quinta-feira, 15 de novembro de 2012

"REVELAÇÃO E PROFECIA; PALAVRAS QUE TEM CONFUNDIDO A MUITOS CRISTÃOS"

Como será que o povo cristão evangélico tem encarado o termo "REVELAÇÃO e PROFECIA?"



Se algum cientista pelo seu estudo lógico prevê um possível efeito estufa, ou o próprio colapso do planeta, ninguém hoje pode questionar. A ciência já acredita que toda criação cosmológica foi originada por um ser inteligente que entende de geometria, matemática e física. As leis naturais são plenamente comprovadas pela ciência. Todo o cosmo foi criado debaixo do controle das leis da natureza. As quatro forças da natureza são esplêndidas dentro da criação. A força eletromagnética, a força de interação forte, a força de interação fraca e a força gravitacional que é a mais cotidiana. Pergunta: Tudo isto foi desvendado pela inteligência racional ou encontramos alguma fagulha da revelação divina? É importante destacar o conceito de revelação. Na maioria das vezes o conceito é enquadrado somente no campo da fé religiosa. Leva-se mais para o lado mítico e no sentido mais extremado para a dimensão do ilógico. A palavra revelação no grego é apokalipsys e significa desvelamento. Quando se trata de desvelamento devemos levar em consideração dois pontos fundamentais: 1. A revelação acontece dentro do tempo, no chronos – onde estão os eventos. 2. Deve-se levar em consideração a transcendência e a imanência do Eterno. A história humana e o seu progresso dependem da transcendência e imanência divina na mente do Logos Preexistente. Nada acontece por acaso. Nicolau De Cusa (1401-1464), sacerdote e teólogo, já tinha traçado todo o plano heliocêntrico de nosso sistema planetário. Sem deixar de esquecer-se de Aristarco de Samos no século III a.C.. Esse homem visionário já previa em sua época a heliocentridade de nosso sistema planetário. Para a época ele era considerado mais um bruxo do que um cientista. Sendo assim, a consolidação das leis físicas do comportamento mecanicista do universo veio se caracterizar plenamente em Isaac Newton (1642-1727) – 200 anos depois de Nicolau De Cusa? Porque duzentos anos depois? Veja que quase duzentos anos depois de Newton surge a teoria da relatividade de Albert Einstein (1879-1955). A nossa mente recebe o desvelamento paulatinamente e se manifesta na prática histórica da criação através de eventos que se evidenciam no comportamento humano e nas descobertas científicas. Temos muito ainda para descobrir e o Eterno para nos revelar. Não estamos desconectados da transcendência divina e da Preexistência do Logos. O homem não é um robô, pois suas intuições não são cegas. Contudo, a revelação acontece na história e, é histórica. Precisamos entender que a revelação apesar de ser algo que tem relação com o transcendente não é abstração ininteligível. A revelação não deve ser interpretada a partir apenas da dimensão metafísico-platônica do mundo das idéias. Pode ser pensada intuitivamente e baseada no pressuposto de que nossa estrutura cognitiva é dotada de uma consciência espaço-tempo racional.
Acredito que em matéria de filosofia clássica os filósofos atualmente ainda estão buscando entender o que significa ser à realidade metafísica em relação às idéias de Platão. Percebo que Platão nunca pensou da forma como alguns interpretam sua visão de mundo das idéias. Tudo começou na Ilha de Patmos, na Ásia Menor, no final do I século. O homem mais próximo do Messias foi o apóstolo João que estava matriculado na Escola Profética Ambulante. O aprendiz João conheceu grande parte do mistério do Messias de Nazaré da Galiléia. A revelação da Preexistência do Logos foi apresentada por este magnífico apóstolo: “No princípio era o Logos, e o Logos estava com o Eterno, e o Logos era divino”. Após a morte, ressurreição e ascensão do Messias, esse homem entrou em profunda crise quando foi exilado numa Ilha devido à brutal perseguição romana. O imperador Domiciano não perdoava a ação da pregação do Evangelho no mundo. Quase todos os apóstolos foram decapitados e esse apóstolo escapou vivo, porém o exilaram na Ilha de Patmos. A revelação mais fulminante do cenário histórico do I século surge neste instante crucial e circunstancial de sua história. A Ilha, o apóstolo e a revelação. As cortinas do Apokalipsys se abrem e tem endereço assegurado. Acontece em um ambiente geográfico, e é dirigida a alguém em profunda crise de incertezas. Essa experiência profética na forma de ultimato acompanha as piores atrocidades que irão ocorrer na comunidade mundial quanto à devastação do Planeta e por último o seu fim cósmico. O que está revelado no apocalipse não é mito, não é lenda, não é simbolização, mas é a pura realidade que revela as últimas coisas que já agoniza e perturba a comunidade de nosso Planeta. É preciso despertar a comunidade mundial, seja ela formada por cristãos, agnósticos ou de sentimento niilista. A realidade apocalíptica já se aproximou e que os dias do Planeta Terra estão todos contados. É preciso que todos os líderes políticos e religiosos, e cientistas céticos, atentem para a revelação do Texto das Escrituras, e finalmente a todos que governam as nações.


