Follow by Email

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

"REVELAÇÃO E PROFECIA; PALAVRAS QUE TEM CONFUNDIDO A MUITOS CRISTÃOS"

Como será que o povo cristão evangélico tem encarado o termo "REVELAÇÃO e PROFECIA?"



Se algum cientista pelo seu estudo lógico prevê um possível efeito estufa, ou o próprio colapso do planeta, ninguém hoje pode questionar. A ciência já acredita que toda criação cosmológica foi originada por um ser inteligente que entende de geometria, matemática e física. As leis naturais são plenamente comprovadas pela ciência. Todo o cosmo foi criado debaixo do controle das leis da natureza. As quatro forças da natureza são esplêndidas dentro da criação. A força eletromagnética, a força de interação forte, a força de interação fraca e a força gravitacional que é a mais cotidiana. Pergunta: Tudo isto foi desvendado pela inteligência racional ou encontramos alguma fagulha da revelação divina? É importante destacar o conceito de revelação. Na maioria das vezes o conceito é enquadrado somente no campo da fé religiosa. Leva-se mais para o lado mítico e no sentido mais extremado para a dimensão do ilógico. A palavra revelação no grego é apokalipsys e significa desvelamento. Quando se trata de desvelamento devemos levar em consideração dois pontos fundamentais: 1. A revelação acontece dentro do tempo, no chronos – onde estão os eventos. 2. Deve-se levar em consideração a transcendência e a imanência do Eterno. A história humana e o seu progresso dependem da transcendência e imanência divina na mente do Logos Preexistente. Nada acontece por acaso. Nicolau De Cusa (1401-1464), sacerdote e teólogo, já tinha traçado todo o plano heliocêntrico de nosso sistema planetário. Sem deixar de esquecer-se de Aristarco de Samos no século III a.C.. Esse homem visionário já previa em sua época a heliocentridade de nosso sistema planetário. Para a época ele era considerado mais um bruxo do que um cientista. Sendo assim, a consolidação das leis físicas do comportamento mecanicista do universo veio se caracterizar plenamente em Isaac Newton (1642-1727) – 200 anos depois de Nicolau De Cusa? Porque duzentos anos depois? Veja que quase duzentos anos depois de Newton surge a teoria da relatividade de Albert Einstein (1879-1955). A nossa mente recebe o desvelamento paulatinamente e se manifesta na prática histórica da criação através de eventos que se evidenciam no comportamento humano e nas descobertas científicas. Temos muito ainda para descobrir e o Eterno para nos revelar. Não estamos desconectados da transcendência divina e da Preexistência do Logos. O homem não é um robô, pois suas intuições não são cegas. Contudo, a revelação acontece na história e, é histórica. Precisamos entender que a revelação apesar de ser algo que tem relação com o transcendente não é abstração ininteligível. A revelação não deve ser interpretada a partir apenas da dimensão metafísico-platônica do mundo das idéias. Pode ser pensada intuitivamente e baseada no pressuposto de que nossa estrutura cognitiva é dotada de uma consciência espaço-tempo racional.
Acredito que em matéria de filosofia clássica os filósofos atualmente ainda estão buscando entender o que significa ser à realidade metafísica em relação às idéias de Platão. Percebo que Platão nunca pensou da forma como alguns interpretam sua visão de mundo das idéias. Tudo começou na Ilha de Patmos, na Ásia Menor, no final do I século. O homem mais próximo do Messias foi o apóstolo João que estava matriculado na Escola Profética Ambulante. O aprendiz João conheceu grande parte do mistério do Messias de Nazaré da Galiléia. A revelação da Preexistência do Logos foi apresentada por este magnífico apóstolo: “No princípio era o Logos, e o Logos estava com o Eterno, e o Logos era divino”. Após a morte, ressurreição e ascensão do Messias, esse homem entrou em profunda crise quando foi exilado numa Ilha devido à brutal perseguição romana. O imperador Domiciano não perdoava a ação da pregação do Evangelho no mundo. Quase todos os apóstolos foram decapitados e esse apóstolo escapou vivo, porém o exilaram na Ilha de Patmos. A revelação mais fulminante do cenário histórico do I século surge neste instante crucial e circunstancial de sua história. A Ilha, o apóstolo e a revelação. As cortinas do Apokalipsys se abrem e tem endereço assegurado. Acontece em um ambiente geográfico, e é dirigida a alguém em profunda crise de incertezas. Essa experiência profética na forma de ultimato acompanha as piores atrocidades que irão ocorrer na comunidade mundial quanto à devastação do Planeta e por último o seu fim cósmico. O que está revelado no apocalipse não é mito, não é lenda, não é simbolização, mas é a pura realidade que revela as últimas coisas que já agoniza e perturba a comunidade de nosso Planeta. É preciso despertar a comunidade mundial, seja ela formada por cristãos, agnósticos ou de sentimento niilista. A realidade apocalíptica já se aproximou e que os dias do Planeta Terra estão todos contados. É preciso que todos os líderes políticos e religiosos, e cientistas céticos, atentem para a revelação do Texto das Escrituras, e finalmente a todos que governam as nações.


