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sábado, 17 de março de 2012

"BARACK OBAMA PEDE INDEPENDÊNCIA AMERICANA DAS FONTES ENERGÉTICAS DO EXTERIOR; EM SEU PROGRAMA DE RÁDIO"


Obama pede fim da dependência energética externa dos EUA.







O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu neste sábado o fim da dependência americana de fontes de energia do exterior e dos subsídios bilionários recebidos anualmente pelas empresas de petróleo. "Os que não podemos fazer é continuar dependendo de outros países para nossas necessidades energéticas", disse Obama em seu programa semanal de rádio e internet. "Nos, os Estados Unidos, controlamos nosso próprio destino. Esta é, portanto, a opção que enfrentamos, o passado ou o futuro", completou.
Os comentários foram feitos no momento em que o presidente encara muitas críticas por parte dos republicanos, que o acusam de adotar uma política energética que provoca o aumento dos preços dos combustíveis. A Associação de Automóveis dos Estados Unidos (AAA) calcula que os preços da gasolina podem chegar a uma média de US$ 4,35 o galão (3,8 l) em maio, contra os atuais US$ 3,83 dólares. Entre 1998 e 2004, os preços estavam entre US$ 1 e 2. Como para 76% dos americanos o carro é o meio de transporte para ir ao trabalho ou ao supermercado, os preços da gasolina representam uma questão chave, especialmente em um ano de eleição presidencial.
Obama recordou que os preços dos combustíveis dependem muito de fatores externos que estão fora do controle dos Estados Unidos. "Os distúrbios no Oriente Médio podem afetar o fornecimento global de petróleo. Os carros em nações que entram na estrada das nações em desenvolvimento como China ou Índia aumentam a demanda", explicou. O presidente também pediu o fim das isenções de impostos de quase quatro bilhões de dólares anuais recebidas pelas empresas de petróleo. "Nas próximas semanas, espero que o Congresso vote para acabar com estes subsídios. E quando fizerem isto, vamos colocar cada membro do Congresso na lista: podem ficar do lado das empresas petroleiras ou do lado do povo americano", advertiu.







***FRANCIS DE MELLO***

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