Wolfhart Pannenberg é, certamente, o teólogo protestante que mais atenção dá à relação entre fé e razão na teologia contemporânea. Alguns de seus críticos, inclusive, o acusam de racionalista. Todavia, é necessário esclarecer que há grande diferença entre buscar dar razão à fé, que é o cerne do trabalho deste autor, e tentar racionalizar a fé. Para ele, o cristianismo deve sempre argumentar, sem nunca se furtar a prover respostas ao mundo através de um esforço conceitual.
Nascido em Berlim, na Alemanha, em 1928, ele foi criado numa família cristã, através da qual concebeu o compromisso com o estudo da teologia. Sua conversão, conforme ele próprio conta, não ocorreu a partir de uma experiência única, mas de uma série de experiências, cuja mais marcante ocorreu no início de janeiro de 1945, aos 16 anos, quando voltava a pé de uma aula de piano e, ao ver outro extraordinário pôr-do-sol, ele tomou consciência de sua própria existência humilde e finita. Alguns meses antes, ele havia escapado por pouco de um bombardeio americano à cidade de Berlim durante a Segunda Guerra Mundial. Pannenberg assim narra sua posterior tomada de consciência deste acontecimento:
“Eu não sabia, à época, que 6 de janeiro era o Dia da Epifania, assim como não me dei conta de que naquele momento Jesus Cristo havia reivindicado a minha vida como uma testemunha da transfiguração deste mundo, iluminado pelo poder e julgado por sua glória. Mas aí começou um período de ânsia para entender o sentido da vida, e uma vez que a filosofia não parecia oferecer respostas para o final dessa busca, eu finalmente decidi provar a tradição cristã mais seriamente do que eu havia considerado antes.”
Mais tarde, Pannenberg estudou teologia e filosofia em Berlim, a partir de 1947. Neste período, tomou contato com o pensamento de Karl Barth de quem se tornou admirador, especialmente de sua ênfase na soberania de Deus na sua revelação. Em 1950, ele foi à Basiléia para estudar à sombra do próprio Barth. Da influência do teólogo suíço, Pannenberg nunca se livrou completamente, seja como admirador, seja como crítico contumaz.
Depois deste período, Pannenberg foi completar seus estudos teológicos na Universidade de Heidelberg. Ali sedimentou suas relações com a filosofia e a história, especialmente sob a influência de seus professores Karl Löwith e Gerhard von Rad. O próprio Pannenberg explica essas influências em seu pensamento:
“Ao mesmo tempo, eu cheguei a entender que a história apresenta o aspecto do mundo de nossa experiência, a qual, de acordo com a fé judaica e cristã, revela a presença de Deus em sua criação. Nesta descoberta, eu muito devo às palestras de Karl Löwith sobre a radicação teológica das modernas filosofias da história, bem como à interpretação de Gerhard Von Rad do Antigo Testamento.”
Em Heidelberg, Pannenberg participou da organização de um círculo de teólogos para refletir acerca da realidade de Deus a partir da experiência histórica, da tradição, da exegese crítica e, também da reflexão filosófica e teológica. Este círculo entendeu que não existe nenhuma abordagem conceitual direta a Deus e nem de Deus à realidade humana, mas que a presença de Deus está escondida nas indicações da história. Para eles, “o mesmo Deus da revelação toma lugar na história e justamente os escritos bíblicos sugerem esta chave da solução para o problema da teologia fundamental”.
Como resultado de mais de dez anos de estudos e debates, o círculo de Heidelberg publicou em 1961 uma obra programática cujo título foi Offenbarung als Geschichte [Revelação como História]. Neste livro, “colaboravam, em matéria de ciências bíblicas, Rolf Rendtorff e Ulrich Wilckens; para as ciências históricas, Trutz Rendtorff; Pannenberg (…) assinava a introdução e a síntese conclusiva”. Esta obra reflete as idéias do grupo, já preconizadas por Pannenberg num importante artigo de 1959 intitulado Event von Salvation und Geschichte [Evento da salvação e história].
Em Revelação como História, Pannenberg apresenta o livro na introdução e escreve o último capítulo, sob o título “Teses Dogmáticas da Doutrina da Revelação”, onde apresenta quatro teses: Na primeira tese, apesar de admitir a presença de alguns exemplos contrários, ele afirma que, de um modo geral, na Bíblia a revelação aparece com uma natureza indireta. Na segunda, O Antigo Testamento afirma que o conhecimento de Deus primeiro vem no olhar para a sua ação na história, assim, o conhecimento divino é mediado pelas manifestações em cujo sentido é revelado o seu governo. Já na terceira tese, Pannenberg enfatiza novamente a importância do desenvolvimento da escatologia em Israel, cujas bases estão na universalização do conhecimento de Deus. Na quarta e última tese, o caráter ancipatório da revelação. Com o aparecimento e obra de Jesus, o aspecto central da expectativa judaica – a vinda do reino – é agora operada na revelação antecipatória do governo de Deus na pessoa e na história de Jesus.
Mais tarde, Pannenberg publicou sua Systematische Theologie [Teologia Sistemática], dando forma material às premissas levantadas em seus escritos metodológicos anteriores. Sobre isso, Stanley J. Grenz afirma:
“Em sua Teologia Sistemática, Pannenberg realiza o programa indicado em seus escritos metodológicos. Ele está tentando dar uma nova direção para a compreensão teológica, a fim de combater o que ele percebe ser uma ampla privatização das crenças religiosas, em geral, e da teologia, em particular. Para Pannenberg, ao contrário, a teologia é uma disciplina pública.”
A Systematische Theologie de Pannenberg possui duas importantes características que apontam para a idéia geral de todo conjunto de seu pensamento dogmático. A primeira refere-se ao fato de que Pannenberg deseja fazer uma “teologia pública”, para tanto sua teologia dogmática tem foco na razão. A segunda característica repousa no caráter escatológico do cristianismo que aponta para o eschaton e, assim, para a esperança. A integração destes dois temas, razãoe esperança, constitui-se na linha-mestra de seu pensamento como explica o próprio Pannenberg:
“O entendimento do kerygma foi justamente de adesão à fé. A obediência da fé em relação ao kerygma seria uma ilusória auto-salvação do homem se não fosse motivado pela compreensão e, se ela não significava ser conquistado pela verdade da mensagem.”
Em suma, o pensamento de Pannenberg pode está firmado sobre um tripé básico: razão,história e prolepse. A razão é o pressuposto central de seu programa teológico, que enfatiza a possibilidade de verificação e validação da verdade. A história é o método, a linguagem pela qual esta verificação encontra lugar. A prolepse é a resposta que carrega em si o significado da antecipação histórica do futuro escatológico do mundo e da humanidade na ressurreição de Cristo.
No auge da modernidade, o Iluminismo se caracterizou como um dos maiores desafios ao pensamento teológico cristão, pois fez surgir novas categorias de pensamento que demandaram uma reviravolta nos conceitos e linguagem também da teologia. As categorias autoritativas da teologia foram destronadas pelo Iluminismo. No entender de Wolfhart Pannenberg, as respostas que se seguiram não se mostraram satisfatórias, desde a conformação da religião às categorias iluministas como foi proposto pela teologia liberal, até a proposta transcendental da teologia dialética. No que se refere ao liberalismo, Pannenberg concorda com a crítica central feita por Karl Barth sobre a necessidade da auto-Revelação divina para que o ser humano possa conhecê-lo.
Todavia, ele discorda da proposta apresentada por Barth e pelos demais teólogos dialéticos afirmando que elas não conseguem responder ao desafio iluminista, pois continuam a prover propostas inadequadas ao desafio iluminista. O iluminismo enfatizou o papel da razão em todas as coisas e, sobretudo, não se é mais possível falar de uma revelação autoritária. O próprio Pannenberg explica sua posição: “Eu me afastei da ‘teologia da palavra de Deus’ em suas várias formas hodiernas, não principalmente porque percebi que elas eram apenas a versão moderna de uma teologia da revelação autoritária”.
Desta forma, Pannenberg procurou desenvolver um sistema teológico que metodologicamente levasse em consideração o desafio iluminista, que oferecesse um paradigma para a abordagem da teologia e da revelação cristã concernente à visão de mundo moderno. Para ele, “Ao invés do estilo autoritário do pensamento teológico, a abertura, a racionalidade do Iluminismo é preferível, mas combinada com uma preocupação quanto à essência da tradição cristã”. É este o diálogo que Pannenberg propõe para a teologia cristã com o mundo moderno pós-iluminista.
Especificamente no que se refere à doutrina da revelação, Era necessário abordar o conceito da revelação de forma tal que ele pudesse ser demonstrável pela razão crítico-histórica e não apenas estivesse acessível por uma via sobrenatural. Ele rejeita duas posições importantes na teologia moderna protestante: a concepção sobrenaturalista da revelação do século XVII e a idéia de revelação como auto-revelação direta de Deus, dos séculos XIX e XX.
Para tanto, Pannenberg concebeu uma importante distinção entre revelação direta eindireta. Esta distinção baseia-se nas diferentes ênfases e significados entre uma comunicação direta e uma comunicação indireta. Na comunicação direta, há exata identificação entre o conteúdo a ser comunicado e o que é efetivamente comunicado. Na teologia de Barth, por exemplo, não há diferença entre a Palavra de Deus e o próprio Deus, entre o revelado e o revelador, por isso, é uma auto-revelação direta. Numa comunicação indireta, não há esta identificação. Para Pannenberg, a teologia da revelação direta carrega um caráter místico e autoritativo que não é aceitável ao homem no mundo moderno, pós-iluminista. Ele entende que a ênfase na Palavra da Teologia Dialética é uma espécie de positivismo revelacional.
Desta forma, Pannenberg defende a idéia de uma revelação divina indireta, que se processa na história. Ele acredita que a revelação bíblica carrega em si a idéia de uma auto-revelação indireta de Deus, que progressivamente se desdobra no mundo, começando com Abraão e que será consumada numa completa auto-revelação direta no fim dos tempos. Neste sentido, Pannenberg desenvolve esta idéia rumo à compreensão de uma teologia da história universal. Ele considerava que esta definição da revelação correspondia à necessidade de fé do homem moderno, herdeiro do Iluminismo, mas também capaz de permanecer de pé ante as investidas da razão crítica e da investigação histórica. Isto porque ele tem a firme convicção de que a revelação se expressa prioritariamente na linguagem dos fatos históricos.
Além disso, esta compreensão da revelação em Pannenberg difere-se, também, da concepção da Teologia Dialética, onde, segundo ele, o conceito de revelação era reduzido apenas ao falar divino. Ele contrapõe a esta visão a compreensão neotestamentária da revelação de Deus na pessoa e obra de Jesus Cristo como a antecipação da manifestação final de Deus na vinda e obra de Cristo:
“Por este motivo, em 1961, sob o título Offenbarung als Geschichte, uma nova interpretação do conceito de revelação foi concebida com base na variedade lingüística e nos dados bíblicos à luz da discussão do século XIX. (…) No entanto, ainda precisa ser dito que a variedade dos dados relativos à revelação bíblica não foi ainda plenamente levada em conta no desenvolvimento do conceito de teologia sistemática. Mesmo assim, o livro surgiu como um desafio à Teologia Dialética, para os adeptos tanto de Barth quanto de Bultmann, uma vez que estava a nos chamar a questionar a função básica da Palavra de Deus para a teologia, e, portanto, a base comum de todas as formas da Teologia Dialética.”
Por outro lado, Pannenberg também afirma que a proposta de Cullmann tendo Cristo como o centro da História da Salvação (Heilgeschichte), não satisfaz à necessidade de diálogo com o mundo moderno, pois o conceito traz a idéia de uma cripto-história, isto é, uma história oculta que não está acessível à mente humana por si. Por isto, ele prefere falar em uma História Universal (Universalgeschichte). E, ainda, ele entende que o conceito de “centro” é mais adequado a uma concepção cíclica de tempo. Pannenberg, então, acredita que o conceito de centrodeve estar subordinado ao de prolepse.
