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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

"ARQUIDIOCESE DE MANAUS VAI A JUSTIÇA CONTESTAR CONTRA A BALADA M.I.S.S.A"

Arquidiocese de Manaus diz que vai à justiça contestar balada 'M.I.S.S.A'



Integrantes de grupos da Renovação Carismática Católica (RCC) de Manaus iniciaram na internet uma campanha contra a realização de uma festa da M1 Eventos chamada M.I.S.S.A (Movimento dos Interessados em Sacudir Sua Alma), evento que está causando polêmica na rede mundial de computadores. A balada, prevista para ocorrer dia 7 de dezembro, pretende reunir pelo menos cinco mil jovens em um resort da capital na véspera do feriado estadual de Nossa Senhora da Conceição, padroeira do Amazonas.
Para o secretário do Grupo de Oração Jovem Nossa Senhora de Pentecostes, Roberto Júnior, os jovens católicos estão encarando o nome da balada como uma afronta e "falta de respeito" à religião. "A missa é o ápice da nossa fé e está no centro da nossa vida comunitária cristã", disse, acrescentando que "a festa é uma espécie de profanação do sagrado".
Roberto critica ainda o uso de elementos e figuras da religião católica na festa. "Na balada, eles fazem o uso das vestimentas de padres e freiras para recepcionar os participantes da festa. Além disso, há um fotógrafo fantasiado de Papa e a mesa utilizada pelo DJ é decorada para dar a entender tratar-se de um altar. Uma ofensa!", ressaltou.
Como forma de repúdio à festa, os jovens da RCC criaram a campanha "Eu Sou Contra, Contra o Evento M.I.S.S.A - M1 Eventos", que chegou à maior rede social da internet nesta quarta-feira (9). Até a hora de publicação desta reportagem do G1, a manifestação contava com a adesão de 554 pessoas. Já na página oficial do evento, na mesma rede social, 256 já haviam manifestado interesse em participar.
Para reforçar a campanha, os jovens também criaram uma petição pública on-line, que deve ser encaminhada ao Ministério Público do Amazonas, com intuito de barrar a realização da festa. Uma versão impressa do documento também já está sendo distribuída entre as paróquias da capital. "O nosso objetivo é coletar pelo menos dez mil assinaturas", disse Roberto.
Em nota, a Arquidiocese de Manaus diz que o evento M.I.S.S.A. ofende os direitos de personalidade da instituição Igreja Católica além do direito de imagem e honra da mesma. "Cumpre-se ressaltar que tal festa viola o artigo 208 do código penal, visto que o mesmo considera como crime de vilipendio público de ato ou objeto de culto, todo ato atentativo contra os objetos de devoção religiosa, bem como, as imagens relíquias, como também, os que se destinam a manifestação do culto", diz trecho da nota.
A instituição acrescenta ainda está providenciando as medidas judiciais cabíveis para que a sua identidade, direito de imagem e a proteção dos objetos de culto sejam respeitados. O objetivo é "garantir que seus fiéis não sejam ofendidos por um evento que fere o princípio da liberdade religiosa e reforça preconceito".
A reportagem do G1 procurou a M1 Eventos, mas a empresa não quis se pronunciar naquele momento. Mais tarde, o empresário Marcelo Alex Nunes, proprietário da empresa, se manifestou por meio de sua página do facebook, dizendo que o evento não desrespeita os católicos. "Durante a festa não há qualquer menção ou manifestação desonrosa, por menor que seja à Igreja Católica ou qualquer outra corrente religiosa", afirma, por meio de nota.
O evento, que já ocorre há dois anos no Rio de Janeiro (capital), já passou também por Niterói, Búzios, Angra dos Reis, Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Fortaleza, Maceió, Natal,Teresina e Salvador, reunindo um total de mais de 130 mil participantes em 33 edições por todo o Brasil.

Notícias cristãs com informações do G1 via Correio do Povo de Alagoas.


Não sou católico nem admirador do catolicíssimo, contudo, vejo tal movimento como uma verdadeira afronta à religião, seus fiéis, seguidores e adeptos no geral.
Vejo tal movimento como falta de respeito com a religião em questão, tendo e vista ao nome, vestimenta e objetos. Isso com certeza deve dar muito dor de cabeça aos organizadores, falando num caso de a justiça local aceitar a petição do grupo contra o nome do movimento, ou seja evento.
É claro que a juventude atual gosta de algo que realmente seja bem polêmico, a criação do nome por si só já se trata de uma polêmica, garanto que se eu recebesse um convite para ir à missa, com certeza iria interpreta o convite como um chamado para um culto religioso da ICAR, e com certeza, os que não sabiam , ou sabem de tal evento, ao ouvirem tal nome ser mencionado, irão intender assim como eu!  
Não quero aqui fazer manifesto a quem quer que seja, mas, no mínimo, chamar atenção para um aspecto que diz respeito aos direitos de um grupo de seguidores de sua religião ou fé, como queiram interpretar, se a palavra Missa, é o nome do culto da ICAR, isso deveria ao menos ser respeitado pelo grupo criador do evento, mesmo que escrito M.I.S.S.A, como se lê.

escrito por;

***FRANCIS DE MELLO***

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