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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

"DILMA EXIGE SERIEDADE E CULTURA EM PREVENÇÃO CONTRA DESASTRES"


Ministro: Dilma quer cultura de prevenção a desastres.
09 de janeiro de 2012  14h57  atualizado às 15h06




De volta ao expediente normal no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (PT) reuniu na manhã desta segunda-feira um grande grupo de ministros e técnicos para tomar ações de enfrentamento aos efeitos das chuvas na região Sudeste. Segundo o ministra Integração Nacional, Fernando Bezerra, a presidente tem a intenção de "introduzir uma cultura de prevenção e preparação para desastres naturais".
Dilma reiterou o crédito de R$ 444 milhões do fundo de catástrofe, além da antecipação do Bolsa Família e possibilidade de retirar recursos do FGTS para moradores dos municípios em situação de calamidade pública. As ações são comuns sempre que há catástrofes naturais no Brasil.
Para Minas Gerais, Dilma determinou reforço para o centro de operação de monitoramento. São esperados 50 especialistas para atuar no Estado. Até o momento, segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloízio Mercadante, cerca de 2,5 milhões já foram atingidas pelas chuvas em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Hoje, o Centro de Monitoramento preventivo fez alertas de alto risco para a grande Belo Horizonte, Outro Preto e Juiz de Fora. Em Ouro Preto, há no momento 174 pontos de deslizamentos. Dilma se reuniu nesta manhã por mais de duas horas com os ministros Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Fernando Bezerra (Integração Nacional), Paulo Sérgio Passos (Transportes), Alexandre Padilha (Saúde), Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia), Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e Edison Lobão (Minas e Energia), além de técnicos.
Ministro culpa governos anteriores
Fernando Bezerra disse que o Brasil ainda vai passar por dificuldades nos períodos de chuva por tempo considerável. Ele culpou os governos das décadas passadas que permitiu a ocupação de regiões irregulares nos grandes centros metropolitanos.
"Essa mudança de gastar dinheiro com reconstrução, de 'fechar a casa depois que foi arrombada', vai demandar tempo. Não é apenas para um governo, é agenda para uma geração. Este País perdeu duas décadas, a de 80 e de 90, a população cresceu e foi morar nas áreas de risco, não havia política pública para áreas de risco", disse o ministro.
"Vamos enfrentar, sim, sempre dificuldades no período de chuvas, porque é uma agenda que vai demandar sempre crescentes investimentos em prevenção. Eles vão ocorrer cada vez com mais intensidade para podermos virar o jogo", avaliou Bezerra. Gleisi Hoffmann disse que no governo Dilma, os ministros vêm trabalhando há mais de cinco meses para prevenção. "Evitar mortes é a nossa prioridade número um", garantiu a ministra. Para o ministro Aloizio Mercadante, o governo "não pode baixar a guarda", apesar da baixa no número de mortes.
Veja o mapa das enchentes no Sudeste
Clique nos pontos destacados no mapa e veja a situação de cada município afetado pela chuva:                               
                      


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***FRANCIS DE MELLO***

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