Assim, a compreensão da Revelação como História, em Pannenberg, nasce como uma tentativa de prover uma resposta coerente e relevante ao contexto moderno pós-iluminista, que não pode mais conceber a Revelação nos moldes tradicionais, como também é apresentada na Teologia Dialética.
Neste ponto, há que se aprofundar a abordagem dos conceitos e influências presentes no pensamento de Pannenberg acerca da Revelação como História. Em primeiro lugar, é deve-se perguntar pela dependência dos conceitos de Hegel referentes à História e, em segundo lugar, sobre a relação destes conceitos com a idéia de auto-revelação divina herdada de Karl Barth. Só então, pode-se vislumbrar o sentido final que Pannenberg dá ao conceito de Revelação como História.
1. Revelação e História Universal
O conceito moderno de História Universal é derivado da obra de Hegel. Concluindo sua exposição sobre o pensamento e a obra de Hegel em Die Protestantische Theologie in 19. Jahrhundert, Barth afirmou: “Mas, nesse caso, Hegel não teria sido Hegel, e devemos, portanto, entendê-lo como o homem foi: uma grande questão, uma grande decepção, mas também uma grande promessa”.
Para Hegel, a história é, em última análise, a autobiografia de Deus. Porém, este “Deus” é, na verdade, a Razão, que ele chama de Espírito Absoluto. A Razão suporta toda a filosofia e rege o mundo, por isto, pode-se dizer que a história universal transcorre racionalmente. Esta Razão é, segundo ele, “divina e absoluta” e “se revela na história universal”, esta, pois, é a manifestação desta Razão.
É por isso que, na medida em que busca firmar uma Teologia da História, Pannenberg não pode fugir às características hegelianas. Neste sentido, ele assume o desafio de apresentar um mecanismo pelo qual se possa entender um sentido para toda a História Universal. Assim, Pannenberg subordina todos os eventos bíblicos, inclusive a encarnação, morte e ressurreição de Jesus em uma realidade mais abrangente, ou seja, à revelação. É somente por meio da revelação que a História Universal adquire um sentido.
O entendimento do conceito de História na revelação bíblica, para Pannenberg, liga-se diretamente às concepções modernas deste conceito. Ele deriva esta interpretação a partir das idéias Karl Löwith, um de seus professores em Heidelberg, em cuja opinião o sentido moderno de história linear presente no Ocidente já havia sido amplamente experimentados na fé do Israel antigo e do cristianismo nascente.
Laurence W. Wood defende posição semelhante, a saber, que foi o cristianismo primitivo e antigo que contribuiu decisivamente ao conceito de História Universal a partir um triplo efeito:
Em primeiro lugar, é introduzida uma nova atitude perante a história, enfatizando que a vontade de Deus foi realizada por meio de agentes humanos. Em segundo lugar, assume-se que a história foi importante para os seres humanos, bem como para grupos de pessoas como um meio de realizar a vontade de Deus. (…) O terceiro efeito foi universalismo. Todas as pessoas são iguais perante Deus. Não há pessoas eleitas, mas sim todas as pessoas são o objeto de preocupação de Deus. Assim, um cristão não se interessa apenas pela história romana ou história judaica, mas, pela história universal.
Em Pannenberg, a revelação de Deus foi tornada pública na História, estando acessível ao estudo e pesquisa históricos. Além disso, ele não limitou a auto-revelação divina à História de Israel, pois toda a história torna-se, pelo menos em princípio, a portadora da revelação de Deus. Isto porque Deus é o fundamento último da história. A proposta de Pannenberg, portanto, é a de reformular a concepção hegeliana da História Universal a partir de seu sentido. Esta proposta será mais profundamente detalhada adiante.
É preciso, portanto, perceber que a proposta de Pannenberg é “Revelação como História”, isto é, a Revelação de Deus em atos na História que apontam para o seu sentido último e pleno. Não é propriamente a concepção hegeliana de “História como Revelação”, ou seja, toda a História como manifestação do Absoluto, o que já serviu de motivação para a acusação panteísmo histórico contra Hegel. Além disso, cabe esclarecer aqui que a dependência de Hegel não é algo exclusivo da teologia de Pannenberg, uma vez que, em geral, o pensamento teológico dos séculos XIX e XX está altamente influenciado pelo idealismo alemão e, portanto, pelo homem que melhor o sintetizou.
2. Revelação como Auto-Revelação Divina Indireta
O conceito de revelação como auto-revelação de Deus foi forjado no seio do iluminismo alemão, a partir de Schelling e do próprio Hegel. Seu sentido implica no entendimento da revelação não apenas como a notificação de qualquer verdade sobrenatural oculta, mas como manifestação da própria essência e caráter de Deus. Uma primeira utilização deste conceito foi trabalhada por Martin Kähler na perspectiva dos estudos neotestamentários.
Em seu embate contra o liberalismo teológico, Karl Barth acentuou este conceito de auto-revelação divina asseverando que não se pode separar a essência de Deus e o meio através do qual ele se manifesta, a ação através da qual ele se faz conhecer. Assim, o problema da auto-manifestação de Deus só se resolve na unidade de Deus com Jesus Cristo.
Seguindo o conceito barthiano, Pannenberg identificou dois postulados fundamentais no que se refere à auto-revelação de Deus em Jesus Cristo. O primeiro se refere à idéia de que a auto-revelação de Deus deve se dar de modo único, em sua essência, e não simplesmente na pluralidade de manifestações de seus atributos. O segundo preceitua que a revelação plena da divindade de Deus acontecerá somente no seu reinado escatológico, no julgamento e consumação da história. Somente um evento que, de algum modo, antecipasse esse fim poderia ser considerado revelação de Deus, o que, de fato, ocorreu com a ressurreição de Jesus.
Pannenberg considera que, já no AT, a concepção de revelação de Deus que prevalece sobre todas as outras é a de uma auto-revelação indireta. Ou seja: Deus se revela essencialmente no espelho do seu agir na história. Se se leva em conta a importância que assume, gradativamente, para a tradição israelita, de modo especial através do movimento apocalíptico, e para a tradição cristã primitiva tradição cristã primitiva, a noção de totalidade da história, então perceberemos que é na totalidade do falar e do agir de Deus, na história integral, operada por Javé, que se mostrará realmente quem ele é.
Sendo assim, Pannenberg não afirma a história como revelação, tal como fazia Hegel, mas a revelação como história, acontecendo em fatos históricos e, de maneira definitiva, no destino de Jesus. Esse evento, por seu caráter proléptico, está aberto ao futuro e revela o sentido de toda a história a partir de sua consumação. Desta forma, a grande objeção de Pannenberg a Hegel é a exclusão do futuro, uma vez que o conceito hegeliano pretende ser definitivo, mas não possui um instrumento que cumpra este propósito que, no entender de Pannenberg, é somente o evento da ressurreição de Cristo como prolepse do fim da História. A sua proposta é, então, assim definida:
“A reformulação da visão idealista da história universal, relacionando-a para a escatologia bíblica, ao final da história, a condição da sua totalidade, tornou possível a abandonar a restrição histórica à auto-manifestação de Deus como acontecimentos excepcionais e miraculosos.”
Portanto, com base no acontecimento de Cristo enquanto evento escatológico, compreende-se a história da humanidade como unidade. Assim, se, por um lado, somente aquele fato que possui validade universal de antecipação do futuro de todos os homens pode ser considerado revelação, pois manifesta o reinado de Deus sobre a história, por outro lado, tudo aquilo que acontece na história humana, e não só o que poderia ser considerado história da salvação, interessa à teologia, por sua relação com o todo, o lugar último da revelação de Deus. E, se a auto-revelação de Deus em Cristo constitui-se na manifestação do futuro da humanidade, então ela deve importar a todos os homens e ser acessível a todos eles.
3. A Revelação e o fim da História
Neste ponto, deve-se aprofundar a questão acerca da relação entre a auto-Revelação indireta de Deus e o fim da História, conforme entendida por Pannenberg. Mais especificamente, deve-se demonstrar de que forma esta auto-revelação se transforma em fim e cumprimento da História. Inicialmente, é preciso lembrar que, para Pannenberg, as ações históricas de Deus revelam a ele próprio:
“Quanto à revelação de Deus, em sua ação histórica, caminha para o futuro ainda pendente da consumação da história, seu clamor revela um Deus que é o Criador do mundo, Reconciliador e Redentor, que está aberto para futuras verificações na história, que está como ainda incompleta, e que ainda está exposta, por conseguinte, à questão de sua verdade.”
Assim, as relações entre a natureza e a história estão firmadas no Deus que é o Criador, o Redentor e o Consumador de tudo o que foi criado, ao mesmo tempo em que ele é o Senhor da História.
Todavia, permanece ainda uma questão colocada pelo sistema hegeliano: como um evento histórico pode conter em si todo o significado da História, uma vez que ele, como qualquer outra realidade temporal, está condicionado pelo tempo e pelo espaço? Para Hegel, não há qualquer singularidade em eventos como a Criação, a Queda ou a Redenção. A isto, Pannenberg responde: “Jesus reivindica sua autoridade através da estrutura proléptica que corresponde à visão apocalíptica em relação à história, que, por sua vez, remonta à relação da palavra profética de Deus com o futuro”. Desta forma, o sentido da história e sua realização apontam para sua future consumação. Neste sentido, Cornelius A. Buller assinalou a compreensão de Pannenberg:
“Mais ainda, o surgimento proléptico do fim da história tem uma função causal no processo da história em direção a sua meta última. A unidade última da história em Deus e a compreensão última da imagem de Deus nos homens é uma realidade futura (…) Todo ser é determinado pela possibilidade de sua plenitude, que é futura. O futuro de cada criatura, conforme revelado na ressurreição de Jesus, já determina o que é em natureza e essência, dentro do processo histórico rumo à perfeição última de seu Ser.”
Portanto, o fato por excelência que dá sentido à História é a ressurreição. Para Pannenberg, a ressurreição não representa uma interrupção de natureza milagrosa na história. Só aqueles para quem a história é homogênea e hermeticamente fechada, a ressurreição de Jesus é interpretada como um milagre ou uma experiência intersubjetiva, ou, até mesmo, como um embuste. Pannenberg rejeita todas as três alternativas. Ele prefere chamar a ressurreição de Jesus de um evento histórico único, que, investigada pelos métodos atuais, deve ser aceito como qualquer outro evento da história: o fato de buscado pela razão. Uma vez que, para Pannenberg, o método histórico demonstra com alto grau de probabilidade que Jesus ressuscitou de entre os mortos.
A fé, no entender de Pannenberg, não é oposta à razão, mas aguarda o futuro. Se a ressurreição faz história no sentido em que estabelece uma meta global e um sentido para tudo o que acontece, respondendo ao anseio universal do homem para a vida após a morte, a fé, então, se dirige para este futuro que constitui a realidade como um todo e leva tudo quanto é individual à sua perfeição essencial. Não obstante, esse futuro não é alheio à razão, uma vez que ela o aguarda. O papel da fé é antecipar esse futuro a partir da suaprolepse, ou seja, da sua antecipação na história da ressurreição de Jesus Cristo.
É nesse sentido que Pannenberg concebe e defende a singularidade da revelação bíblica e sua importância plena para toda a História e para toda a humanidade. Para ele, somente o Deus da Bíblia pode ser visto como o Senhor e Soberano da História:
“É somente do Deus da Bíblia que a realidade na qual vivemos foi revelada como historia, como um evento que é sempre novo e aberto ao futuro, o qual aponta na direção de possibilidades imprevisíveis que podem ser entendidas a luz do futuro derradeiro, ou do fim dos tempos.”

