segunda-feira, 12 de setembro de 2011

"SE SOUBESSEMOS AMAR"

Se eu soubesse amar!

Se eu soubesse amar, teria aproveitado mais os momentos de alegria, esquecido das tristezas que assolam o ser humano, teria esquecido de tudo que só traz aflição e lembranças árduas, teria compreendido o mundo assim como Deus o criou, com sua beleza natural e uma paisagem que somente a natureza oferece, teria acima de tudo explorado meu coração, para mostrar o quanto somos felizes, quando descobrimos uma paixão.
Porém agora é diferente, aprendi que ser feliz só, é quase impossível, pois somos seres humanos e precisamos de alguém para completar nossa felicidade. Não seríamos ninguém se tivéssemos tudo, menos uma pessoa para nos compreender e, principalmente nos dar amor.
Apesar disso, se eu soubesse amar, teria simplesmente amado e esquecido de tudo, por um único momento. Amado intensamente como se o amanhã não existisse e procurado a felicidade onde ela estivesse.
Hoje, sou outro, sou feliz, amante da vida e das pessoas solidárias. Hoje, sou eu mesmo que procuro a felicidade. Não espero que ela venha a meus braços.
Curto a vida como posso e agradeço a Deus por tudo...
Sinto-me muito feliz, porque hoje eu sei amar as pessoas como elas são...

O amor não acaba, nós é que mudamos...

Um homem e uma mulher vivem uma intensa relação de amor, e depois de alguns anos se separam, cada um vai em busca do próprio caminho, saem do raio de visão um do outro.
Que fim levou aquele sentimento?
O amor realmente acaba?
O que acaba são algumas de nossas expectativas e desejos que, são substituídos por outros no decorrer da vida.
As pessoas não mudam na sua essência, mas mudam muito de sonhos, mudam de pontos de vista e de necessidades, principalmente de necessidades.
O amor costuma ser moldado à nossa carência de envolvimento afetivo, porém essa carência não é estática, ela se modifica a medida que vamos tendo novas experiências, a medida que vamos aprendendo com as dores, com os remorsos e com nossos erros.
O amor se mantém o mesmo apenas para aqueles que se mantém os mesmos.
Se nada muda dentro de você, o amor que você sente, ou que você sofre, também não muda.
Amores
eternos só existem para dois grupos de pessoas.
O primeiro é formado por aquelas que se recusam a experimentar a vida, para aquelas que não querem investigar mais nada sobre si mesmo, estão contentes com o que estabeleceram como verdade numa determinada época e seguem com esta verdade durante anos.
O outro grupo é o dos sortudos: aqueles que
amam
alguém, e mesmo tendo evoluído com o tempo, descobrem que o parceiro também evoluiu, e essa evolução se deu com a mesma intensidade e seguiu na mesma direção.
Sendo assim, conseguem renovar o
amor,
a renovação particular de cada um foi tão parecida que não gerou conflito.
O amor não acaba.
O
amor
apenas sai do centro das nossas atenções.
O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar.
Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice.

Paixão termina
, amor não.
 
 
 
Você gostou, e quer copiar? Sinta-se a vontade, apenas dê o devido Crédito ao escritor!
 
Escrito Por:
 
 
***FRANCIS DE MELLO***

O QUE É AMAR?

Amar o viver
que se tem a ver
que se espera ser
e não se vê.
Amar o viver
que vem sem saber
que vem do querer
que vem do prazer.
Amar o viver
além do sentir
além do possuir
além do seguir.
Amar o viver
além do ter
além do ser
além do merecer.
Amar a vida
com todo calor
com todo sabor
com todo o amor.
Amar Acima de tudo, é dar um pouquinho de sí, aos que nada tem, nem mesmo um amigo para que lhe possa dizer.
...Te amo!

Amar,
é, nada mais nada menos que ver nosso próximo como a nós mesmos, sem ver sua cor, etinia, religião, poxição social, cultura, ou conta bancária!

Afinal,
Amar,
é amar Sem pedir nada em troca!

Finalmente! Amar, é simplesmente Amar, e, nada mais que Amar!
 
 
 
 
Você gostou, e, quer copiar? Sinta-se a vontade, porém, dê o devido crédito ao escritor!
 