Wolfhart Pannenberg é, certamente, o teólogo protestante que mais atenção dá à relação entre fé e razão na teologia contemporânea. Alguns de seus críticos, inclusive, o acusam de racionalista. Todavia, é necessário esclarecer que há grande diferença entre buscar dar razão à fé, que é o cerne do trabalho deste autor, e tentar racionalizar a fé. Para ele, o cristianismo deve sempre argumentar, sem nunca se furtar a prover respostas ao mundo através de um esforço conceitual.
Nascido em Berlim, na Alemanha, em 1928, ele foi criado numa família cristã, através da qual concebeu o compromisso com o estudo da teologia. Sua conversão, conforme ele próprio conta, não ocorreu a partir de uma experiência única, mas de uma série de experiências, cuja mais marcante ocorreu no início de janeiro de 1945, aos 16 anos, quando voltava a pé de uma aula de piano e, ao ver outro extraordinário pôr-do-sol, ele tomou consciência de sua própria existência humilde e finita. Alguns meses antes, ele havia escapado por pouco de um bombardeio americano à cidade de Berlim durante a Segunda Guerra Mundial. Pannenberg assim narra sua posterior tomada de consciência deste acontecimento:
“Eu não sabia, à época, que 6 de janeiro era o Dia da Epifania, assim como não me dei conta de que naquele momento Jesus Cristo havia reivindicado a minha vida como uma testemunha da transfiguração deste mundo, iluminado pelo poder e julgado por sua glória. Mas aí começou um período de ânsia para entender o sentido da vida, e uma vez que a filosofia não parecia oferecer respostas para o final dessa busca, eu finalmente decidi provar a tradição cristã mais seriamente do que eu havia considerado antes.”
Mais tarde, Pannenberg estudou teologia e filosofia em Berlim, a partir de 1947. Neste período, tomou contato com o pensamento de Karl Barth de quem se tornou admirador, especialmente de sua ênfase na soberania de Deus na sua revelação. Em 1950, ele foi à Basiléia para estudar à sombra do próprio Barth. Da influência do teólogo suíço, Pannenberg nunca se livrou completamente, seja como admirador, seja como crítico contumaz.
Depois deste período, Pannenberg foi completar seus estudos teológicos na Universidade de Heidelberg. Ali sedimentou suas relações com a filosofia e a história, especialmente sob a influência de seus professores Karl Löwith e Gerhard von Rad. O próprio Pannenberg explica essas influências em seu pensamento:
“Ao mesmo tempo, eu cheguei a entender que a história apresenta o aspecto do mundo de nossa experiência, a qual, de acordo com a fé judaica e cristã, revela a presença de Deus em sua criação. Nesta descoberta, eu muito devo às palestras de Karl Löwith sobre a radicação teológica das modernas filosofias da história, bem como à interpretação de Gerhard Von Rad do Antigo Testamento.”
Em Heidelberg, Pannenberg participou da organização de um círculo de teólogos para refletir acerca da realidade de Deus a partir da experiência histórica, da tradição, da exegese crítica e, também da reflexão filosófica e teológica. Este círculo entendeu que não existe nenhuma abordagem conceitual direta a Deus e nem de Deus à realidade humana, mas que a presença de Deus está escondida nas indicações da história. Para eles, “o mesmo Deus da revelação toma lugar na história e justamente os escritos bíblicos sugerem esta chave da solução para o problema da teologia fundamental”.
Como resultado de mais de dez anos de estudos e debates, o círculo de Heidelberg publicou em 1961 uma obra programática cujo título foi Offenbarung als Geschichte [Revelação como História]. Neste livro, “colaboravam, em matéria de ciências bíblicas, Rolf Rendtorff e Ulrich Wilckens; para as ciências históricas, Trutz Rendtorff; Pannenberg (…) assinava a introdução e a síntese conclusiva”. Esta obra reflete as idéias do grupo, já preconizadas por Pannenberg num importante artigo de 1959 intitulado Event von Salvation und Geschichte [Evento da salvação e história].
Em Revelação como História, Pannenberg apresenta o livro na introdução e escreve o último capítulo, sob o título “Teses Dogmáticas da Doutrina da Revelação”, onde apresenta quatro teses: Na primeira tese, apesar de admitir a presença de alguns exemplos contrários, ele afirma que, de um modo geral, na Bíblia a revelação aparece com uma natureza indireta. Na segunda, O Antigo Testamento afirma que o conhecimento de Deus primeiro vem no olhar para a sua ação na história, assim, o conhecimento divino é mediado pelas manifestações em cujo sentido é revelado o seu governo. Já na terceira tese, Pannenberg enfatiza novamente a importância do desenvolvimento da escatologia em Israel, cujas bases estão na universalização do conhecimento de Deus. Na quarta e última tese, o caráter ancipatório da revelação. Com o aparecimento e obra de Jesus, o aspecto central da expectativa judaica – a vinda do reino – é agora operada na revelação antecipatória do governo de Deus na pessoa e na história de Jesus.