O papel do Profeta no antigo Testamento!







Como era o profeta do antigo testamento?
Como a Igreja primitiva via esse homens de Deus do passado e como exerceram o dom de profecia?
Qual a mensagem de cada um deles? E hoje, ainda existe profetas, qual será o papel deles?

Se você não tem as respostas, mas quer realmente a assunto, vamos então compartilharmos alguns pontos da bíblia onde poderemos nos cientificar melhor.

I - O PROFETA DO ANTIGO TESTAMENTO.

a) O profeta - O que poderia parecer mero descuido da lei para o homem comum, na realidade era visto como um horroroso desastre aos olhos do profeta, tal qual sua sensibilidade diante do pecado, Jr 2: 12, 13, e 19. O profeta não somente ouvia a voz de Deus, como também sentia seu coração, Jr 6: 11; e cap 20: 9. Tal sentimento era consequência de um estreito relacionamento dele com Deus, Amós 3: 7 assim, compreendia melhor que ninguém, os propósitos para com o povo em quem tinha um pacto.

b) - A mensagem dos profetas, normalmente continham advertência aos que colocavam sua confiança em outras coisas , e que não em Deus, tais como na sabedoria humana, Jr 8: 8, 9 Jr 9: 23 e 24; na riqueza, Jr 8: 10; na autoconfiança, Oseias 10: 12 e 13; no poder opressor e em outros deuses Salmos 97: 7.
Constantemente o profeta desafiava a falta santidade do povo judeu e tentava desesperadamente encorajar a real obediência à lei de Deus e dos homens.

c) - A decisão - Os profetas eram homens totalmente dedicados a Deus, de modo a detestarem o meio compromisso/entrega parcial a Deus. A fidelidade a Deus deveria ser total, de modo a levar o povo a uma completa submissão a Deus, sem meio termo. 
Os profetas não aceitavam uma sociedade injusta os quais lutavam pela manutenção dos princípios do pacto no Sinai que por eles davam suas vidas. Condenavam especialmente a opressão social, ou seja, não admitiam que os mais ricos explorassem o menos abastados financeiramente, ou, os que nada tinham, Amós 6: 1. Por esses posicionamentos, vemos que o povo de Deus tinha e tem de ser comprometidos com Deus, e não com o homem. Tal mensagem profética ainda é muito mais que atual, é presente.

II - O PROFETA NA IGREJA PRIMITIVA.

No novo testamento não há o ofício de profeta como havia no antigo, Mas há o dom de profecia, 1Cor. 12: 28 e 29 e Ef 4: 11. Nessas passagens, o profeta é citado imediatamente após os apóstolos, e esta associado aos mestres/ensinadores/professores como se vê na Igreja da Antioquia, at 13: 1.  Eram também considerados alicerces (fundamentos) sobre onde as Igrejas foram edificadas/construídas, Ef 2: 20. 
Os profetas do Novo Testamento tinham a proclamação e a predição dos futuros acontecimentos; os quais eram canais pelos quais Deus transmitia uma orientação especial à Igreja, a exemplo do que fez Ágabo, at 11: 28; At 21: 10 e 11; e Judas e Silas, At 15: 32. Esses homens, usados pelo Espírito Santo, tinham o objetivo definidos em sua atuação, 1Cor 14: 3; tornando-os responsáveis pela pregação da mensagem completa sobre o pecado e salvação, liberada sobre a ira e a graça de Deus. 
Os profetas do Novo Testamento não eram fonte de novas verdades e doutrinas a serem absorvidas pela Igreja,  e sim, expositores da verdade já  revelada por Jesus e pelos apóstolos. Eram dotados do dom sobrenatural do conhecer, e com a liberdade de revelar os segredos do coração humano, 1Cor 14: 24 e 25.
Para que o emocional e o humano não venha sobressair nem se impor a vontade divina, trazendo assim prováveis confusões. Paulo declara, que outros cristãos experientes tem liberdade em julgar o que profetiza, 1cor 14: 29; ou seja, qualquer declaração profética esteja sujeita à exame, e só pode ser aceita se for achada na mesma linha dos ensinos apostólicos, 2Cor, 11: 4.

III - O PROFETA NA IGREJA HOJE.

Não se pode perder a noção de que a responsabilidade da Igreja Local e a sua direção espiritual estão com o pastor, que é auxiliado pelos presbíteros, no que lhes cabe, e por todos aqueles que possuem talentos e dons. É isso que se interpreta com base no significado do próprio título “pastor” (bispo) como está em  At 20: 28.


Portanto, ao pastor cabe transmitir à Igreja as mensagens como diretrizes para o rebanho do Senhor. Segundo Ap 2: 1, 8 e 12, o pastor é o anjo protetor designado pelo Senhor para aquela localidade.  Logo, o que possui o dom de profecia deve alinhar-se com o pastor e ajudar a promover a paz e o crescimento do rebanho, 1Co 14: 33, repreendendo as distorções sem se intimidar com os que agem como Jezabel, Ap 2: 20.
Para concluir, precisamos deixar claro que os profetas canônicos existiram até João Batista, Mt 11: 13; mas no NT e, portanto, na Igreja, há o dom de profecia, que é concedido pelo Espírito Santo que habita no crente, 2Co 6: 16. Todo crente, e aí se inclui também o pastor, foi comissionado por Jesus, Mc 16: 15, para transmitir ou expor sua mensagem, segundo a Bíblia a apresenta, falando em nome de Deus.
A maioria dos homens ainda não conhece e nem vive essas verdades e o Senhor está esperando que seus pregadores se despertem e anunciem sua santa vontade.

Fonte:
Revista de Estudos Bíblicos Aleluia.




“Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração, sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo”  (2 Pe 1:19-21)
Deus sempre levantava, dentre seu povo, homens tementes a Ele e sensíveis à Sua voz, que tinham a incumbência de exortar o povo ao arrependimento, a voltarem-se para Deus, deixando a idolatria e os maus costumes.
Numa série de estudos abaixo, em powerpoint, apresentaremos uma visão geral dos livros proféticos contidos na Bíblia, na ordem em que foram escritos.
Que o Senhor abençoe a todos com o pleno conhecimento de Jesus Cristo e do grande amor do Pai por todos nós. 
Oras, se este povo tem tanto estudo a ponto de saberem quando o grande acontecimento ocorrerá. Fica aí uma dúvida, Qual seria então o propósito e Jesus ter mencionado que, .Mas daquele dia e hora ninguém sabe,

Teria ele escondido uma verdade? Quando ele mesmo menciona queEu sou o caminho, e a verdade e a vida;

Logo vemos que, nem o apóstolo Paulo se atreveu em prever uma data para o arrebatamento da Igreja fazendo exortação aos fiéis da Igreja de Tessalônica, Tessalônica! Agora, será que com toda essa evolução tecnológica em que estamos poderia nos levar ao maior entendimento que nossos ancestrais cristãos? Ou ainda, podemos estarmos enquadrados no que falamos a cima sobre aos profetas serem seus próprios exemplo ao ponto de ter que examinarem as profecias a serem feitas antes de assim o proferirem ou profetizarem, para não se deixarem levar por suas sabedorias humanas ou seus verdadeiros eu? Presamos nos valer de informações recheado do poder do Espírito Santo, antes de sairmos proferindo tanta baboseiras as quais temos visto nos últimos dias.
Daí a pergunta; Será que os profetas da atualidade estão mesmo sendo ou deixando ser levados pelo Espírito Santo? Ou será que estes estão sendo induzidos pelo próprio espírito de enganação do seu ego pessoal, por conta dos estudos e pesquisas feitas ao decorrer dos anos com é no caso do doutor F. Kenton Beshore afirmou que acredita que Jesus retornará à Terra entre 2018 e 2028? Ou ainda o casa do estudioso judeu Moshé Aharón Shak gravou uma série de vídeos na qual explica um suposto código presente na Torá (Bíblia hebraica), que indicaria que o mórmon Mitt Romney, candidato a presidência dos EUA, será o próximo presidente do país? Ou ainda seria o caso do pastor Alair Sérgio? Ele é pastor evangélico do Estado do Sergipe e teria afirmado que Niemeyer não morrerá tão cedo. Segundo o religioso, o idoso é a reencarnação do personagem bíblico Tera, que morreu com 205 anos de idade.
Diante de tantas profetadas, como costumam dizer os pastores e religiosos a respeito de profecias mentirosas. Tivemos também num passando não muito distantes os Casos dos Missionários David Miranda, e Miranda Leal que afirmaram que Jesus voltaria na virada do milênio, ou seja, Jesus estaria vindo buscar sua Igreja nos primeiros minutos do ano de 2.000, cumprindo-se assim um dito popular que dizia; "2.000 chegará, mas de 2.000 não passará". Na verdade, eles se aderiram ao dito, não se sabe a razão disso. Tivemos também a profecia de Nostradamus; Que Em 30 de novembro de 1979, DPA despachou a notícia intitulada “Nostradamus profetizou a Crise do Teerã”. A notícia informa da tremenda comoção que um documentário do famoso diretor Paul Drane provocou no público australiano. A apresentação do documentário que trata da vida do profeta do século XVI, Miguel de Nostradamus, e que inclui a profecia da invasão árabe à Europa, coincidiu com a tomada da embaixada dos Estados Unidos por estudantes iranianos, questão que ao mesmo tempo em que ocasionou a compra de todos os livros de Nostradamus na Austrália em um só dia parecia prometer a realização de uma profecia de 425 anos. 
Já em 1939, pouco depois que a Alemanha ocupou a Europa, Goebbels, Ministro de propaganda de Hitler, fez reproduzir material falsificado, baseado em Nostradamus, para distribuí-lo na Europa. O serviço secreto inglês gastou 80.000 libras em contrapropaganda.

