Follow by Email

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

"JUSTIÇA TARDIA NÃO É JUSTIÇA, É INJUSTIÇA MANIFESTA"

O médico José Guilherme Vartanian apareceu hoje na mídia nacional - como na entrevista à Globo News - para falar do tratamento do câncer do ex-presidente Lula. Ele não aparecia tanto em veículos de comunicação desde que, em dezembro de 1992, matou a socos e pontapés o maringaense Marcos Takashi Kawamoto, na frente do bar Ópera. Marcos, que trabalhava no Japão, estava em Maringá para passar o Natal com a família; Vartanian, que estudava Medicina na UEL, em Londrina, perseguiu a vítima antes de espancá-la até a morte. O caso andou lentamente; em primeira e segunda instância, decidiu-se que ele iria a júri popular; quando o caso chegou em Brasília, ficou cinco anos parado, até obter o voto do ministro Hamilton Carvalhido, que apontou a prescrição. A lei estabelece que o prazo para a prescrição é reduzido à metade quando o réu tem menos de 21 anos. A família de Marcos, que havia feito passeata em Maringá e protestado defronte o TJ-PR, até hoje não compreende a falta de justiça do caso.

À época, o advogado Israel Batista de Moura, assistente de acusação, apresentou pedido de providências contra a demora no STJ, que começava com uma frase de Rui Barbosa: "Justiça tardia não é Justiça, é injustiça manifesta". Em 2008, 16 anos depois da morte, o caso foi declarado prescrito, sem punição a Vartanian, hoje sob os holofotes da imprensa.
ESSE PAÍS É, VERDADEIRAMENTE, O PARAÍSO DA IMPUNIDADE
É interessante como, realmente, a matéria atrai a matéria, na razão direta das massas e na razão inversa do quadrado das distâncias. O que tem isso a ver? Tudo! 
BANDIDO ANDA COM BANDIDO!



Recebido por mensagem particular por Vicente o diferente.




Quero eu dizer que no caso acima mencionado, realmente é algo de uma repugnância sem tamanho. Contudo, não há como querermos que seja revertido a história, uma vez que o referido médico foi inocentado por prescrição do processo do crime. Certo é que o advogado de acusação foi muito mais moroso que a própria justiça, deixando o caso por conta dos funcionários e juízes da comarca, e como o advogado de defesa viu a falha, conseguiu retardar o processo até ao poto de prescrever.
Por esse motivo, não podemos tirar ou querer que a justiça venha tira o CRM do referido médico, pois um caso não tem nada a ver com o outro, se ele não foi julgado, e está absolvido, o c temos por inocente, mesmo que aos nossos olhos seja o contrário


Escrito por; 






***FRANCIS DE MELLO***

Nenhum comentário:

Postar um comentário