Mais tarde, Pannenberg publicou sua Systematische Theologie [Teologia Sistemática], dando forma material às premissas levantadas em seus escritos metodológicos anteriores. Sobre isso, Stanley J. Grenz afirma:
“Em sua Teologia Sistemática, Pannenberg realiza o programa indicado em seus escritos metodológicos. Ele está tentando dar uma nova direção para a compreensão teológica, a fim de combater o que ele percebe ser uma ampla privatização das crenças religiosas, em geral, e da teologia, em particular. Para Pannenberg, ao contrário, a teologia é uma disciplina pública.”
A Systematische Theologie de Pannenberg possui duas importantes características que apontam para a idéia geral de todo conjunto de seu pensamento dogmático. A primeira refere-se ao fato de que Pannenberg deseja fazer uma “teologia pública”, para tanto sua teologia dogmática tem foco na razão. A segunda característica repousa no caráter escatológico do cristianismo que aponta para o eschaton e, assim, para a esperança. A integração destes dois temas, razãoe esperança, constitui-se na linha-mestra de seu pensamento como explica o próprio Pannenberg:
“O entendimento do kerygma foi justamente de adesão à fé. A obediência da fé em relação ao kerygma seria uma ilusória auto-salvação do homem se não fosse motivado pela compreensão e, se ela não significava ser conquistado pela verdade da mensagem.”
Em suma, o pensamento de Pannenberg pode está firmado sobre um tripé básico: razão,história e prolepse. A razão é o pressuposto central de seu programa teológico, que enfatiza a possibilidade de verificação e validação da verdade. A história é o método, a linguagem pela qual esta verificação encontra lugar. A prolepse é a resposta que carrega em si o significado da antecipação histórica do futuro escatológico do mundo e da humanidade na ressurreição de Cristo.
No auge da modernidade, o Iluminismo se caracterizou como um dos maiores desafios ao pensamento teológico cristão, pois fez surgir novas categorias de pensamento que demandaram uma reviravolta nos conceitos e linguagem também da teologia. As categorias autoritativas da teologia foram destronadas pelo Iluminismo. No entender de Wolfhart Pannenberg, as respostas que se seguiram não se mostraram satisfatórias, desde a conformação da religião às categorias iluministas como foi proposto pela teologia liberal, até a proposta transcendental da teologia dialética. No que se refere ao liberalismo, Pannenberg concorda com a crítica central feita por Karl Barth sobre a necessidade da auto-Revelação divina para que o ser humano possa conhecê-lo.
Todavia, ele discorda da proposta apresentada por Barth e pelos demais teólogos dialéticos afirmando que elas não conseguem responder ao desafio iluminista, pois continuam a prover propostas inadequadas ao desafio iluminista. O iluminismo enfatizou o papel da razão em todas as coisas e, sobretudo, não se é mais possível falar de uma revelação autoritária. O próprio Pannenberg explica sua posição: “Eu me afastei da ‘teologia da palavra de Deus’ em suas várias formas hodiernas, não principalmente porque percebi que elas eram apenas a versão moderna de uma teologia da revelação autoritária”.
Desta forma, Pannenberg procurou desenvolver um sistema teológico que metodologicamente levasse em consideração o desafio iluminista, que oferecesse um paradigma para a abordagem da teologia e da revelação cristã concernente à visão de mundo moderno. Para ele, “Ao invés do estilo autoritário do pensamento teológico, a abertura, a racionalidade do Iluminismo é preferível, mas combinada com uma preocupação quanto à essência da tradição cristã”. É este o diálogo que Pannenberg propõe para a teologia cristã com o mundo moderno pós-iluminista.
Especificamente no que se refere à doutrina da revelação, Era necessário abordar o conceito da revelação de forma tal que ele pudesse ser demonstrável pela razão crítico-histórica e não apenas estivesse acessível por uma via sobrenatural. Ele rejeita duas posições importantes na teologia moderna protestante: a concepção sobrenaturalista da revelação do século XVII e a idéia de revelação como auto-revelação direta de Deus, dos séculos XIX e XX.
Para tanto, Pannenberg concebeu uma importante distinção entre revelação direta eindireta. Esta distinção baseia-se nas diferentes ênfases e significados entre uma comunicação direta e uma comunicação indireta. Na comunicação direta, há exata identificação entre o conteúdo a ser comunicado e o que é efetivamente comunicado. Na teologia de Barth, por exemplo, não há diferença entre a Palavra de Deus e o próprio Deus, entre o revelado e o revelador, por isso, é uma auto-revelação direta. Numa comunicação indireta, não há esta identificação. Para Pannenberg, a teologia da revelação direta carrega um caráter místico e autoritativo que não é aceitável ao homem no mundo moderno, pós-iluminista. Ele entende que a ênfase na Palavra da Teologia Dialética é uma espécie de positivismo revelacional.
