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sexta-feira, 13 de abril de 2012

"VICTOR PECORARO, VIDA DE ATOR BEM SUCEDIDO"



Victor Pecoraro conta um pouquinho de sua vida como ator em duas emissoras ao mesmo tempo.






FAMOSIDADES
FAMOSIDADES



RIO DE JANEIRO - “Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.”
A passagem bíblica que Victor Pecoraro tem ao lado da costela esquerda é praticamente um resumo da carreira artística do bonitão.
No ar em três novelas e em duas emissoras diferentes ao mesmo tempo, o ator batalhou arduamente para conquistar seu espaço na TV. Após sete anos fazendo personagens pequenos, Pecoraro teve sua grande chance ao ganhar o papel de Rubinho, um dos personagens principais de “Aquele Beijo”, que termina nesta sexta-feira (13).
O paulista, que chegou a pensar em desistir da carreira, ficou surpreso quando recebeu a notícia de que seria um dos protagonistas da novela escrita por Miguel Falabella. “Eu fiquei muito feliz quando descobri a dimensão do personagem. Até então, eu não sabia que ele formaria o quadrado amoroso central”, contou aoFamosidades.
Victor reconhece que demorou um tempo para encontrar o tom do personagem, mas disse que as críticas que recebeu foram precipitadas. “Já estava, de certa forma, preparado. Lido bem com isso. Um mês depois da estreia a gente ainda está conhecendo o papel assim como o público. Acho que melhorei muito desde os primeiros capítulos”, analisou.
O ator disse ainda que ter estrelado “Corações Feridos” foi fundamental para seu desempenho positivo na trama global. Ainda assim ele teve medo que o trabalho feito no SBT pudesse fazer com que ele perdesse alguma chance em outro canal. “A novela estava pronta há mais de um ano e eu tive medo que isso atrapalhasse minha carreira fora do SBT já que nosso contrato era por obra”, afirmou.
Casado há três anos, o bonitão fica todo derretido quando o assunto é a filha Sophia. “Tudo mudou quando ela nasceu. Minha vida ganhou novo foco. O amor que tenho por ela é único”, disse.
Pai presente, Pecoraro contou que pretende aumentar a família em breve. “Se eu soubesse que era tão bom assim, eu teria tido um filho mais cedo”, confessou.
Confira o que o ator pensa sobre o rótulo de galã e seus planos após o fim da novela nas próximas páginas. 
Divulgação/TV Globo
Divulgação/TV Globo










FAMOSIDADES - O Rubinho começou a trama como mocinho e se revelou um projeto de vilão. Você esperava por essa reviravolta?
VICTOR PECORARO - Eu já sabia desde o começo que ele iria aprontar. Estava na sinopse que ele jogaria sujo para tentar separar a Claudia (Giovanna Antonelli) do Vicente (Ricardo Pereira). Mas o Rubinho não é ruim. Ele é muito mimado porque é filho único, é rico, e sempre teve tudo o que quis.
Com quem você acha que a Claudia merece ficar?
A Claudia foi criada para terminar com o Vicente. O título da novela se refere ao beijo que eles deram em Cartagena. Mas eu acho que o Rubinho vai tentar até o fim lutar por ela. Infelizmente, ele demorou a descobrir que ela era a mulher de sua vida.
Como você foi escalado para um dos papéis centrais de “Aquele Beijo”?
Eu havia feito um teste para um personagem menor, que nem tinha nome especificado. Aí Cininha de Paula me pediu para eu fazer o teste para o Rubinho. Em cima da hora, me deram o texto, eu decorei e fiz o teste com a Marília Pêra. O Miguel Falabella gostou e pediram para eu refazer o teste, desta vez com a Giovanna e me ligaram avisando que Rubinho era meu.
Então você não esperava por essa chance...
De forma alguma. Eu fiquei muito feliz, e surpreso também, quando descobri a dimensão do personagem. Até então, eu não sabia que ele formaria o quadrado amoroso central. Eu estava fazendo personagens pequenos há sete anos. Tinha até pensado em largar a carreira de ator e tentar outra coisa.
Deu aquele frio na barriga antes da estreia?
Deu. Porque eu sabia que essa era a minha grande chance. Me dedico ao máximo para fazer um bom trabalho. Eu demorei um tempo para achar o tom do personagem e meus companheiros de cena foram bastante solidários comigo. Só tenho a agradecer à Marília, à Giovanna e o Herson Capri.

