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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

"PM LOCALIZA CORPOS CARBONIZADOS EM ARAÇATUBA INTERIOR DE SP"


SP: PM localiza carro com corpos carbonizados em Araçatuba
02 de janeiro de 2012  11h45




A Polícia Militar de Araçatuba, no interior de São Paulo, encontrou na noite deste domingo um carro com dois corpos carbonizados. Segundo a PM, os corpos podem ser da vigilante Juliana Aparecida da Silva, 20 anos, e do ex-marido, o taxista Renival Pereira de Castro, de 38. Juliana estava desaparecida havia 60 horas, após ter sido sequestrada pelo ex-marido, quando chegava em casa na manhã de sexta-feira, 30 de dezembro de 2011.
O táxi de Castro foi encontrado incendiado num canavial próximo ao aeroporto da cidade. Dentro dele, nos bancos da frente, havia dois corpos carbonizados. Os PMs também encontraram um revólver calibre 38 e um projétil usado do lado de fora do veículo.
"A gente supõe que os corpos sejam dos dois (Juliana e Renioval); é possível que ele tenha matado a mulher a tiros e, depois de incendiar o carro, tenha se matado com um tiro", disse o PM Ricardo Luiz de Oliveira, um dos que atenderam a ocorrência. Segundo ele, o carro foi localizado após denúncia anônima feita pelo telefone 190.
Os corpos foram enviados ao Instituto Médico Legal (IML) para realização de exames de necroscópicos que vão confirmar a identidade e a forma como foram mortos.
O caso estava sendo investigado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) que apurava crime de sequestro e cárcere privado. Segundo o delegado da DIG, Marcelo Cury, o taxista disse a pessoas próximas que mataria a ex-mulher. "Ele tinha prometido seqüestrá-la, matá-la e depois se matar", contou Cury. Mas, segundo ele, apenas exames de DNA é que vão indicar se os corpos são mesmos de Juliana e Castro. "Pode ser que ele tenha colocado outro corpo para simular seu suicídio, ninguém sabe nada por enquanto", disse o delegado.
Castro teria decidido sequestrar Juliana depois de a ex-mulher iniciar um namoro com um colega de trabalho. De acordo com a polícia, há 15 dias o taxista já tinha ido à faculdade onde a Juliana cursava o segundo ano de psicologia para ameaçá-la. Na sexta-feira, por volta das 7 horas, quando Juliana chegava do trabalho, de vigilante num condomínio de alto padrão, Castro a sequestrou.
Como Juliana se recusava a entrar no táxi, ele teria feito disparos para o chão, antes de sair com a moça. Um vizinho, que viu a cena na frente da casa de Juliana, denunciou o caso à polícia. O casal tinha três filhos.


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***FRANCIS DE MELLO***

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