Desta forma, Pannenberg defende a idéia de uma revelação divina indireta, que se processa na história. Ele acredita que a revelação bíblica carrega em si a idéia de uma auto-revelação indireta de Deus, que progressivamente se desdobra no mundo, começando com Abraão e que será consumada numa completa auto-revelação direta no fim dos tempos. Neste sentido, Pannenberg desenvolve esta idéia rumo à compreensão de uma teologia da história universal. Ele considerava que esta definição da revelação correspondia à necessidade de fé do homem moderno, herdeiro do Iluminismo, mas também capaz de permanecer de pé ante as investidas da razão crítica e da investigação histórica. Isto porque ele tem a firme convicção de que a revelação se expressa prioritariamente na linguagem dos fatos históricos.
Além disso, esta compreensão da revelação em Pannenberg difere-se, também, da concepção da Teologia Dialética, onde, segundo ele, o conceito de revelação era reduzido apenas ao falar divino. Ele contrapõe a esta visão a compreensão neotestamentária da revelação de Deus na pessoa e obra de Jesus Cristo como a antecipação da manifestação final de Deus na vinda e obra de Cristo:
“Por este motivo, em 1961, sob o título Offenbarung als Geschichte, uma nova interpretação do conceito de revelação foi concebida com base na variedade lingüística e nos dados bíblicos à luz da discussão do século XIX. (…) No entanto, ainda precisa ser dito que a variedade dos dados relativos à revelação bíblica não foi ainda plenamente levada em conta no desenvolvimento do conceito de teologia sistemática. Mesmo assim, o livro surgiu como um desafio à Teologia Dialética, para os adeptos tanto de Barth quanto de Bultmann, uma vez que estava a nos chamar a questionar a função básica da Palavra de Deus para a teologia, e, portanto, a base comum de todas as formas da Teologia Dialética.”
Por outro lado, Pannenberg também afirma que a proposta de Cullmann tendo Cristo como o centro da História da Salvação (Heilgeschichte), não satisfaz à necessidade de diálogo com o mundo moderno, pois o conceito traz a idéia de uma cripto-história, isto é, uma história oculta que não está acessível à mente humana por si. Por isto, ele prefere falar em uma História Universal (Universalgeschichte). E, ainda, ele entende que o conceito de “centro” é mais adequado a uma concepção cíclica de tempo. Pannenberg, então, acredita que o conceito de centrodeve estar subordinado ao de prolepse.
Assim, a compreensão da Revelação como História, em Pannenberg, nasce como uma tentativa de prover uma resposta coerente e relevante ao contexto moderno pós-iluminista, que não pode mais conceber a Revelação nos moldes tradicionais, como também é apresentada na Teologia Dialética.
Neste ponto, há que se aprofundar a abordagem dos conceitos e influências presentes no pensamento de Pannenberg acerca da Revelação como História. Em primeiro lugar, é deve-se perguntar pela dependência dos conceitos de Hegel referentes à História e, em segundo lugar, sobre a relação destes conceitos com a idéia de auto-revelação divina herdada de Karl Barth. Só então, pode-se vislumbrar o sentido final que Pannenberg dá ao conceito de Revelação como História.
1. Revelação e História Universal
O conceito moderno de História Universal é derivado da obra de Hegel. Concluindo sua exposição sobre o pensamento e a obra de Hegel em Die Protestantische Theologie in 19. Jahrhundert, Barth afirmou: “Mas, nesse caso, Hegel não teria sido Hegel, e devemos, portanto, entendê-lo como o homem foi: uma grande questão, uma grande decepção, mas também uma grande promessa”.
Para Hegel, a história é, em última análise, a autobiografia de Deus. Porém, este “Deus” é, na verdade, a Razão, que ele chama de Espírito Absoluto. A Razão suporta toda a filosofia e rege o mundo, por isto, pode-se dizer que a história universal transcorre racionalmente. Esta Razão é, segundo ele, “divina e absoluta” e “se revela na história universal”, esta, pois, é a manifestação desta Razão.
É por isso que, na medida em que busca firmar uma Teologia da História, Pannenberg não pode fugir às características hegelianas. Neste sentido, ele assume o desafio de apresentar um mecanismo pelo qual se possa entender um sentido para toda a História Universal. Assim, Pannenberg subordina todos os eventos bíblicos, inclusive a encarnação, morte e ressurreição de Jesus em uma realidade mais abrangente, ou seja, à revelação. É somente por meio da revelação que a História Universal adquire um sentido.
O entendimento do conceito de História na revelação bíblica, para Pannenberg, liga-se diretamente às concepções modernas deste conceito. Ele deriva esta interpretação a partir das idéias Karl Löwith, um de seus professores em Heidelberg, em cuja opinião o sentido moderno de história linear presente no Ocidente já havia sido amplamente experimentados na fé do Israel antigo e do cristianismo nascente.
