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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Dilma acelera repasse de verba para obra de Alckmin

Alckmin e Dilma em evento em São Paulo em setembro passado
Alckmin e Dilma em evento em São Paulo em setembro





























A liberação é resultado de um acordo político que eles celebraram em setembro do ano passado, quando a presidente petista e o governador tucano se uniram para reforçar programas sociais e dar impulso a obras no Estado.
Dilma e Alckmin fizeram isso trocando afagos e elogios em cerimônias públicas, o que gerou desconforto para seus partidos.
Petistas e tucanos temem ficar sem condições de atacar seus adversários na próxima vez em que se enfrentarem numa próxima eleição!




Recursos para Rodoanel são liberados mesmo sem edital de licitação na praça 
Parceria de presidente petista com governador tucano para projetos em São Paulo gerou incômodo em partidos .





Dilma acelera repasse de verba para obra de Alckmin.








A presidente Dilma Rousseff mandou apressar a liberação de recursos federais que ajudarão a financiar dois dos principais projetos de infraestrutura tocados pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). 
A liberação é resultado de um acordo político que eles celebraram em setembro do ano passado, quando a presidente petista e o governador tucano fizeram uma parceria para reforçar programas sociais e dar impulso a obras no Estado. 
Dilma e Alckmin fizeram isso trocando afagos e elogios em cerimônias públicas, o que gerou desconforto para seus partidos. Petistas e tucanos temem ficar sem condições de atacar seus adversários na próxima vez em que se enfrentarem numa eleição. 
O governo federal aceitou contribuir com R$ 1,7 bilhão dos R$ 6,5 bilhões previstos para a construção do trecho norte do Rodoanel, cerca de um quarto do orçamento total da obra. 
Para a hidrovia Tietê-Paraná, foram reservados pelo governo federal R$ 900 milhões, o equivalente a 60% do orçamento do projeto, estimado em R$ 1,5 bilhão. 
Em dezembro do ano passado, sete meses antes da data prevista para o início das obras do Rodoanel, o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) liberou R$ 370 milhões para o projeto. 
As obras devem começar em junho. A licitação estava programada para março, mas foi suspensa por órgãos de controle e deve ser aberta com atraso de pelo menos dois meses. 
O convênio entre a União e o governo Alckmin não permite o uso dos recursos para desapropriações, mas o dinheiro antecipado pode ser destinado a projetos e estudos de avaliação de impacto ambiental. 
Questionado sobre a liberação dos recursos antes que o processo de licitação seja aberto, o Dnit informou, por meio de sua assessoria, que cumpre "cronogramas de execução estipulados" por solicitação do Estado. 
O Ministério dos Transportes afirmou que é comum a liberação de recursos de convênios antes do início da obra, mas não apresentou nenhum outro caso em que tivesse adiantado valores dessa magnitude. 
Os R$ 370 milhões liberados para o Rodoanel representam 22% do valor total do convênio do governo federal com o Estado. O TCU (Tribunal de Contas da União) recomenda que a antecipação de recursos em casos como esse não supere 20% do valor do convênio. 
O presidente da Dersa, a estatal paulista que gerencia as obras do Rodoanel, Laurence Casagrande Lourenço, não descarta a possibilidade de atrasos, mas afirma que é "difícil ter expectativa de mudança no cronograma". 
O dinheiro reservado para a hidrovia Tietê-Paraná foi liberado em 2011, com a transferência de recursos previstos originalmente para obras no Tocantins. O acordo levou para a obra paulista o carimbo do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento), uma das vitrines do governo federal. 
Há outras duas parcerias em curso entre Alckmin e Dilma, nos programas Minha Casa, Minha Vida e Brasil sem Miséria. Na área habitacional, o governo estadual passou a complementar o valor para financiamento de imóveis em São Paulo. 
No Brasil sem Miséria, os pagamentos de benefícios estaduais e federais foram unificados, somando o Renda Cidadã ao Bolsa Família.







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***FRANCIS DE MELLO***

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