No prólogo da primeira edição de As Centúrias, o próprio autor assegura que em suas profecias está contido o futuro da humanidade e o seu fim.Em seus enigmáticos versos aparecem importantes acontecimentos e personalidades incluindo as duas guerras mundiais, a destruição de Nova York, Paris, Roma, Londres e uma terceira guerra mundial...   

Mas, vendo as tantas profecias sendo elas mais de 95% falsas ou mau interpretadas, ou ainda sem nenhum nexo de seriedade ficamos a pensar que o homem tem se deixado levar por seu "eu" pessoal sem no entanto se preocuparem com a seriedade da verdadeira vontade de Deus, muito menos sem olhar o que o grande"EU SOU" VejaPor este e outros motivos vemos que a excêntrica palavra de Deus tem ficado para o segundo, terceiro ou até para o último plano na vida do atual profeta irresponsável. É claro que ainda existem homens sérios, mas, com raríssimas exceções, é óbvio. Como essa falta de interesse as coisas de Deus, tem me deixado pasmo e intrigado. E sem entender o porque o ser humano tem se enveredado nos caminhos obscuros, não por falta de conhecimento, mas, por pura falta de entendimento e ganância em se obter vantagens e riquezas materiais.
Mas, o que me deixa mais feliz é saber que Cristo logo virá buscar seus escolhidos, como prescrito nos Evangelhos; Vejam Aqui!





***FRANCIS DE MELLO***


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

"A FRASE DEUS SEJA LOUVADO; TEM CAUSADO POLÊMICA NOS DIVERSOS MEIOS SEGMENTOS DA POPULAÇÃO BRASILEIRA"


Vamos ver quem na realidade está com a razão!







O assunto criou ênfase Em dezembro de 2011, Jefferson Aparecido Dias, encaminhou requerimento para o Banco Central do Brasil (BC) solicitando informações sobre a inscrição religiosa nas notas. Ocorre que neste momento o Ministério Publico Federal acabou de entrar no mérito da questão, tendo em vista as mais diversas categorias da sociedade terem opinado sobre o assunto.
Contudo, é preciso saber que a constituição é claramente contra essa alusão feita anteriormente no Real. Vejamos na íntegra o que diz o texto; 
Art. 19. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

      I -  estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público;
      II -  recusar fé aos documentos públicos;
      III -  criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si.
Sabemos que o Ex-presidente José Sarney o criador da alusão/frase em 1986 foi contrário à retirada da mesma, proferindo o seguinte comentário; "Eu acho que é uma falta do que fazer, porque, na realidade, precisamos cada vez mais ter a consciência da nossa gratidão a Deus por tudo o que ele fez por todos nós humanos e pela criação do universo. Nós não podemos jamais perder o dado espiritual. Eu tenho pena do homem que na face da terra não acredita em Deus".
Sou Cristão evangélico, mas, quanto ao que diz respeito ao assunto vejo que a referida alusão não fere em nada a constituição, pelo que parece, uma vez que não propaga exclusivamente uma religião. Contudo porém, é preciso entender que ao se referir à um Deus, mesmo esse sendo existente ao conceito à mais de 90% da população brasileira acaba por ferir na integra a referida constituição que foi promulgado em 5 de outubro de 2012. Portanto, depois da criação da tal frese. 
Muito bem, já me deparei com outro assuntos polêmicos por demais, mas, em nenhum destes houve tanta polêmica como o presento. Diante dessa polêmica já houve todo tipo de segmento religioso tentado por todas as formas querer vetar esse posicionamento do promotor. Mas, diante do exposto pela constituição federal vemos que todos serão barrados dentro do que rege a mesma. Mesmo assim agera vemos a Igreja católica se pronunciar por meio de notas e pedidos de explicações.  Veja a nota a seguir.


Igreja questiona pedido para retirar "Deus seja louvado" das notas de real.



O cardeal dom Odilo Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, questionou nesta segunda-feira (12) a ação do Ministério Público Federal que pede que as novas cédulas de real sejam produzidas sem a expressão "Deus seja louvado".
"Questiono por que se deveria tirar a referência a Deus nas notas de real. Qual seria o problema se as notas continuassem com essa alusão a Deus?", afirmou, em nota.
"Para quem não crê em Deus, ter ou não ter essa referência não deveria fazer diferença. E, para quem crê em Deus, isso significa algo. E os que creem em Deus também pagam impostos e são a maior parte da população brasileira", segue a nota.
No pedido, a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão diz que a existência da frase nas notas fere os princípios de laicidade do Estado e de liberdade religiosa. 
A manutenção da expressão 'Deus seja louvado' [...] configura uma predileção pelas religiões adoradoras de Deus como divindade suprema, fato que, sem dúvida, impede a coexistência em condições igualitárias de todas as religiões cultuadas em solo brasileiro", afirma trecho da ação, assinada pelo procurador Jefferson Aparecido Dias. 
"Imaginemos a cédula de real com as seguintes expressões: 'Alá seja louvado', 'Buda seja louvado', 'Salve Oxossi', 'Salve Lord Ganesha', 'Deus não existe'. Com certeza haveria agitação na sociedade brasileira em razão do constrangimento sofrido pelos cidadãos crentes em Deus", segue o texto.
O Banco Central, consultado pela Procuradoria, emitiu um parecer jurídico em que diz que, como na cédula não há referência a uma "religião específica", é "perfeitamente lícito" que a nota mantenha a expressão.
"O Estado, por não ser ateu, anticlerical ou antirreligioso, pode legitimamente fazer referência à existência de uma entidade superior, de uma divindade, desde que, assim agindo, não faça alusão a uma específica doutrina religiosa", diz o parecer do BC. 
O texto do BC cita ainda posicionamento do especialista Ives Gandra Martins, em que afirma que a " Constituição foi promulgada, como consta do seu preâmbulo, 'sob a proteção de Deus', o que significa que o Estado que se organiza e estrutura mediante sua lei maior reconhece um fundamento metafísico anterior e superior ao direito positivo".
Segundo o texto do BC, a expressão apareceu pela primeira vez na moeda nacional em 1986, nas cédulas de cruzados, por orientação do então presidente, José Sarney, e foi mantida nas notas de real por determinação de Fernando Henrique Cardoso, então ministro da Fazenda.
O responsável pelas características das cédulas é o Conselho Monetário Nacional, que tem entre seus membros o presidente do BC. 
A Procuradoria pede que a União comece a imprimir as cédulas sem a frase em até 120 dias. Pede ainda que haja uma multa simbólica de R$ 1 por dia de descumprimento.


Em assim sendo, venho declarar que tal posição é por demais inoportuno não só ao cardeal dom Odilo Scherer, mas, também à nós outros que tentamos por toda a força manter a alusão em questão. A retirada do dizer ao meu ver é desnecessário, porém obrigatório, uma vez que alguém venha questionar, mesmo que 25 anos depois de a inclusão do texto, ou 24 anos depois da promulgação do art. 19 da constituição federal, "de repente pode surgir aí a pergunta, (porque só agora?)" porém, isso não vem ao caso, tendo em vista, de só agora tal polêmica ter sido criada. Se é sabido que esta não foi a primeira, muito menos será a última criado em torno do assunto. Eu mesmo já me opus a retirada, contudo, ao ver o que rege à constituição, acabei por me conformar, tendo em vista a inconstitucionalidade do texto. É bem verdade que nem tudo o que se vê acontecer nesse país seja constitucional, mas, não é por aí que vamos corrigir os erros cometidos.














***FRANCIS DE MELLO***

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

"DEPRESSÃO; UM SINTOMA QUE ESTÁ TENDO MAIOR RELEVÂNCIA JUNTO À SOCIEDADE, EMPRESAS, ONGs E IGREJAS EM TODO PAÍS"




Aumentam a quantidade de Ministérios Religiosos que ajudam mulheres em depressão.


A depressão é um mau que ataca as pessoas de modo em que elas menos esperam.
































Viajei o Brasil de norte a sul em minha jornada Missionária, e tenho encontrado diversas pessoas com a chamada doença "DEPRESSÃO", ao decorrer do tempo em que me dispus ao trabalho missionário voluntário me levou a fazer um aprofundamento dentro da Bíblia, para tentar entender o que leva uma pessoa a sofrer de tal mau. Contudo, mesmo depois de muito estudo, não consegui encontrar nem entender muito bem o que faz uma pessoa a ficar depressiva o que não seja a chamada falta de conhecimento/estudo, pois de acordo com a palavra de Deus vemos diversos pontos em que a Bíblia nos fala sobre a falta de conhecimento/estudo, nos leva a males que o próprio corpo não suportaria, bem como, essa falta, também nos leva à fragilidade espiritual e consequentemente nos causa o chamado transtornos espirituais.
Ora, se uma pessoa não tem conhecimento/estudo de certo assunto, jamais terá como discutir, dialogar, falar e até se defender quando necessário for. Veja o que disse o Profeta Isaías; "
Portanto o meu povo será levado cativo, por falta de entendimento; e os seus nobres terão fome, e a sua multidão se secará de sede. Isaías 5:13". Diante desse comentário e alerta do Profeta, é que devemos entender que o homem sem preparo jamais chegará a lugar algum. Confira o que disse o escritor do Livro aos Eclesiastes; "E apliquei o meu coração a esquadrinhar, e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; esta enfadonha ocupação deu Deus aos filhos dos homens, para nela os exercitar. Eclesiastes 1:13". Pelo que se sabe, este escritor fora o Sábio Salomão, e vejam que ele não se exime tão pouco se exitou em dizer que fez de tudo para ter o chamado conhecimento/estudo sobre os homens num todo na face da terra.
Muito bem, assim sendo passamos a compreender que o o estudo é a base fundamental da vida humana no geral, oque nos leva a entender que os fracos de estudos/conhecimentos, são os que mais sofrem de alguma espécie de mau, tanto na área da saúde, quanto no que se diz respeito à trabalho e condição social e financeira. Logo, todos os que temos visto e conhecido com o tal mal depressivo, são exatamente as pessoas que são fracos no que diz respeito ao chamado estudo. 99% ou mais dos que adquiriram a expressão doentia depressiva, estão enquadrados na falta de estudos. Quando não são analfabetos, são semi. O que nos leva a entender que no país existam um grande número de pessoas depressivas, e, que inspiram cuidados expressivos, tanto na área educacional quanto a financeira, e isso só se pode resolver se os governos federal estaduais e municipais, se atentarem para esse fator com mais veemência.
Sabemos que muito já se avançou, contudo, ainda falta muito para se chegar num conceito melhor e de mais qualidade em nosso país. 