Laurence W. Wood defende posição semelhante, a saber, que foi o cristianismo primitivo e antigo que contribuiu decisivamente ao conceito de História Universal a partir um triplo efeito:
Em primeiro lugar, é introduzida uma nova atitude perante a história, enfatizando que a vontade de Deus foi realizada por meio de agentes humanos. Em segundo lugar, assume-se que a história foi importante para os seres humanos, bem como para grupos de pessoas como um meio de realizar a vontade de Deus. (…) O terceiro efeito foi universalismo. Todas as pessoas são iguais perante Deus. Não há pessoas eleitas, mas sim todas as pessoas são o objeto de preocupação de Deus. Assim, um cristão não se interessa apenas pela história romana ou história judaica, mas, pela história universal.
Em Pannenberg, a revelação de Deus foi tornada pública na História, estando acessível ao estudo e pesquisa históricos. Além disso, ele não limitou a auto-revelação divina à História de Israel, pois toda a história torna-se, pelo menos em princípio, a portadora da revelação de Deus. Isto porque Deus é o fundamento último da história. A proposta de Pannenberg, portanto, é a de reformular a concepção hegeliana da História Universal a partir de seu sentido. Esta proposta será mais profundamente detalhada adiante.
É preciso, portanto, perceber que a proposta de Pannenberg é “Revelação como História”, isto é, a Revelação de Deus em atos na História que apontam para o seu sentido último e pleno. Não é propriamente a concepção hegeliana de “História como Revelação”, ou seja, toda a História como manifestação do Absoluto, o que já serviu de motivação para a acusação panteísmo histórico contra Hegel. Além disso, cabe esclarecer aqui que a dependência de Hegel não é algo exclusivo da teologia de Pannenberg, uma vez que, em geral, o pensamento teológico dos séculos XIX e XX está altamente influenciado pelo idealismo alemão e, portanto, pelo homem que melhor o sintetizou.
2. Revelação como Auto-Revelação Divina Indireta
O conceito de revelação como auto-revelação de Deus foi forjado no seio do iluminismo alemão, a partir de Schelling e do próprio Hegel. Seu sentido implica no entendimento da revelação não apenas como a notificação de qualquer verdade sobrenatural oculta, mas como manifestação da própria essência e caráter de Deus. Uma primeira utilização deste conceito foi trabalhada por Martin Kähler na perspectiva dos estudos neotestamentários.
Em seu embate contra o liberalismo teológico, Karl Barth acentuou este conceito de auto-revelação divina asseverando que não se pode separar a essência de Deus e o meio através do qual ele se manifesta, a ação através da qual ele se faz conhecer. Assim, o problema da auto-manifestação de Deus só se resolve na unidade de Deus com Jesus Cristo.
Seguindo o conceito barthiano, Pannenberg identificou dois postulados fundamentais no que se refere à auto-revelação de Deus em Jesus Cristo. O primeiro se refere à idéia de que a auto-revelação de Deus deve se dar de modo único, em sua essência, e não simplesmente na pluralidade de manifestações de seus atributos. O segundo preceitua que a revelação plena da divindade de Deus acontecerá somente no seu reinado escatológico, no julgamento e consumação da história. Somente um evento que, de algum modo, antecipasse esse fim poderia ser considerado revelação de Deus, o que, de fato, ocorreu com a ressurreição de Jesus.
Pannenberg considera que, já no AT, a concepção de revelação de Deus que prevalece sobre todas as outras é a de uma auto-revelação indireta. Ou seja: Deus se revela essencialmente no espelho do seu agir na história. Se se leva em conta a importância que assume, gradativamente, para a tradição israelita, de modo especial através do movimento apocalíptico, e para a tradição cristã primitiva tradição cristã primitiva, a noção de totalidade da história, então perceberemos que é na totalidade do falar e do agir de Deus, na história integral, operada por Javé, que se mostrará realmente quem ele é.
Sendo assim, Pannenberg não afirma a história como revelação, tal como fazia Hegel, mas a revelação como história, acontecendo em fatos históricos e, de maneira definitiva, no destino de Jesus. Esse evento, por seu caráter proléptico, está aberto ao futuro e revela o sentido de toda a história a partir de sua consumação. Desta forma, a grande objeção de Pannenberg a Hegel é a exclusão do futuro, uma vez que o conceito hegeliano pretende ser definitivo, mas não possui um instrumento que cumpra este propósito que, no entender de Pannenberg, é somente o evento da ressurreição de Cristo como prolepse do fim da História. A sua proposta é, então, assim definida:
“A reformulação da visão idealista da história universal, relacionando-a para a escatologia bíblica, ao final da história, a condição da sua totalidade, tornou possível a abandonar a restrição histórica à auto-manifestação de Deus como acontecimentos excepcionais e miraculosos.”
