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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

"GOVERNO BRASILEIRO SÓ SABE INVENTAR IMPOSTOS, E NADA DE SABER EM EQUILIBRAR SEUS GASTOS"


CNI/Ibope: 96% da população rejeita imposto para saúde 
12 de janeiro de 2012  atualizado às 13h27




A população brasileira rejeita quase que por unanimidade o aumento de impostos ou a criação de um novo tributo como forma de se ampliar os recursos a serem destinados para a saúde pública. Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Instituto Ibope divulgada nesta quinta-feira aponta que 96% dos brasileiros rechaçam a elevação da carga tributária para se conseguir mais financiamento para o setor.
Para 82% do eleitorado, os recursos adicionais para a saúde poderiam ser conseguidos se o governo acabasse com a corrupção. Outra medida considerada importante para a melhoria dos serviços de saúde é a redução de desperdícios, citada por 53% dos entrevistados.
"A impressão que têm as pessoas é que, se acabar corrupção e se reduzir o desperdício, a quantidade de impostos é suficiente para o Estado prover saúde, segurança e educação. A questão é como realocar os recursos', comentou o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca.
De um modo geral, a população considera não ser necessário transferir recursos de outras áreas para se aumentar o volume de investimentos em saúde. Dos entrevistados, apenas 18% apontam a realocação de recursos como alternativa.

CNI/Ibope: 61% desaprovam serviço público de saúde
12 de janeiro de 2012  atualizado às 11h55


Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Instituto Ibope divulgada nesta quinta-feira aponta que 61% dos brasileiros desaprovam o serviço público de saúde, classificando-o como "ruim" ou "péssimo". Conforme o levantamento, 85% do eleitorado não percebeu qualquer avanço no sistema público de saúde nos últimos três anos.
Quando medido o acesso aos serviços de saúde, a pesquisa revela que 68% dos brasileiros têm a rede pública como único ou principal fornecedor de serviços médicos e hospitalares. Nas cidades, 54% da população avalia como desabonador o serviço de saúde municipal.
Os hospitais públicos receberam nota média de 5,7 em uma escala de zero a dez. No caso dos hospitais privados, o patamar chega a 8,1 pontos. Os profissionais dos hospitais públicos tiveram média geral de 6,3, enquanto os que trabalham em hospitais particulares atingiram nota de 8,2.
Entre os principais problemas do serviço público em postos e hospitais, 55% dos brasileiros apontam a demora no atendimento. A falta de equipamentos é citada por 10% dos entrevistados. O aumento do número de médicos, por sua vez, é lembrado por 57% dos entrevistados como uma das principais medidas para melhorar o serviço na rede pública de saúde. Equipar melhor os hospitais e postos de saúde é a segunda ação mais citada pela população como forma de aumentar a qualidade na saúde, com 54% de menções.
A necessidade de o Brasil aumentar os investimentos na área da saúde é quase consenso na população, com 95% do eleitorado reconhecendo a importância e necessidade de se destinar mais recursos para a área. Ainda assim, apenas 4% consideram que o governo deve aumentar impostos para suprir as carências do setor.
A despeito da necessidade de mais investimentos, as medidas preventivas são consideradas mais importantes que a construção de hospitais. Dos entrevistados, 71% deles concordam que vacinação e orientação da população, por exemplo, devem ser prioritários quando comparados com a edificação de casas de saúde.
Entre os programas governamentais, as campanhas de vacinação e de combate à dengue são os mais lembrados e bem avaliados pela população, com notas 8,8 e 7,9, respectivamente. A pesquisa CNI/Ibope tem margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento foi realizado com 2002 pessoas em 141 municípios no período de 16 a 20 de setembro de 2011.

Governo discute com oposição votação de recursos à saúde


Após acelerar o desembolso de emendas parlamentares para evitar que os congressistas pudessem travar votações importantes para o Palácio do Planalto, em especial a prorrogação da chamada Desvinculação das Receitas da União (DRU), o governo deve discutir agora com a oposição a elaboração de uma espécie de calendário para que possa também ser apreciada no Senado a proposta que amplia recursos para a saúde.
Os oposicionistas utilizam o potencial fortalecimento da saúde como moeda de troca para votarem nesta terça-feira a DRU, mecanismo que permite que 20% do orçamento da União não seja automaticamente destinado a pagamentos obrigatórios e possa ser aplicado, por exemplo, em projetos como o Brasil Sem Miséria.
"No Senado estamos condicionando a votação da DRU à prioridade para a Emenda 29", disse o líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias. A votação da regulamentação da chamada Emenda 29 foi consolidada em setembro na Câmara e abriu espaço para que Estados e municípios sejam obrigados a ampliar o valor de seus investimentos em saúde. O texto, no entanto, precisa ser apreciado também no Senado.
Considerada prioritária pela situação, a DRU, que reserva um quinto da arrecadação federal para que o governo gaste livremente, permite que recursos que poderiam ser destinados a áreas específicas possam ser utilizados, por exemplo, para o abatimento da dívida pública ou para programas sociais. O governo pretende prorrogar pela terceira vez a DRU para até 31 de dezembro de 2015.



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***FRANCIS DE MELLO***

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