 
Escrito por:
 
 
***FRANCIS DE MELLO***
 
 
 
 

"O AMOR"

Vida - É o Amor existencial.
Razão - É o Amor que pondera.
Estudo - É o Amor que analisa.
Ciência - É o Amor que investiga.
Filosofia - É o Amor que pensa.
Religião - É o Amor que busca Deus.
Verdade - É o Amor que se eterniza.
Ideal - É o Amor que se eleva.
Fé - É o Amor que se transcende.
Esperança - É o Amor que sonha.
Caridade - É o Amor que auxilia.
Fraternidade - É o Amor que se expande.
Sacrifício - É o Amor que se esforça.
Renúncia - É o Amor que se depura.
Simpatia - É o Amor que sorri.
Altruísmo - É o Amor que se engrandece.
Trabalho - É o Amor que constrói.
Indiferença - É o Amor que se esconde.
Desespero - É o Amor que se desgoverna.
Paixão - É o Amor que se desequilibra.
Ciúme - É o Amor que se desvaira.
Egoísmo - É o Amor que se animaliza.
Orgulho - É o Amor que enlouquece.
Sensualismo - É o Amor que se envenena.
Vaidade - É o Amor que se embriaga.
Finalmente, o ódio, que julgas ser a
antítese do Amor, não é senão o próprio
Amor que adoeceu gravemente.

Caso você tenha gostado, e, queira copiar, sinta-se a vontade, porém dê o devido crédito ao escritor!


Escrito Por:
***FRANCIS DE MELLO***

sábado, 10 de setembro de 2011

"SABEMOS O QUE REALMENTE SIGNIFICA O PERDÃO?"

