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domingo, 29 de janeiro de 2012

"OS DESABRIGADO DOS PRÉDIOS DESMORONADOS, RECLAMAM DA FALTA DE ATENÇÃO DOS RESPONSÁVEIS POR A RETIRADA DOS ESCOMBROS"



Rio: após desvios, vítimas criticam indefinição sobre escombros




O temor de perder objetos valiosos, por causa da falta de cuidado dos órgão oficiais com o entulho dos prédios que desabaram no centro do Rio de Janeiro, fez o dentista Antônio Molinário ir pessoalmente ao depósito onde os destroços são depositados. No final da manhã de sábado, ele esteve no terreno na rodovia Washington Luiz, na Baixada Fluminense, mas não conseguiu ver se havia algo seu. "São 35 anos de vida de consultório que estão aqui", afirmou. Além dele, outras vítimas da tragédia criticaram a indefinição dos órgãos oficiais sobre o acesso aos escombros. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
Na sexta-feira, o jornal registrou operários desviando bens pessoais do meio do lixo colocado em um depósito provisório na zona portuária. Ontem, a região estava sem entulho. "Desvio de bens em desabamento é lamentável", disse o coronel Sérgio Simões, comandante do Corpo de Bombeiros e secretário estadual de Defesa Civil. A queixa das pessoas que ocupavam os prédios é que ainda não há posição sobre a data de acesso aos escombros. "São apenas informações oficiosas", diz o advogado Alexandre Flores Blatter. "Os arquivos de aço, por exemplo, certamente estão inteiros, mesmo que avariados", completou. Cães farejadores e máquinas escavadeiras ajudam a revirar os destroços de 30 mil toneladas de material foram levadas até o local. Na tarde de sexta, o corpo de uma mulher, misturado a terra e concreto, foi encontrado no depósito.



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***FRANCIS DE MELLO***

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