mas você sabe qual a origem do ano novo? 

Diferentes culturas sempre comemoram a passagem do ano como um ritual festivo de representação do início de um novo ciclo de vida, novos acontecimentos, transformações e simbologia de renascimento. As primeiras comemorações tiveram início há cerca de 2 mil anos antes da era cristã, quando os antigos babilônios festejavam o recomeço do ciclo anual, época que coincidia, não casualmente, com o início da primavera no hemisfério norte e a plantação de novas safras.O ritual de comemoração do Ano Novo teve uma origem diretamente ligada à natureza, aos ciclos celestes e lunares e à agricultura – daí a idéia de recomeço, preservada até os dias atuais. A comemoração do povo da Babilônia durava vários dias e equivaleria, hoje, ao dia 23 de março. Foram os romanos que, em 1582, determinaram a mudança da data para o dia 1° de janeiro, período no qual as nações cristãs adotaram ao calendário criado pelo Papa Gregório VIII.
Com o passar do tempo, o calendário gregoriano tornou-se quase universal e foi introduzido em países como a França, Itália, Espanha e Portugal. As inevitáveis promessas feitas em toda passagem de ano – tão comuns quanto não cumpridas – também fazem parte de uma antiga tradição babilônica: ao invés de prometerem levar uma dieta a sério, arrumar namorado ou parar de fumar, eles juravam devolver os equipamentos de agricultura emprestados de amigos.
Os gregos utilizavam um bebê como tradição simbólica do Ano Novo, desfilando com ele em homenagem a Dionísius, o deus do vinho. O ritual representava o espírito da fertilidade pelo renascimento anual desse deus. Foi só em 1885, na França, que se criou a palavra hoje popularizada “Reveillon”. Foi lá também que utilizou-se pela primeira vez a expressão “fim de século”.


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***FRANCIS DE MELLO***

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