Portanto, com base no acontecimento de Cristo enquanto evento escatológico, compreende-se a história da humanidade como unidade. Assim, se, por um lado, somente aquele fato que possui validade universal de antecipação do futuro de todos os homens pode ser considerado revelação, pois manifesta o reinado de Deus sobre a história, por outro lado, tudo aquilo que acontece na história humana, e não só o que poderia ser considerado história da salvação, interessa à teologia, por sua relação com o todo, o lugar último da revelação de Deus. E, se a auto-revelação de Deus em Cristo constitui-se na manifestação do futuro da humanidade, então ela deve importar a todos os homens e ser acessível a todos eles.
3. A Revelação e o fim da História
Neste ponto, deve-se aprofundar a questão acerca da relação entre a auto-Revelação indireta de Deus e o fim da História, conforme entendida por Pannenberg. Mais especificamente, deve-se demonstrar de que forma esta auto-revelação se transforma em fim e cumprimento da História. Inicialmente, é preciso lembrar que, para Pannenberg, as ações históricas de Deus revelam a ele próprio:
“Quanto à revelação de Deus, em sua ação histórica, caminha para o futuro ainda pendente da consumação da história, seu clamor revela um Deus que é o Criador do mundo, Reconciliador e Redentor, que está aberto para futuras verificações na história, que está como ainda incompleta, e que ainda está exposta, por conseguinte, à questão de sua verdade.”
Assim, as relações entre a natureza e a história estão firmadas no Deus que é o Criador, o Redentor e o Consumador de tudo o que foi criado, ao mesmo tempo em que ele é o Senhor da História.
Todavia, permanece ainda uma questão colocada pelo sistema hegeliano: como um evento histórico pode conter em si todo o significado da História, uma vez que ele, como qualquer outra realidade temporal, está condicionado pelo tempo e pelo espaço? Para Hegel, não há qualquer singularidade em eventos como a Criação, a Queda ou a Redenção. A isto, Pannenberg responde: “Jesus reivindica sua autoridade através da estrutura proléptica que corresponde à visão apocalíptica em relação à história, que, por sua vez, remonta à relação da palavra profética de Deus com o futuro”. Desta forma, o sentido da história e sua realização apontam para sua future consumação. Neste sentido, Cornelius A. Buller assinalou a compreensão de Pannenberg:
“Mais ainda, o surgimento proléptico do fim da história tem uma função causal no processo da história em direção a sua meta última. A unidade última da história em Deus e a compreensão última da imagem de Deus nos homens é uma realidade futura (…) Todo ser é determinado pela possibilidade de sua plenitude, que é futura. O futuro de cada criatura, conforme revelado na ressurreição de Jesus, já determina o que é em natureza e essência, dentro do processo histórico rumo à perfeição última de seu Ser.”
Portanto, o fato por excelência que dá sentido à História é a ressurreição. Para Pannenberg, a ressurreição não representa uma interrupção de natureza milagrosa na história. Só aqueles para quem a história é homogênea e hermeticamente fechada, a ressurreição de Jesus é interpretada como um milagre ou uma experiência intersubjetiva, ou, até mesmo, como um embuste. Pannenberg rejeita todas as três alternativas. Ele prefere chamar a ressurreição de Jesus de um evento histórico único, que, investigada pelos métodos atuais, deve ser aceito como qualquer outro evento da história: o fato de buscado pela razão. Uma vez que, para Pannenberg, o método histórico demonstra com alto grau de probabilidade que Jesus ressuscitou de entre os mortos.
A fé, no entender de Pannenberg, não é oposta à razão, mas aguarda o futuro. Se a ressurreição faz história no sentido em que estabelece uma meta global e um sentido para tudo o que acontece, respondendo ao anseio universal do homem para a vida após a morte, a fé, então, se dirige para este futuro que constitui a realidade como um todo e leva tudo quanto é individual à sua perfeição essencial. Não obstante, esse futuro não é alheio à razão, uma vez que ela o aguarda. O papel da fé é antecipar esse futuro a partir da suaprolepse, ou seja, da sua antecipação na história da ressurreição de Jesus Cristo.
É nesse sentido que Pannenberg concebe e defende a singularidade da revelação bíblica e sua importância plena para toda a História e para toda a humanidade. Para ele, somente o Deus da Bíblia pode ser visto como o Senhor e Soberano da História:
“É somente do Deus da Bíblia que a realidade na qual vivemos foi revelada como historia, como um evento que é sempre novo e aberto ao futuro, o qual aponta na direção de possibilidades imprevisíveis que podem ser entendidas a luz do futuro derradeiro, ou do fim dos tempos.”