Vemos que, do norte ao Sul do País aparecem mulheres deprimidas por desilusão amorosa, gravidez indesejada ou outras causas maiores. E este caso de depressão, não só tem atacado as mulheres e meninas, mas também muito homens tem sido vítimas de tal problema. Claro que as causas são quase que idênticos, mas grande parte desses homens tem sofrido exatamente por falta do chamado estudo/conhecimento.

Trabalhos sociais empregados por empresas, ONGs ou Igrejas estarão sempre em evidência na sociedade. É alta a taxa de mulheres e seus correlatos familiares estarem com alguma debilidade emocional ou física. Em Minas Gerais, São Paulo ou Brasília a preocupação com a família não é diferente surgindo assim Ministérios específicos para combater os males que atacam a sociedade de hoje.
Segundos dados do IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a gravidez na adolescência ainda é um dado preocupante. A taxa de fecundidade médias das brasileiras apresenta desigualdades sobretudo em função da escolaridade.
É por meio de resultados como este que várias instituições se destacam pela preocupação corrente com aqueles sem condições sócio-educativas.
Podemos citar várias empresas que tem como “código empresarial” a ajuda humanitária e outros eventos que empregam socorro a pessoas sem qualquer condição financeira. Meios de comunicação também estão presentes nestes fatos humanitários tão importantes da sociedade.
A Rede Globo possui destaque em todo território nacional com o projeto “Criança Esperança”. Já o SBT possui o “TeleTon” que é de suma importância para as crianças com alguma debilidade física ou até mesmo psicológica. Além de grandes redes de televisão a Igreja de Deus também possui ótimos trabalhos sociais direcionados a família, já que esta é à base de qualquer sociedade. 
Em Minas Gerais existe o projeto AMGI(Apoio a Mulheres numa Gravidez Indesejada) da igreja Batista da Lagoinha. Em Brasília será criado o 12MGC(12 Meses de Graça com Conhecimento) que tem como alvo treinar vários líderes em todo território nacional para divulgação de princípios familiares, como educação de filhos e casamento.
Estas lideranças estão aparecendo em todo Brasil pela alta porcentagem de crescimento de abortos, desestruturação familiar, depressão feminina e outros males. Não é apenas a falta de princípios que afetam o Brasil, mas a falta de apoio do governo brasileiro. O desemprego cresce a cada dia e junto com ele a desestabilização financeira de várias famílias na nação.
A carência de trabalho é um grande responsável pelo aumento depressivo de uma sociedade.
Mesmo sem apoio governamental é importante a Igreja Evangélica se levantar para tratar destes e outras dificuldades. Não é preciso muito investimento para dar início, apenas a boa vontade e anseio por ver um país mais saudável.











***FRANCIS DE MELLO***

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

'SOBRE O FINAL DO MUNDO, OU A VIDA DE CRISTO PARA ARREBATAR SUA IGREJA; VEJAM QUANTAS ABERRAÇÕES'




Jesus vai voltar entre 2018 e 2028, afirma presidente mundial das Sociedades Bíblicas.








Jesus vai voltar entre 2018 e 2028, afirma presidente mundial das Sociedades Bíblicas









Em meio às especulações de que o fim do mundo ocorrerá no dia 21/12/2012, segundo o calendário maia, o presidente mundial da Sociedade Bíblica resolveu refutar as previsões e estabelecer um período em que Jesus arrebataria os fiéis e retornaria ao mundo.
Aos 86 anos de idade, o doutor F. Kenton Beshore afirmou que acredita que Jesus retornará à Terra entre 2018 e 2028, baseado em estudos feitos durante toda a sua vida.
Segundo Kenton Beshore, a fase atual, com crises econômicas em diversos países do mundo, está desenhando o cenário ideal para a propagação do evangelho: “Haverá 144 mil judeus durante a Tribulação que voltarão para o Senhor. Agora, todos nós estamos indo embora (após o Arrebatamento). Mas se levarmos as Escrituras judaicas em suas mãos agora, o Espírito Santo vai revelar-se a eles no momento certo. Eles podem ter colocado as Escrituras de lado, mas eles vão lê-las, voltar para o Senhor e conduzir bilhões e bilhões para Jesus”, afirmou num comunicado.
Beshore começou seu ministério aos 19 anos de idade e alcançou cinco graus de doutoramento em teologia, sendo atualmente o líder mundial das organizações de Sociedades Bíblicas em todo o mundo.
Anteriormente o pós doutor em teologia já havia lançado um livro sobre o tema, intitulado “Quando ocorrerá o Arrebatamento”, onde afirma que é importante que ocorra um despertar espiritual em massa, e de acordo com o Christian Post, cita passagens do livro de Apocalipse como fonte de cálculo para se aproximar da data em que o arrebatamento e a volta de Cristo ocorra.
O doutor Beshore aponta ainda citações do livro de Mateus como fonte de seus estudos: “A parábola da figueira é uma profecia do renascimento da nação de Israel. A frase grega ‘panta tauta’ que é traduzida como ‘todas essas coisas’ refere-se ao princípio das dores (Mateus 24:8). Jesus estava dizendo, com efeito, que quando você vê as dores de parto – Primeira e Segundas Guerras Mundiais, fomes, pestes e terremotos – você vai saber que seu retorno se aproxima. A genea, palavra grega que é traduzida como ‘geração’, significa literalmente, ‘aquele que nasceu’. Jesus disse que este ‘nascido’ (nação de Israel) vai estar em existência quando Ele voltar”, teoriza, fazendo alusão à época do estabelecimento do Estado de Israel, em 1948, pela Organização das Nações Unidas.

Oras, se não acertaram nem o estudo sobre os tais códigos que disseram existir na bíblia sobre a vitória nas eleições dos EUA, do candidato 
Mitt Romney como próximo presidente americano, como acertariam sobre a vinda de Jesus para buscar sua Igreja, ou sobre o final do mundo?

Vejam o que diz; O estudioso judeu Moshé Aharón Shak gravou uma série de vídeos na qual explica um suposto código presente na Torá (Bíblia hebraica), que indicaria que o mórmon Mitt Romney, candidato a presidência dos EUA, será o próximo presidente do país.
Shak é um judeu ortodoxo e autor do livro “Bibles Codes Breakthrough”, no qual defende que os códigos da Bíblia, são mensagens secretas embutidas no Torá, os cinco primeiro livros do Antigo Testamento, que revelam informações sobre o passado e assim como o futuro.
Segundo Shak, que é engenheiro mecânico em Montreal, Canadá, as mensagens são decifradas quando se utiliza um computador para buscar em um ritmo determinado, por exemplo, cada letra hebraica quarta ou quinta dentro de uma matriz dada.
- A matriz se encontra em Deuteronômio capitulo 28, versículos 13 e 14 – explica o estudioso, que detalha ainda: – Encontramos seu nome, apelido, dia e mês de nascimento, e o termo ‘presidente’. Quinze termos que consistem em 85 cartas se encontram contando uma história fascinante.
- Os códigos nos dizem: um presidente adequado – explica ainda, ao afirmar que o código explica ainda o tipo de líder que o suposto futuro presidente será no país. Segundo ele, o nome de Romney está associado com a frase, “o homem (é) para Ele” em referencia ao Mestre do Universo.
De acordo com informaçoes do WND, o site BibleCodesDigest, está fazendo uma série de análises nos vídeos de Shak, e declarou que “embora ele afirme que a pesquisa é realizada utilizando a metodologia estabelecida e guiada por princípios científicos, há duas advertências importantes que devem ser compreendidas”. A primeira dessas advertências seria a de que as interpretações dos códigos podem estar defeituosas, e a segunda é que os códigos não descobertos podem lançar mais luz sobre a intenção de uma matriz.
- Em contraste com as crenças de Shak, BCD considera que os códigos atuais e conhecidos pontos de vista podem ou não ser verdade. (…) Por exemplo, um código como Romney será o presidente poderia ser: (1) um fato ou (2) uma opinião do que pode acontecer. Se os códigos apresentam somente os fatos, então você pode usar para fazer previsões. No entanto, se os códigos podem ser um fato de uma opinião, não pode ser usado para fazer previsões confiáveis – diz o site.
- Nesse caso, o propósito dos códigos é a de servir como prova de que a Bíblia foi escrita por uma inteligência que conhecia o futuro, quando a Bíblia foi escrita. No entanto, o futuro pode ser a crença de muitos (antes da eleição) que Romney será o presidente ou quem será o presidente – conclui o BibleCodesDigest.
Nesse caso o o doutor F. Kenton Beshore, bem como O estudioso judeu Moshé Aharón Shak, se esqueceram de estudar o porque Jesus menciona; "Quanto, porém, ao dia e a hora, ninguém sabe, nem os anjos nos céus nem o filho, senão o Pai; Marcos 13; 32". O que neste caso eles não estão dando crédito nas palavras de Jesus, e, sim, em suas façanhas estudiosas, ainda se esquecendo de que o Apóstolo Paulo declara aos Corintos. 
"Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus.
Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.
Porque, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados.

Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes;
E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são;


Para que nenhuma carne se glorie perante ele. 1 Coríntios 1:24-29".

Se o Apóstolo declara tais palavras, não há razão nem motivos que nos leve a crer que homens estudiosos tenham como se antecipar as predições de Jesus, muito menos as do próprio Apóstolo, que a Bíblia afirma ser ele um letrado e conhecedor das leis terrenas quanto as divinas. 
Logo seria loucura deixar de acreditas nas verdades expressas e praticadas por nosso grande Mediador entre Deus e os homens, que é Jesus.
Vejam as tantas ESPECULAÇÕES SOBRE O FIM DO MUNDO;  fim do mundo, O FINAL DO MUNDO"FIM DO MUNDO, TEM NOVOS"O MUNDO IRÁ REALMENTE ACABAR? Nesse blog, você navegará e verá tantas outras mentiras e fantasias sobre a volta de Jesus, e uma suposta data dando referências sobre fatos da grande vinda do Mestre e final do mundo.









***FRANCIS DE MELLO***

domingo, 4 de novembro de 2012

"O AMOR E SEU VERDADEIRO PODER E BENEFÍCIO"



Quando o amor é verdadeiro, ele é inocente, cúmplice, coerente e eterno!





O PODER DO AMOR
Amai os vossos inimigos, e orai pelos
que vos maltratam e vos perseguem. - Mateus 5:44


Fyodor Dostoevsky conta a história dos irmãos Ivan e Alyosha Karamazov. Alosha é um devoto seguidor de Cristo; Ivan é um céptico.
À medida que a história se desenrola, Ivan encontra o irmão num café. Numa tentativa de minar a fé de Alyosha, ele recita um poema longo que ele escreveu acerca do Grande Inquiridor. Nesse poema, o Inquiridor censura Jesus pela Sua decisão de conceder livre arbítrio aos seres humanos, trazendo portanto tanta dor e sofrimento para o mundo.
À medida que o Grande Inquiridor finaliza o seu argumento, Ivan descreve Jesus, como não tendo nenhuma resposta. Em vez disso, Jesus caminha para o Inquiridor e beija-o. Ivan espera que Alyosha veja isto como um ato irracional. Mas quando ele acaba de falar, Alyosha, imitando Jesus, inclina-se para a frente, e beija Ivan.
O profundo gesto de Alyosha muda completamente a cena, pois representa o triunfo do amor sobre a dúvida e o cepticismo. O amor excede toda a objeção. Nenhum argumento lógico pode derrubá-lo.
É por causa disso que Jesus chama-nos para amar os nossos inimigos, e para fazer o bem àqueles que nos maltratam e nos perseguem (Mateus 5:44). O amor, e não o argumento racional, triunfa sobre o ódio. A bondade de Deus revelada no nosso amor chama as pessoas ao arrependimento.

É melhor dar aos inimigos de inimigos um ponto dentro de nós em nosso
coração, ao em vez de nossa mente repelta de impurezas!

Quando estamos com nossas mentes ou coração dolorida por alguma razão, mais propriamente dito, por ter sido machucado com palavras desafetuosas, é normal que nos sentimos magoados, tristes amabatidos e com nosso coração dolorido por tantos desconfortos humanitário.
Contudo, nós como cristãos que dizemos sermos, temos e devemos ter a obrigação em saber entender que por algum outro motivo tenhamos sidos chacoalhados pelos braços do destinos, mas nunca houve, não há nem haverá razões que nos leve à pagar ao nosso próximo de igual modo que este braço nos tenha tratado até o presente momento! 

L E M B R E - S E ! ! !

"Uma mágoa não é motivo pra outra mágoa.
Uma lágrima não é motivo pra outra lágrima.
Uma dor não é motivo pra outra dor.
Só o riso, o amor e o prazer merecem revanche.
O resto, mais que perda de tempo... é perda de
vida."

Lutas
...“Ao anoitecer, pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã” (Salmos 30:05b)

Primeiramente, quero pedir perdão aos nossos amados leitores, fiéis e que provavelmente perceberam que ultimamente estamos tendo dificuldades em postar normalmente. Todos os membros do Efésios 2:22 estão passando por alguns momentos complicados de suas vidas, sejam elas na área profissional, familiar, etc, etc, etc. Mas claro que isso não é para se tornar uma desculpa, apenas uma explicação a vocês!
As lutas são uma constante em nossa vida, na sua vida, na minha vida, na vida do pastor, na vida do líder, na vida de quem quer que seja, cristão ou não. Não podemos fugir dela. O diferencial em nós cristãos, é a maneira com a qual lidamos com as lutas e provações do dia a dia. Será que nos irritamos facilmente? Será que jogamos tudo pro alto, gritamos e blasfemamos quando as coisas não saem da maneira como planejamos?


“E não somente isto, mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança, e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança” (Romanos 5:3-4)

É nesse versículo que deveríamos focar quando as coisas não vão como a gente espera: as tribulações pelas quais passamos de vez em quando, tem de ser enfrentadas de tal forma que se torne em perseverança, perseverança de tentar fazer as coisas melhores, produzindo assim experiência, e a experiência nos leva a esperança de dias melhores em nossa vida.

Fazendo uma pesquisa na internet, sabe quantas vezes aparece a mesma frase sobre tribulação, num único Salmo??? Aparece quatro vezes a mesma frase, idêntica. Isso não é por acaso, creio que nessa frase, está a chave para nosso tempo de tribulações.

Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações” (Salmos 107: 6, 13, 19, 28)

Se o autor desse Salmo clamou ao Senhor por auxílio, e obteve resposta, não será muito diferente conosco, basta termos um coração disposto a buscar o melhor de Deus para as nossas vidas. E as vezes o melhor de Deus, não é exatamente aquilo que temos sonhado ou planejado. Mas ainda assim continua sendo o melhor de Deus, um presente!
É claro que o tempo de Deus não é o nosso tempo. Como vivemos num mundo totalmente imediatista, sofremos muito com a aparente demora de Deus pra responder ao nosso clamor. Mas tenhamos bom ânimo, Deus não esquece de Seus filhos, ainda mais quando eles clamam incessantemente.

“Ou qual dentre vós é o homem que, se porventura o filho lhe pedir pão, lhe dará pedra? Ou, se lhe pedir um peixe, lhe dará uma cobra? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?” (Mateus 7:9-11)

Deus o melhor amigo!!!
Quando nos sentimos desanimados, tristes, abatidos, desolados e sozinhos, devemos entrarmos em um lugar 100% isolado, sem nenhum barulho, nos ajoelharmos ou até mesmo nos assentarmos  e aí então falarmos com Deus!
Falarmos com Ele como se estivéssemos falando com um amigo visível, ou seja de carne e ossos!
Mas, devemos então se nos assentarmos, prepararmos então um lugar especial para que este amigo especial se assente à nossa frente!
E não agora comecemos a falar com Ele, contar o que realmente esteja nos acontecendo de verdade, é preciso que digamos à Ele que Ele é nosso único amigo e que não temos mais ninguém em quem possamos confiar!
Contar o que nos aflige, o que esta realmente nos deixando triste, ou o que aconteceu para que nos tenha deixados triste, se não soubermos, for um vazio que esteja dentro de nosso interior, devemos então pedirmos humildemente para que Ele preencha esse vazio.
Amigos, sei que vocês podem achar estranho isso que estou dizendo, mas, ocorre que sou seu mais novo amigo, tenho certeza que você tem amigos mais antigos em sua página ou perfil, eu cheguei semana passada, então não ha motivos para você  acreditar no que digo, mas, faça apenas um teste, fale Com Deus, conte à Ele o que você  está sentindo agora nesse momento.


Revelações.

