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domingo, 8 de janeiro de 2012

"POLICIAIS FORMADOS AS PRESSAS SERÃO CAPACITADOS OU NÃO?"


RJ quer formar mais PMs em 12 meses que nos 5 anos anteriores
08 de janeiro de 2012  16h20




A Polícia Militar do Rio de Janeiro pretende formar 7 mil soldados no período de um ano, entre o segundo semestre de 2011 e os seis primeiros meses deste ano. O número é superior ao número alcançado entre 2006 e 2010, quando 6,4 mil policiais foram preparados pela academia da PM, ou seja, uma média de 1,3 mil por ano.
Segundo o coordenador de Comunicação Social da PM fluminense, coronel Frederico Caldas, formar um grande número de policiais em um curto espaço de tempo "não é o ideal, mas é preciso" diante da necessidade de aumento do efetivo para se expandir as unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) e garantir a segurança dos eventos esportivos programados para o Rio: alguns jogos da Copa do Mundo de Futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.
"A gente não tem opção. Não é o ideal porque é uma quantidade muito grande, que foge ao nosso padrão normal, mas é algo que era preciso fazer. Há um compromisso das autoridades de empregar 16 mil policiais nesses eventos", disse o coronel, que também trabalha há 20 anos como instrutor do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), a academia de praças da PM.
Segundo o coronel, apesar de ser um esforço maior do que o normal, a PM tem se preparado desde 2009 para aumentar a capacidade do centro de formação. Ele explica que, no ano passado, foram construídas duas instalações (chamadas de companhias) dentro da academia, para se somar às três que já existiam.
Com as duas novas instalações, que incluem salas de aula e alojamentos para alunos de outros municípios, a capacidade do centro, de acordo com o coronel Frederico, aumentou de 3,6 mil por ano para cerca de 8 mil.
A PM está adotando outras medidas para tentar manter o padrão do curso, ampliando o refeitório e o número de instrutores. A polícia começou a pagar aos instrutores (R$ 65 por hora-aula) e formou um banco de talentos para contratar profissionais de outras áreas. O curso continua durando seis meses.
O coronel disse que não acredita numa perda da qualidade do curso de formação, devido ao aumento do número de alunos. "Claro que dar aula para 30 alunos não é o mesmo que dar aula para 60, 70 alunos. Mas não digo que eles serão malformados. Eu, por exemplo, fui soldado da PM e, em 1984, estudei no Cfap. Posso afirmar que minha formação, naquela época, não era melhor do que hoje em dia", disse.
De acordo com o oficial, a expectativa é que essa situação só se mantenha até 2014, quando se encerra o cronograma de implantação das UPPs. Depois disso, o número de alunos do centro deve retornar à média histórica.
Terra.

Para ser bem sincero, não acredito que um policial que estude dentro de uma sala com mais que o normal de 30 alunos em uma sala com 60 ou 70 como menciona o Coronel, venha ser e ter o mesmo conhecimento que os que estudarem ou estudaram nas salas com os total de 30 alunos. O Rio já é a cidade dos chamado policiais corruptos e maus preparados, agora com essa história da necessidade de se formar policiais em tempo record, com certeza teremos no Rio uma turma de polícias totalmente desqualificado para agir ou trabalhar em as copas como mencionados por o Mesmo Coronel! Com isso que irá pagar por seus erros serão a população, os turistas e todos os que precisarem recorrer a esse profissional crescem formado as pressas. 



Escrito por;












***FRANCIS DE MELLO***


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