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domingo, 2 de outubro de 2011

"SODOMIA"

Parte do que define sodomia é tido como:

“Atos sexuais que não levam a procriação, como sexo oral, sexo anal e bestialidade”. (Wikipédia – Net) Segundo o Site Enfoque Gospel: “A maioria das mulheres não tem orgasmo no sexo anal. A relação anal não pode substituir a vaginal, porque a falta de prazer nesse tipo de relação é muito usual. Elas muitas vezes cedem aos maridos por medo de que estes busquem experiências extraconjugais” Dentro desse aspecto o site aconselha: “A mulher deve ser veemente nos seus princípios. A fidelidade é mais um traço de caráter do que de falta de atendimento a um desejo” Já a médica Esther Ribeiro, alertando sobre o aumento do divórcio nas famílias evangélicas por conta de problemas no sexo, realça: “Estamos vivendo em um mundo onde o que importa é o ‘meu’ prazer e não o ‘nosso’ prazer. Os casais não conversam, não namoram. E, quando ocorre, o prazer é um prazer egoísta, o que gera uma relação anormal”. Sem sermos dogmáticos, devemos reconhecer, também, que o termo sodomia se origina de Sodoma: uma das cidades destruída por Deus por conta de tais práticas sexuais desnaturais. Eles foram: “após a carne para uso desnatural” diz Judas 7. E a Bíblia não afirma que apenas os homens a praticavam. A Bíblia enfatiza perversões sexuais tais como a cópula oral ou anal, iguais as do homossexualismo, “como contrárias a natureza”. O apóstolo Paulo disse que os que praticam atos sexuais desnaturais: “recebem em si mesmos a plena recompensa que se deve ao seu erro”. (Rom. 1:21-27) [muitas vezes em doenças] Os que “persistem em andar por espírito” não devem desconsiderar os indícios bíblicos sobre o modo de pensar de Deus. E farão bem em cultivar repulsa por tudo o que é impuro diante de Jeová, como práticas sexuais pervertidas. Os casais devem proceder de modo a terem a consciência limpa, ao passo que dão atenção ímpar ao desenvolvimento dos “frutos do espírito”. (Gál 5:16, 22, 23; Efé. 5:3-5) Deus aconselha: “Agarra a disciplina; não [a] largues. Resguarda-a, pois ela mesma é a tua vida”. (Prov. 4:13) Por motivos expúrios e egoístas, maior parte dos casamentos estão se desfacelando, tendo em vista do não reconhecimento dos direitos de cada um dos conjuges. Oras, o prezer de um ato sexual conjulgal praticado com o devido respeito e consentimento, de cada uma das partes  envolvidos, çe por demais bom e satisfatório, desde que se respeitem os primordios dos conceitos divino. Hoje vivemos em um sistema destroçado por cor conta dos desejos desleais onde tem levado ao verdadeiro descontrole da ética conjulgal. Tanto homens quanto mulheres tem deixado os pricçipios da criação divina. É óbvio que isso ocorre desde a queda do homem no Édem.
 
Escrito por:
 
***FRANCIS DE MELLO***

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