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domingo, 25 de dezembro de 2011

PREFEITO DE SÃO PAULO GILBERTO CASSAB QUER ALIANÇA COM PT"


Distante do PSDB, Kassab prioriza alianças com PT


Distante do PSDB, Kassab prioriza alianças com PT para eleições 2012

Após promover a aproximação com o governo federal na esteira da criação do seu partido, o PSD, o prefeito paulistano, Gilberto Kassab, passou a dar prioridade na eleição de 2012 às alianças com petistas, principalmente na região metropolitana de São Paulo.
Com o aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Kassab articula com o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT), a criação de dobradinhas PT-PSD no ABC paulista.
Nos dois partidos, a parceria é vista como um ensaio para as eleições de 2014, quando o PSD e o PT podem se aliar na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, caso não haja um entendimento entre Kassab e o PSDB em 2012.
O PSD apoiará o candidato petista em Santo André, o deputado estadual Carlos Grana, após pedido de Marinho. Na cidade, os tucanos estarão em outro polo: caminham para reeditar aliança que elegeu o prefeito, Aidan Ravin (PTB), apesar de pressão pela candidatura própria com o vereador Paulinho Serra. O acordo em Santo André avançou depois que Marinho pediu a Kassab que convencesse o presidente da Câmara Municipal paulistana, Police Neto (PSD), a apoiar Grana. O parlamentar, que saiu do PSDB neste ano, havia atuado pelo candidato do PTB na eleição anterior.
Kassab e Marinho se aproximaram quando o petista participou do governo Lula - entre 2005 e 2008, foi ministro do Trabalho e da Previdência. Em 2008, elegeu-se prefeito, e Kassab, no DEM, atuou para que os dois vereadores da sigla migrassem para a base de Marinho. Garantiu a maioria para o PT na Câmara local.
Marinho e Kassab também trabalham para manter a dobradinha PT-PSD em Carapicuíba, na Grande São Paulo. O plano é reeleger o prefeito petista, Sérgio Ribeiro, tendo como vice o PSD, de Salim Reis, também ex-DEM. A boa relação de Kassab com outro prefeito petista, Emídio de Souza, de Osasco, também rende parceria eleitoral. Numa ação conjunta, o PSD pode lançar candidato próprio ou apoiar o PT, a depender do cenário. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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***FRANCIS DE MELLO***

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