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sábado, 17 de dezembro de 2011

"PIMENTEL NÃO TEM BLINDAGEM COMO TODOS COMENTAM, DIZEM MINISTROS DAS COMUNICAÇÕES E DA CASA CIVIL"


Paulo Bernado e Gleisi negam blindagem de Pimentel pelo governo



O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, negaram durante encontro do PT em Curitiba (PR) neste sábado, que o governo federal defende o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, mais do que os outros seis ministros que já caíram neste primeiro ano de governo federal. "Não vejo isso, todos tiveram a oportunidade de fazer suas explicações e se defenderem", disse Gleisi, para quem a questão envolvendo os "mal feitos" dos ministros já faz parte do passado.
"A questão foi resolvida ao longo do ano, com todos tradados de forma igual pela presidente. O ministro fala, ela respeita. Mas isso faz parte do passado, vamos tocar o governo para frente", declarou a chefe da Casa Civil.
Já seu marido, Paulo Bernardo, acredita que as denúncias contra integrantes do governo seguirão em 2012. "Não acredito que vai parar, isso faz parte. Vivemos uma situação em que determinados segmentos podem dizer o que está certo e o que está errado", disse, para depois ironizar. "Com certeza deve ter prejudicado o governo porque a presidente Dilma está só com 72% de aprovação. A população não está vendo da mesma forma que esses segmentos".
Paulo Bernardo também declarou que Dilma tem adotado com Pimentel o mesmo procedimento que teve com os demais ministros. "Ela sempre tem dito que todos são considerados inocentes, aliás, a Constituição também diz isso, e que cabe a cada um deles se defender", disse, para depois também fazer uma defesa de Pimentel. "A questão que está sendo discutida é que o Pimentel, quando trabalhou e fez suas consultorias não era prefeito, não era deputado, não era ministro, não era nada. Era um economista, um pesquisador com grande tradição e podia fazer o trabalho que ele fez. Ele fez consultoria em 2009, em 2010, o que isso tem em relação com o governo que começou em 2011?".
Bernardo disse acreditar que as supostas palestras fantasmas pelas quais Pimentel teria recebido "serão esclarecidas em breve". "Para mim, o que chama a tenção é que setores da mídia e da oposição acham que podem, simplesmente, incendiar a roupa do ministro em público, enche-lo de flechadas e que nós temos que fazer o que eles querem. O debate não pode ser feito desse jeito. Primeiro, as pessoas são inocentes até que provem o contrário. Ele trabalhou, fez o serviço e, se tiver alguma prova de irregularidade, muda de figura, até hoje, não há", completou.
Gleisi também comentou o fato de, mesmo com tantos problemas de corrupção, o governo Dilma ter tido avaliação superior às de Lula e Fernando Henrique Cardoso no primeiro ano de governo. "A população, quando faz uma avaliação, dá uma nota para um governo, ela leva em conta o que esse governo fez para mudar a vida delas, no cotidiano. E o governo da presidente Dilma tem cuidado muito para que o cotidiano da população brasileira seja o melhor possível. Mesmo com toda a crise econômica, não tivemos problema de emprego no Brasil, conseguimos segurar a inflação, o País vai crescer, menos do que esperávamos, mas bem mais que a média mundial", afirmou.
Muito embora o ministro das comunicações Paulo Bernardo e a ministra da casa civil, Gleisi Hoffmann, tenham e continua a negar que o ministro Pimentel não tenha a blindagem que todos comentam, mas, a realidade é outra. Pimentel é um homem de grande confiança, companheiro, amigo e confidente de Dilma em épocas de esilo, ditadura e outros, por esse motivo, é notório que a presidenta tenha o defendido até agora, e tem confiança de que ele saia dessa enrascada com todos argumentos que possa conseguir impor toda credibilidade, e as demais que venha por parte de seus companheiros que o estão tendo defendê-lo! Assim sendo, ele além de não cairo, poderá sair dessa crise fortalecido. O que duvido muito, pois todos os indícios até aqui, que Pimentel não só tem culpa no cartório, como tem suas condições já gravados e sacramentados por ele mesmo, o que há qualquer momento seus argumentos virarão confissão de culpa! Ou seja, pedido de demissão!



Escrito por;




***FRANCIS DE MELLO***

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