O papel do Profeta no antigo Testamento!







Como era o profeta do antigo testamento?
Como a Igreja primitiva via esse homens de Deus do passado e como exerceram o dom de profecia?
Qual a mensagem de cada um deles? E hoje, ainda existe profetas, qual será o papel deles?

Se você não tem as respostas, mas quer realmente a assunto, vamos então compartilharmos alguns pontos da bíblia onde poderemos nos cientificar melhor.

I - O PROFETA DO ANTIGO TESTAMENTO.

a) O profeta - O que poderia parecer mero descuido da lei para o homem comum, na realidade era visto como um horroroso desastre aos olhos do profeta, tal qual sua sensibilidade diante do pecado, Jr 2: 12, 13, e 19. O profeta não somente ouvia a voz de Deus, como também sentia seu coração, Jr 6: 11; e cap 20: 9. Tal sentimento era consequência de um estreito relacionamento dele com Deus, Amós 3: 7 assim, compreendia melhor que ninguém, os propósitos para com o povo em quem tinha um pacto.

b) - A mensagem dos profetas, normalmente continham advertência aos que colocavam sua confiança em outras coisas , e que não em Deus, tais como na sabedoria humana, Jr 8: 8, 9 Jr 9: 23 e 24; na riqueza, Jr 8: 10; na autoconfiança, Oseias 10: 12 e 13; no poder opressor e em outros deuses Salmos 97: 7.
Constantemente o profeta desafiava a falta santidade do povo judeu e tentava desesperadamente encorajar a real obediência à lei de Deus e dos homens.

c) - A decisão - Os profetas eram homens totalmente dedicados a Deus, de modo a detestarem o meio compromisso/entrega parcial a Deus. A fidelidade a Deus deveria ser total, de modo a levar o povo a uma completa submissão a Deus, sem meio termo. 
Os profetas não aceitavam uma sociedade injusta os quais lutavam pela manutenção dos princípios do pacto no Sinai que por eles davam suas vidas. Condenavam especialmente a opressão social, ou seja, não admitiam que os mais ricos explorassem o menos abastados financeiramente, ou, os que nada tinham, Amós 6: 1. Por esses posicionamentos, vemos que o povo de Deus tinha e tem de ser comprometidos com Deus, e não com o homem. Tal mensagem profética ainda é muito mais que atual, é presente.

II - O PROFETA NA IGREJA PRIMITIVA.

No novo testamento não há o ofício de profeta como havia no antigo, Mas há o dom de profecia, 1Cor. 12: 28 e 29 e Ef 4: 11. Nessas passagens, o profeta é citado imediatamente após os apóstolos, e esta associado aos mestres/ensinadores/professores como se vê na Igreja da Antioquia, at 13: 1.  Eram também considerados alicerces (fundamentos) sobre onde as Igrejas foram edificadas/construídas, Ef 2: 20. 
Os profetas do Novo Testamento tinham a proclamação e a predição dos futuros acontecimentos; os quais eram canais pelos quais Deus transmitia uma orientação especial à Igreja, a exemplo do que fez Ágabo, at 11: 28; At 21: 10 e 11; e Judas e Silas, At 15: 32. Esses homens, usados pelo Espírito Santo, tinham o objetivo definidos em sua atuação, 1Cor 14: 3; tornando-os responsáveis pela pregação da mensagem completa sobre o pecado e salvação, liberada sobre a ira e a graça de Deus. 
Os profetas do Novo Testamento não eram fonte de novas verdades e doutrinas a serem absorvidas pela Igreja,  e sim, expositores da verdade já  revelada por Jesus e pelos apóstolos. Eram dotados do dom sobrenatural do conhecer, e com a liberdade de revelar os segredos do coração humano, 1Cor 14: 24 e 25.
Para que o emocional e o humano não venha sobressair nem se impor a vontade divina, trazendo assim prováveis confusões. Paulo declara, que outros cristãos experientes tem liberdade em julgar o que profetiza, 1cor 14: 29; ou seja, qualquer declaração profética esteja sujeita à exame, e só pode ser aceita se for achada na mesma linha dos ensinos apostólicos, 2Cor, 11: 4.

III - O PROFETA NA IGREJA HOJE.

Não se pode perder a noção de que a responsabilidade da Igreja Local e a sua direção espiritual estão com o pastor, que é auxiliado pelos presbíteros, no que lhes cabe, e por todos aqueles que possuem talentos e dons. É isso que se interpreta com base no significado do próprio título “pastor” (bispo) como está em  At 20: 28.


Portanto, ao pastor cabe transmitir à Igreja as mensagens como diretrizes para o rebanho do Senhor. Segundo Ap 2: 1, 8 e 12, o pastor é o anjo protetor designado pelo Senhor para aquela localidade.  Logo, o que possui o dom de profecia deve alinhar-se com o pastor e ajudar a promover a paz e o crescimento do rebanho, 1Co 14: 33, repreendendo as distorções sem se intimidar com os que agem como Jezabel, Ap 2: 20.
Para concluir, precisamos deixar claro que os profetas canônicos existiram até João Batista, Mt 11: 13; mas no NT e, portanto, na Igreja, há o dom de profecia, que é concedido pelo Espírito Santo que habita no crente, 2Co 6: 16. Todo crente, e aí se inclui também o pastor, foi comissionado por Jesus, Mc 16: 15, para transmitir ou expor sua mensagem, segundo a Bíblia a apresenta, falando em nome de Deus.
A maioria dos homens ainda não conhece e nem vive essas verdades e o Senhor está esperando que seus pregadores se despertem e anunciem sua santa vontade.

Fonte:
Revista de Estudos Bíblicos Aleluia.




“Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração, sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo”  (2 Pe 1:19-21)
Deus sempre levantava, dentre seu povo, homens tementes a Ele e sensíveis à Sua voz, que tinham a incumbência de exortar o povo ao arrependimento, a voltarem-se para Deus, deixando a idolatria e os maus costumes.
Numa série de estudos abaixo, em powerpoint, apresentaremos uma visão geral dos livros proféticos contidos na Bíblia, na ordem em que foram escritos.
Que o Senhor abençoe a todos com o pleno conhecimento de Jesus Cristo e do grande amor do Pai por todos nós. 
Oras, se este povo tem tanto estudo a ponto de saberem quando o grande acontecimento ocorrerá. Fica aí uma dúvida, Qual seria então o propósito e Jesus ter mencionado que, .Mas daquele dia e hora ninguém sabe,

Teria ele escondido uma verdade? Quando ele mesmo menciona queEu sou o caminho, e a verdade e a vida;

Logo vemos que, nem o apóstolo Paulo se atreveu em prever uma data para o arrebatamento da Igreja fazendo exortação aos fiéis da Igreja de Tessalônica, Tessalônica! Agora, será que com toda essa evolução tecnológica em que estamos poderia nos levar ao maior entendimento que nossos ancestrais cristãos? Ou ainda, podemos estarmos enquadrados no que falamos a cima sobre aos profetas serem seus próprios exemplo ao ponto de ter que examinarem as profecias a serem feitas antes de assim o proferirem ou profetizarem, para não se deixarem levar por suas sabedorias humanas ou seus verdadeiros eu? Presamos nos valer de informações recheado do poder do Espírito Santo, antes de sairmos proferindo tanta baboseiras as quais temos visto nos últimos dias.
Daí a pergunta; Será que os profetas da atualidade estão mesmo sendo ou deixando ser levados pelo Espírito Santo? Ou será que estes estão sendo induzidos pelo próprio espírito de enganação do seu ego pessoal, por conta dos estudos e pesquisas feitas ao decorrer dos anos com é no caso do doutor F. Kenton Beshore afirmou que acredita que Jesus retornará à Terra entre 2018 e 2028? Ou ainda o casa do estudioso judeu Moshé Aharón Shak gravou uma série de vídeos na qual explica um suposto código presente na Torá (Bíblia hebraica), que indicaria que o mórmon Mitt Romney, candidato a presidência dos EUA, será o próximo presidente do país? Ou ainda seria o caso do pastor Alair Sérgio? Ele é pastor evangélico do Estado do Sergipe e teria afirmado que Niemeyer não morrerá tão cedo. Segundo o religioso, o idoso é a reencarnação do personagem bíblico Tera, que morreu com 205 anos de idade.
Diante de tantas profetadas, como costumam dizer os pastores e religiosos a respeito de profecias mentirosas. Tivemos também num passando não muito distantes os Casos dos Missionários David Miranda, e Miranda Leal que afirmaram que Jesus voltaria na virada do milênio, ou seja, Jesus estaria vindo buscar sua Igreja nos primeiros minutos do ano de 2.000, cumprindo-se assim um dito popular que dizia; "2.000 chegará, mas de 2.000 não passará". Na verdade, eles se aderiram ao dito, não se sabe a razão disso. Tivemos também a profecia de Nostradamus; Que Em 30 de novembro de 1979, DPA despachou a notícia intitulada “Nostradamus profetizou a Crise do Teerã”. A notícia informa da tremenda comoção que um documentário do famoso diretor Paul Drane provocou no público australiano. A apresentação do documentário que trata da vida do profeta do século XVI, Miguel de Nostradamus, e que inclui a profecia da invasão árabe à Europa, coincidiu com a tomada da embaixada dos Estados Unidos por estudantes iranianos, questão que ao mesmo tempo em que ocasionou a compra de todos os livros de Nostradamus na Austrália em um só dia parecia prometer a realização de uma profecia de 425 anos. 
Já em 1939, pouco depois que a Alemanha ocupou a Europa, Goebbels, Ministro de propaganda de Hitler, fez reproduzir material falsificado, baseado em Nostradamus, para distribuí-lo na Europa. O serviço secreto inglês gastou 80.000 libras em contrapropaganda.

No prólogo da primeira edição de As Centúrias, o próprio autor assegura que em suas profecias está contido o futuro da humanidade e o seu fim.Em seus enigmáticos versos aparecem importantes acontecimentos e personalidades incluindo as duas guerras mundiais, a destruição de Nova York, Paris, Roma, Londres e uma terceira guerra mundial...   

Mas, vendo as tantas profecias sendo elas mais de 95% falsas ou mau interpretadas, ou ainda sem nenhum nexo de seriedade ficamos a pensar que o homem tem se deixado levar por seu "eu" pessoal sem no entanto se preocuparem com a seriedade da verdadeira vontade de Deus, muito menos sem olhar o que o grande"EU SOU" VejaPor este e outros motivos vemos que a excêntrica palavra de Deus tem ficado para o segundo, terceiro ou até para o último plano na vida do atual profeta irresponsável. É claro que ainda existem homens sérios, mas, com raríssimas exceções, é óbvio. Como essa falta de interesse as coisas de Deus, tem me deixado pasmo e intrigado. E sem entender o porque o ser humano tem se enveredado nos caminhos obscuros, não por falta de conhecimento, mas, por pura falta de entendimento e ganância em se obter vantagens e riquezas materiais.
Mas, o que me deixa mais feliz é saber que Cristo logo virá buscar seus escolhidos, como prescrito nos Evangelhos; Vejam Aqui!





***FRANCIS DE MELLO***


Nenhum comentário:

Postar um comentário