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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

"NOVO MINISTRO DAS CIDADES TEM UM RESPEITADO CURRÍLIUN"


Novo ministro das Cidades estava em 1º mandato federal.




O novo ministro das Cidades é natural de Campina Grande, Paraíba, e estava em seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados. Foto: Brizza Cavalcante/Agência Câmara
O novo ministro das Cidades é natural de Campina Grande, Paraíba, e estava em seu primeiro mandato na 
Câmara dos Deputados
Foto: Brizza Cavalcante/Agência Câmara




Escolhido para ocupar o cargo deixado por Mário Negromonte, o novo titular do Ministério das Cidades, Aguinaldo Velloso Borges Ribeiro (PP-PB), nasceu em 13 de fevereiro de 1969 na cidade de Campina Grande, distante 113 km da capital João Pessoa. Ele é formado em Engenharia Civil e em Administração de Empresas, com especialização pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em gestão empresarial.
Ribeiro exercia seu primeiro mandato como deputado federal e era líder do PP na Câmara dos Deputados. Antes de ocupar a cadeira, o novo ministro já havia sido eleito duas vezes para a Assembleia Legislativa de Paraíba: em 2002 e em 2006.
O parlamentar começou a carreira política no Comitê Jovem do PP. Ele é filho do ex-deputado federal Enivaldo Ribeiro (PP-PB) e irmão da deputada estadual da Paraíba Daniela Ribeiro (PP). Em seu Estado de origem, Ribeiro chegou a ocupar os cargos de secretário da Ciência e Tecnologia, Recursos Hídricos e Meio Ambiente e de secretário da Agricultura, Irrigação e Abastecimento.
Na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro integrou as comissões de Finanças e Tributação e a de Minas e Energia. Ribeiro também foi suplente na Comissão Especial de Reforma Política. Ele é autor de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que institui o sistema distrital misto. O deputado também foi suplente do Conselho de Ética da Câmara.
O sucessor de Mário Negromonte na pasta das Cidades foi ainda titular da Subcomissão Especial da Reforma Tributária, da Subcomissão Especial de Royalties e da Subcomissão Especial do Pré-Sal. Como suplente, ele integrou a Subcomissão Permanente do Sistema Financeiro.

Troca-troca nos ministérios


O governo de Dilma Rousseff vem enfrentando sucessivas quedas de ministros desde os primeiros seis meses do mandato da presidente, sendo que sete deixaram os cargos por supostas irregularidades. O primeiro a cair foi Antonio Palocci (PT), ex-ministro da Casa Civil, no dia 7 de junho de 2011, após denúncias de que seu patrimônio teria aumentado 20 vezes em quatro anos, sob suspeita de tráfico de influência. Cerca de um mês depois, Alfredo Nascimento (PR) deixou o Ministério dos Transportes, após a descoberta de um suposto "mensalão" que seu partido teria montado dentro da pasta.
Nelson Jobim (PMDB) deixou o Ministério da Defesa, no dia 4 de agosto, depois de criticar publicamente colegas do primeiro escalão. No mesmo mês, Wagner Rossi (PMDB) pediu demissão do Ministério de Agricultura, enfraquecido por suspeitas de ligações com um lobista. Em setembro de 2011, Pedro Novais (PMDB) entregou seu cargo no Ministério do Turismo, após denúncias de que teria usado recursos públicos para pagar empregados de sua família.
No dia 26 de outubro, o então ministro do Esporte, Orlando Silva (PCdoB), deixou o cargo depois que a imprensa noticiou supostas fraudes em contratos entre a pasta e organizações não-governamentais (ONGs). A suspeita de irregularidades envolvendo ONGs também foi motivo da queda do ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), em dezembro de 2011. No dia 2 de fevereiro de 2012, foi a vez do ministro das Cidades, Mário Negromonte (PP), desgastado por denúncia de que uma diretora da pasta teria adulterado um parecer técnico, superfaturando uma obra de mobilidade em R$ 700 milhões.



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***FRANCIS DE MELLO***

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