"Certamente o Senhor DEUS não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas". - Amós 3:7
Na Igreja Contemporânea, muito se fala sobre os dons de Deus. Muito se prega sobre o derramar desses dons e que Deus vai realizar grandes obras nestes últimos dias através de unção específica para os dons de Deus. As pessoas são incentivadas a orar pedindo dons ao Senhor e elas o fazem, o fascínio por desenvolver o dom espiritual é algo que tomou conta da Igreja de Cristo neste tempo.
Mas é preciso se fazer uma pergunta de suma importância: para que servem os dons? Não quero neste devocional discorrer sobre a forma de uso de cada dom espiritual, mas quero externar algo que aprendi nos últimos dias. A Palavra de Deus nos diz que não fomos nós quem escolhemos a Jesus, mas Ele nos escolheu para que nós possamos frutificar (João 15:16). A Bíblia também fala sobre desenvolvermos os cinco ministérios que movimentam a Igreja nesta Terra (Efésios 4:11 e 12). Portanto, fica claro que os dons de Deus é para movimentarmos o Reino com nossos ministérios e frutificar ao Senhor.
O texto-chave deste devocional foi me trazido a memória pelo Senhor após uma noite de sono agitada, muito agitada. Em que tive um sonho conturbado e, a princípio, extremamente confuso e sem grande significado. Isso ocorreu por duas noites seguidas, com sonhos distintos e temas também diferentes. Então decidi que era momento oportuno para orar a Deus e buscar o porquê destes sonhos, foi então que o Espírito Santo me trouxe a mente o texto de Amós.
Queridos, muitas vezes passamos horas orando a Deus clamando por dons de línguas, de profecias e tantos outros e, na prática o Senhor já nos deu, só que não enxergamos o mover de Deus. Não exercemos o Ministério através dos dons pelo simples fatos de que, com fortalezas em nossas mentes devido a cultura cristã, imaginamos que revelação é advinhação, profecia precisa se iniciar com: "Assim diz o Senhor". 
"Assim diz o Senhor". E muitas vezes sofremos porque não exercemos os dons que o Senhor nos depositou as mãos.
Dom não é feito para utilizarmos a nosso bel prazer e também para satisfazer nossos egos. É um intrumento muito útil na nossa vida ministerial e, como Deus me mostrou através dos sonhos trazendo revelações sobre problemas futuros para que eu me posicione e resista firmemente e exerça meu chamado ministerial (porque o sonho trata basicamente disso), todos os nossos dons devem ser usados para que nos posicionemos diante dos problemas da vida e possamos frutificar.
E, o dia em que o povo de Deus, entender o significado e a maravilhosa graça que o texto de Amós nos permite, iremos sofrer muito menos. A Bíblia fala que Ele não faz nada sem revelar antes algo a seus servos, os profetas. Como igreja, somos chamados para profetizar vida, profetizar salvação, profetizar cura, e Deus trará a revelação aos nossos corações. "Pai, em nome de Jesus nos colocamos diante de Ti com nossos dons, para usá-los a partir de hoje em nossa vida ministerial, para que possamos frutificar para Ti e teu reino. Óh Senhor, cremos que tu há de nos revelar seus planos e, sabemos que este é o teu desejo. Nos perdoa porque não usamos os dons que o Senhor nos presentou da forma correta, porque temos sido omissos e egoístas. Ajuda-nos a nos posicionar e movimentar o teu reino com nossas ferramentas dadas por ti. Em nome de Jesus. Amém."
No amor do Pai!
Temos aprendido a profetizar em terra seca e a acreditar no poder da graça e da misericórdia de Deus. Ela nos capacita a viver os sonhos de Deus. O deserto faz parte da rota de treinamento e foi Deus quem fez o programa. Não tente fugir da rota divina, mas dedique-se em aprender o que o Senhor está ensinando neste tempo de solidão e silêncio. Jó sentiu o que você está sentindo e desabafou: "Ah, se eu soubesse onde encontrá-lo, e pudesse chegar ao seu tribunal! Exporia ante ele a minha causa, e encheria a minha boca de argumentos. Saberia as palavras com que ele me responderia, e entenderia o que me dissesse" (Jó 23.3-5). Não desanime. Este pode ser um período de profundo tratamento. Desprovidos de qualquer recurso ou segurança nos tornamos mais receptivos e sensíveis ao que Deus está realizando. Não permita que a escola divina endureça o seu coração a ponto de prolongar a sua jornada além do necessário. O povo de Israel fez isso. O que poderia ter sido uma breve viagem, tornou-se uma caminhada para a vida inteira. Eles permaneceram andando em círculos, porque não souberam aproveitar o momento de Deus e as oportunidades que Ele estava criando para ensiná-los a viver no sobrenatural. Havia um caminho aberto por Deus rumo à Terra prometida, mas eles não o conheceram, até que foram guiados pela arca do Senhor. "Para que saibais o caminho pelo qual haveis de ir, porquanto por este caminho nunca dantes passastes" disse o Senhor a Josué (Js.3.4). Saiba que o Anjo do Senhor está acampado ao seu redor, disponível para guiar os seus passos até a terra dos seus sonhos. Assim diz o Senhor: "Eis que eu envio um anjo adiante de ti, para guardar-te pelo caminho, e conduzir-te ao lugar que te tenho preparado" (Ex.23.20).

O interessante de tudo o que aqui descrevo é uma pequenina demonstração do amor real de sobrevivência no dia a dia, contudo, sabemos que por todos os caminhos em que tentemos andar ou caminhar, ou até mesmo percorrer, encontraremos todas as especies de amor. Porém o único amor sincero e perfeito é aquele em que vimos na figura a cima, onde uma criança diz para a outra que a ama, e é indagado se o amor é como o dos adultos, e a resposta sai com a mais pura e sincera naturalidade. "NÃO, DE VERDADE". Oras, no submundo da humanidade adulto, o real amor parece ter desaparecido ao decorrer dos anos, décadas, séculos e dai por diante. Parece até que aquele antigo amor não existe mais, ou esteja em extinção, o que significa dizer, que quando falamos à alguém que o amamos, não soa muito bem o "EU TE AMO", ou pelo menos não se é transmitido a devida confiança e demonstração desse amor!







***FRANCIS DE MELLO***

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

"31 DE OUTUBRO É COMEMORADO POR EVANGÉLICOS DO TODO O MUNDO DO DIA DA REFORMA PROTESTANTE POR MARTINHO LUTERO"












Evangélicos do mundo todo lembram hoje o início da Reforma Protestante.








Com suas teses, Martinho Lutero mudou a história 495 anos atrás. Evangélicos do mundo todo lembram hoje o início da Reforma Protestante Em 31 de outubro é comemorado por evangélicos de todo o mundo o dia da Reforma Protestante. Em 1517, um dia antes da festa católica de “Todos os Santos”, o monge agostiniano Martinho Lutero pregou publicamente suas 95 teses, na porta da Catedral de Wittenberg (Alemanha). Seu apelo era por uma mudança nas práticas da Igreja Católica, por isso o nome “Reforma”.
A iniciativa teve consequências por toda a Europa, dividiu reinos, gerou protestos e mortes. E mudou para sempre a Igreja. Para alguns, Lutero destruiu a unidade do que era considerada “a” igreja, era um monge renegado que desejava apenas destruir os fundamentos da vida monástica. Para outros, é um grande herói, que restaurou a pregação do evangelho puro de Jesus e da Bíblia, o reformador de uma igreja corrupta. O fato é que ele mudou o curso da história ao desafiar o poder do papado e do império, e possibilitou que o povo tivesse acesso à Bíblia em sua própria língua. A principal doutrina de Lutero era contra o pagamento de penitências e indulgências aos lideres religiosos. Ele enfatizava que a salvação é pela graça, não por obras.
Conta-se que muita coisa mudou dentro daquele monge até então submisso ao papa quando, em 1515, Lutero começou a dar palestras sobre a Epístola aos Romanos. Ao estudar as Escrituras se deparou com o primeiro capítulo de Romanos, que decretava “o justo viverá pela fé”. Desvendava-se diante dele o que é conhecida como “justificação pela fé”, ou seja, a justificação do pecador diante de Deus não é por um esforço pessoal, mas sim um presente dado àqueles que acreditam na obra de Cristo na cruz. O movimento encabeçado por Lutero ocorreu durante um dos períodos mais revolucionários da história (passagem da Idade Média para o Renascimento) e mostra como as crenças de um homem pode mudar o mundo.
A controvérsia acabou sendo, segundo historiadores, maior do que Lutero pretendia ou imaginara. Porém, ao atacar a venda de indulgências por parte da igreja, acabou opondo-se ao lucro obtido por pessoas muito mais poderosas do que ele. Segundo Lutero, se era verdade que o Papa tinha poder de tirar as almas do purgatório, devia usar esse poder, não por razões egoístas, como a necessidade arrecadar fundos para construir uma igreja, mas simplesmente por amor, e devia fazê-lo gratuitamente. A idolatria aos santos também foi um dos grandes pontos de discórdia com os lideres católicos.
A maioria dos historiadores concorda que Lutero teria tentado apresentar seus argumentos ao Papa e alguns amigos de outras universidades. No entanto, as teses colocadas na porta da Catedral de Wittemberg e os muitos argumentos teológicos impressos e distribuídos por ele nos meses seguintes, acabaram se espalhando por toda a Europa, fazendo com que ele fosse chamado ao Vaticano para se retratar perante o Papa. A partir de então, entrou abertamente em conflito com a Igreja Católica. Acabou excomungado em 1520, pelo papa Leão X. Alegava-se que ele incorria em “heresia notória”. Devido a esses acontecimentos, Lutero temendo a morte, ficou exilado no Castelo de Wartburg, por cerca de um ano. Durante esse período trabalhou na sua tradução da Bíblia para o alemão, resultando na impressão do Novo Testamento em setembro de 1522.
Sobre o legado de Lutero, o famoso pastor Charles Spurgeon escreveu: “Lutero aprendeu a ser independente de todos os homens, pois ele lançou-se sobre o seu Deus! Ele tinha todo o mundo contra ele e ainda viveu alegremente. Se o Papa excomungou, ele queimou a bula de excomunhão! Se o Imperador o ameaçou, ele alegrou-se porque se lembrou das palavras do Senhor: “Os reis da terra se levantam, e os príncipes dos países juntos. Aquele que está sentado nos céus se rirá” (Salmo 2). Quando disseram-lhe: “Onde você vai encontrar abrigo se o Príncipe Eleitor não protegê-lo?”. Ele respondeu: “Sob o escudo amplo de Deus”. Lutero não podia ficar parado. Ele tinha que escrever e falar! E oh, com que confiança ele falou! Abominava as dúvidas sobre Deus e as Escrituras!”
Para algumas vertentes do catolicismo, os protestantes são hereges. Para outras, “irmãos separados”. O movimento originado por Lutero ficou conhecido como Protestantismo e seus seguidores como “protestantes”. O termo é pouco comum no Brasil, onde se prefere usar “evangélicos”.




Informações são do Protestante Digital.




Conheça as 95 teses aqui.







***FRANCIS DE MELLO***