Divulgação/SBT
Divulgação/SBT
Como você 











encarou as críticas ao seu desempenho no início do folhetim?
Eu sabia que isso iria acontecer. Já estava, de certa forma, preparado. Lido bem com isso. Como eu disse, o ator precisa se acostumar com o personagem. Um mês depois da estreia a gente ainda está conhecendo o papel assim como o público. Acho que melhorei muito desde os primeiros capítulos. As críticas foram um pouco precipitadas.
Você fez teste com a Marília Pêra. Como é contracenar com uma das maiores atrizes brasileiras?
Ela é sensacional. É de uma generosidade incrível. Me deu vários toques ao longo da novela. E eu tentei absorver o máximo que pude da nossa convivência.
Você também é protagonista de “Corações Feridos”, que está sendo exibida pela primeira vez pelo SBT. Como foi essa experiência?
Foi uma grande escola. O Del Rangel [diretor da trama] fez um trabalho muito bacana com a gente. O lado ruim foi a emissora ter guardado o projeto na gaveta tanto tempo. A novela estava pronta há mais de um ano e eu tive medo que isso atrapalhasse minha carreira fora do SBT já que nosso contrato era por obra.
E atrapalhou?
Graças a Deus não. Quando eu fui escalado para “Aquele Beijo”, todo mundo sabia que eu tinha feito a novela do SBT e que ela estava na gaveta. O nível da TV Globo no ramo é outro.
Aí veio a Globo e decidiu reprisar “Chocolate com Pimenta”. Você está no ar em três novelas no ar. Isso te incomoda? Está assistindo?
Claro que não. Confesso, que não imaginava que isso pudesse acontecer. Mas tenho ótimas lembranças de “Chocolate com Pimenta”, que marcou minha estreia na televisão. Não tenho conseguido ver a reprise, por conta das gravações. Mas está ótimo do jeito que está.
AgNews
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Como você se tornou ator?
Desde pequeno, eu sempre gostei de fazer filmes com a filmadora do meu pai. Até que recebi um proposta para desfilar e aceitei. Trabalhei um tempo fora, morei na Europa por conta dos desfiles que fazia por lá e quando voltei para o Brasil eu tentei fiz a Oficina da Globo. Fiz alguns testes até ser chamado para “Chocolate com Pimenta”.
Sentiu preconceito pelo fato de você ter sido modelo?
Nenhum. Todo mundo com quem eu trabalhei sempre me deu muita força. Não teve ninguém fazendo cara feia por conta do meu trabalho anterior. Acredito que eu contribuí muito para não passar por esse tipo de coisa. Sempre cheguei em cena com humildade para aprender. Até hoje, eu procuro ouvir quem tem experiência no ramo, peço conselhos sobre o texto. Não sou o dono do mundo e nem acho que sou melhor que ninguém porque estou com um papel importante na novela das 19h.
Muitos atores têm rejeitado o rótulo de galã. Você tem medo de ficar rotulado por ser bonitão?
Não tenho. Acho que sempre terá bons papéis para um bom ator. Seja ele bonito ou feio. Quero sempre fazer bons trabalhos. Ser galã é conseqüência. Vou procurar não focar a esse tipo de personagem, mas se a história dele for boa, não tem porque eu recusar.
Como tem sido o assédio?
Na minha época de modelo, eu já encarava esse tipo de coisa. Claro que a proporção ficou muito maior. Quando a gente trabalha na mídia tem que estar preparado para esse tipo de coisa: assédio, crítica... O que não pode é deixar essa coisa subir a cabeça.
Sua esposa não tem ciúmes dos famosos beijos técnicos?
A Renata é uma grande parceira e não é ciumenta. Ela me dá muita força. Não liga para as cenas que faço, bate foto de fã sem reclamar. Ela também é atriz, está estudando para fazer um bom trabalho. Eu é que vou ter que me acostumar a ver esse tipo de cena. Vai ser mais fácil porque eu sei como é o profissionalismo das pessoas no set.
Como é o Victor pai?
Muito presente e participativo. Dou banho, brinco, coloco para dormir. Só não gosto de trocar fralda.
Sentiu alguma mudança com a chegada da Sophia?
Lógico. Tudo mudou quando ela nasceu. Minha vida ganhou novo foco. O amor que tenho por ela é único, diferente, sabe?
Pretende aumentar a família?
O mais rápido possível. Nós estávamos pensando em encomendar um irmãozinho para ela, mas aí chegou o Rubinho e nós decidimos abortar a missão e esperar mais alguns anos. Agora, se eu soubesse que era tão bom assim, eu teria tido um filho mais cedo.
Já tem algum trabalho em vista para quando a novela terminar?
Eu sou apaixonado por cinema. Quero muito fazer um filme. Enquanto o convite não chega, eu vou me dedicar a curta-metragem que eu escrevi.











***FRANCIS DE MELLO***

Um comentário:

  1. Legal parabéns e sua mulher com sua filha são lindos vc está de parabéns!!

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