Certa ocasião, mais especificamente no ano de 1.977, ano do nascimento de minha querida filha, eu morava na cidade de Ilha Solteira-SP., na época esta era um bairro da cidade de Pereira Barreto-SP., eu trabalhava no Banco Banespa, hoje Santander. Passei por uma situação nada agradável. Uma determinada pessoa do antigo reduto de amizade, e que tivemos essa amizade deteriorado por uma questão de covardia por parte desse tal antigo amigo, claro que tive minha grande parcela de culpa também.
Como sempre eu disse, sempre fui uma pessoa de uma índole invejável, sem modéstia nenhuma. Nunca em minha vida guardei rancor, raiva, ódio, antipatia ou qualquer outro tipo de sentimente expúrio de quem quer que seja, mesmo que eu quizesse sentir um sentimento desses, não conseguiria, pois meu coração não conhece o que significa isso. Nunca sentí o desejo em acabar com um idivíduo, por mais que tenha tentado. "Ps: O caso do negaun, Hoje meu genro. "Negaun?" É, Negaun, é assim que o chamo carinhosamente! que conto em um depoimento que não foi fácil em liberar o perdão, realmente não foi. Contudo por mais que tenha tentado acabar com ele nunca jamais cheguei nem próximo, pois meu sentimento de "AMOR" nunca jamais permitiu." No entanto, o referido antigo amigo havia maquinado em seu coração acabar com minha vida. E confesso que por pouco não conseguiu. Foi então que me cercou de manaira diabólico na nova empresa que eu trabalhava, agora na CESP, Companhia Energática de São Paulo, no mesmo bairro, agora no ano de 1.999.
Tivemos um grande desentendimento lá em um passado não tão distante, mas, seria o suficiente para que este e eu houvessemos esquecido o passado. "Minha parte eu já tinha feito, havia esquecido o passado". Contudo o referido fulano acabou por me encontrar e reconhecer-me, foi então que relembrou tudo, trazendo a tona algo que para eu não mais existia. Porém este, me fêz sérias ameaças e me promentendo que viria um dia qualquer para cobrar-me uma dívida que para ele ainda estaria sem o devido pagamento. Mas, como sempre, acabei por esquecer a ameaça, aliás, não percebí que realmente se tratava de uma verdadeira ameaça. Dois anos mais tarde, (1.999) este fulando voltaou então ao referido bairro em minha captura, e, para alegria de satã ele me encontrou, até mesmo porque eu não estava me escondendo, nem havia motivos para tal, por se tratar de uma briga de adolescentes, e que já haviam se passado em torno de 10 anos.
Pois bem, o referido, passou então a tentar dar cabo em minha vida, o que nesse dia para eu foi um verdadeiro corre, corre. Acabei por ter que tentar uma transferência de local para uma cidade distante, o que não foi possível, o que acabei sendo obrigado sair da empresa, tive que pedir conta. O que me causou um transtorno financeiro gravíssomo, chegando ao ponto de quase passar fome com minha querida e preciosa filha e esposa. E sem contar o verdadeiro corrida desse infame em minha captura por mais alguns anos. Porém sem nunca conseguir mais me encontrar. Até mesmo porque "DEUS" sempre me foi por esconderijo.
Mas, o que quero deixar aquí registrado, que por muito mais que se possa imaginar a dificuldade que eu tenha passado por consequência desse dito cujo, não foi possível eu o responsabilizá-lo por tal situação, nem tão pouco em odiá-lo por nada disso, tão pouco por qualquer outro tipo de sofrimento causado por esse episódio.
Veja que assim descrevendo uma pequenina parte desse fato, é óbvio que nada fica demonstrado que este, tenha qualquer culpa de minha decadência, mas, que aos olhos de satã deveria eu tê-lo como o grande vilão e culpado de minha desgraça da época, por ter sido ele o causador de minha saida daquela empresa, e a consequênte perda de um salário invejado para a ocasião.
Contudo, por mais que eu tenha procurado auferir a ele essa decadência, meu coração não ascimilou qualquer dissabor de ódio ou sentimento injusto, ou justo como em meu égo paracia apresentar.
No entanto, devemos entender de que o significado do perdão é realmente não querer encontrar um culpado para um desventura, dissabor, decadência ou sei lá o quê mais tenhamos passado ou que passar.
O grande significado do perdão é reamente não ter que encontrar um culpado por qualque desgraça em nossa ou vida de entequaridos nosso.
O perdão, é nada mais nada menos que não descarregar um ou mais fracassos nosso em cima de quem quer que seja, mesmo este tendo uma pequenina ou grande parcela de culpa.
O Perdão é, perdoar esse ou aquele, seja amigo, inimigo, parente, conhecido, desconhecido, ou qualquer que seja.
Perdão é nada mais que esquecer qualquer tipo de ofensa a nós conferido, seja ele de natureza físico, mental ou pessoal. Quando se perdoa, nunca jamais se deve alimentar a desventura de uma lembrança desagradável daquílo que um dia nos tenha sido um tropesso, sofrimento ou sei lá o quê mais.
Em caso de uma lembrança, tem de ser relembrado como um grande aprendizado que a escola da vida nos tenha proporcionado. Mas, sem nunca querer se justificar de determinado sofrimento ou fracasso.
Perdoar significa, esquecer algo que na verdade não queremos mesmo lembrar. 
Existe um dito popular que diz o seguinte: "...Relembrar o passado é sfrer duas vezes..." Eu costumo dizer: "...Relembrar o passado, é retroceder ao fracasso da falta de conhecimento"!
Precisamos sempre estarmos atentos aos acontecimentos passados sim, mas, tê-los como um grande um diploma do grande aprendizado em nosso trajetória de vida, e nunca jamais atribuirmos a ninguém por qualquer que tenha sido ele!

Caso, você tenha gostado, e, queira colar, sinta-se a vontade, mas, atribua o crédito ao escritor do assunto!


Ecrito por:


***FRANCIS DE MELLO***

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

"O QUE É O P E R D Ã O"?

"O P E R D Ã O!"

