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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

"Alunos da USP levam protesto contra a PM para as ruas de SP"

Segundo Vagner Magalhães para o terra notícias!
As 17;15hs

Com os 73 presos acusados pela ocupação da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) na linha de frente, cerca de mil estudantes foram às ruas do centro da capital paulista na tarde desta quinta-feira para pedir o fim do convênio entre a Polícia Militar (PM) e a reitoria da universidade, a saída do reitor, João Grandino Rodas, e um plano alternativo de segurança para o campus do Butantã. A ocupação, que durou cerca de uma semana, terminou com a presença da tropa de choque, que cumpriu a decisão da Justiça de reintegração de posse do prédio na terça-feira.
A manifestação aconteceu em frente à faculdade de Direito do Largo São Francisco. O grupo saiu em passeata pelo centro histórico paulistano e, no fim da tarde, está planejada uma assembleia para discutir os rumos do movimento. Os estudantes declararam greve após a prisão dos colegas.
No caminhão de som, líderes tentaram desvincular o movimento da questão da legalização das drogas. No mês passado, houve confronto dentro do campus depois que três estudantes foram detidos pela PM pelo porte de maconha. A universidade assinou convênio com a corporação após diversas ocorrências dentro do campus - em maio, um aluno foi morto em uma tentativa de assalto.
Vários cartazes produzidos - alguns irônicos - foram levados pelo grupo durante a passeata. Neles, menções por eleições diretas para a reitoria da universidade, um pedido por uma aula de "democracia" ministrada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) e um "não à criminalização dos movimentos sociais".
A reintegração de posse do prédio da reitoria mobilizou cerca de 400 homens da tropa de choque, da cavalaria e até mesmo do grupamento aéreo (Águia) por volta das 5h de terça-feira. O prazo para a saída espontânea dos manifestantes do local havia se esgotado às 23h de segunda-feira, após trégua negociada com a Justiça. Os estudantes foram acusados de danificar o patrimônio da instituição, o que eles negam.

Precisaríamos nos juntar contra essa badernarem desses estudantes, não em uma movimentação como essa, mas, expor nosso repúdio contra esse tipo de atitude. Esses que se acham donos de tudo e de todos que deveriam estar nas salas de aulas, estão aí nas ruas fazendo protesto contra a polícia, pois para eles a ausência da polícia com certeza lhes será cômodo, não quero aqui generalizar, pois existem ali no meio desses manifestantes que nem sabem o porque estão ali, são os chamados Maria vai com as outras. Mas, grande parte dos que ali estão com certeza deve ser de valor essa atitude para estarem fora das salas de aula, pode ser que haja grande parte desses que sabendo estarem maus com suas notas no geral, entram nessa para tentarem se safarem da falta de interesse por seus estudos. 
Oras, se uma situação por pior que seja me parece conveniente no momento, aos olhos comuns, seria aproveitar o momento, mesmo que não sabendo o preço que terei que pagar mais tarde, em meu entender é exatamente o que estes estão agora pensando, sabe-se lá porque raios, mas, com certeza algo de interesse eles tem com a ausência da polícia no campus da USP, do contrário não estariam contra a presença de segurança no local. Não há como entender, Só acho que a justiça deveria procurar o que há por traz de tudo isso. Não se pode pessoas de bem lutarem contra a força de suas próprias seguranças, exceto se essa segurança esteja colocando em risco a segurança de seus interesse. Que é o mais óbvio de se imaginar no momento, mas, volto a repetir, qual o risco que eles correm com a presença da polícia no Campus da Universidade! 




Escrito por; 

 ***FRANCIS DE MELLO***

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