O perdão é um gesto conhecido a princípio por todos, ao menos deveria ser. Porém, o que mais tem acontecido é vermor pessoas sofrendo de diversos problemas de saúde, como: neurise, depressão, esquisofrenia, psiconeorose de alto culpa, cancer entre tantas outras enfermidades sem cura sientífica medicinal até o presente diagnosticado. Daí se vê ou ao menos, deveria ver-se ou entender que grande parte dessas enfermidades são consequência do não "PERDÃO", ou a falta dele. Uma pessoa que não libera o "PERDÃO" dificilmente é curado de certas enfermidades. Certo oncologista americano fez a seguinte pergunta a um de seus paciêntes portador de cancer. Sr BLACK, VOCÊ ALIMENTA ALGUM TIPO DE ÓDIO? Vemos que tal pergunta foi feito dentro de tal padrão à espectativa da possibilidade de ser encontrado uma resposta para uma possível esplicação às tentativas de reabilitação de um organismo alheio às aplicações químicas para combate de possíveis germes calsadores de insuficiências diversos. Logo vemos, que com certeza o não "PERDÃO" ou a falta dele, tem sido a grande causa de diversos óbtos de pessoas portadores das enfermidades acima mencionados. Citamos a falta de "PERDÃO". É preciso dizermos que àquele que necessita desse, pode também sofrer das mesmas causas, uma vez tendo ofendido alguém em sã conciência, ao se arrepender e vier pedir "PERDÃO" ao ofendido e não obter êxito, com certeza ficará prejudicado e poderá sofrer algumas das calsas acima citados, para não mencionar a gravidade da psicofrenicociência, ou seja, sub-conciente acometido por compléxo de culpa. Onde só o "PERDÃO" do ofendido surtirá o verdadeiro efeito curaminoso que poderá até levantar um muribundo em véspera de óbito. Assim sendo o "PERDÃO" não só se faz necessário, como também, torna-se em verdadeiro remédio de cura eficaz, não só para o corpo, mas também para a alma do perdoador quanto do perdoado. Lembre-se, que perdoar, é eesquecer e nunca jamais lembrar-se do acontecido.
O perdão, é o esquecimento das ofensas recebidos de quem quer que seja. Quando se perdoa realmente, a ofensa recebido é jogado no mar do esquecimento, ou enterrado no cemitério da inesistência, pois só assim sendo feito, jamais corre-se o risco de ser trazido a tona tal ofensa, pois as águas do mar do esquecimento nunca voltarão jamais, tão pouco a sepultura da inexistência sera reaberto. Quando realmente se perdoa, o coração perdoador não sente rancor, tristeza, ira, magoa, ou qualquer outro impecílio. Quando realmente se perdoa, não existe pendências em nenhuma sircunstância, muito menos desconfiança, não há re-sentimentos en nenhuma hipótese, não se lembra o ato, tão pouco a causa, muito menos seqüélas restarão. Muito pelo contrário, tal ato, causa, ou epsódio, servirá como um diploma da Universidade da vida presente, para enriquecer o currículo de nossa exitência, para graduação de um futuro melhor e mais promissor. É através do perdão que adquiriremos progresso em nosso por vir. É só através do perdoar nossos ofensores, que obteremos o verdadeiro perdão de "DEUS". Do contrário nos é vão fazer a oração do "PAI NOSSO", se não perdoamos de verdade, como podemos orar dizendo? "...Pai, perdoa nossas dívidas, assim como perdoamos a quem nos tem ofendido!..." Com toda certeza, se não perdoarmos, ao fazermos tal oração estamos então invocando a falta de perdão em nossa diração!


Pensemos sobre esse assunto, que tal?

Vejam que Jesus quando no momento de sua cuscificação, proferiu as seguintes Palavras!

...Pai, perdoa-lhes, porque eles não sabem o que fazem....


Caso queira copiar, sinta-se a vontade. Porém dê o devido Crédito ao escritor!
Escrito Por:
***FRANCIS DE MELLO***


"O PERDÃO".

"O PERDÃO".

 Muitos entendem esse sentimento de modo totalmente equivocado. Estes, acreditam que o "PERDÃO" tem e deve andar junto com a "TOLERÂNCIA". Ambos os sentimentos são tão valorosos quanto o "AMOR". Contudo, diferem um do outro. O "PERDÃO" consiste em não fazer conta a uma ou diversos ofenças recebidos, não questionar um ou mais erros, ataques ou até mesmo prejuções. Não subjulgar, não condenar, não atacar verbalmente ou fisicamente. Não retaliar nem ofender.
O "PERDOAR" precisa compreender, entender, aceitar, assimilar. analizar e refetir. Já a "TOLERÂNCIA", consiste em tolerar o erro, falha, gesto, insignifcância, incapacidade, pessoa ou pessoas, andar, viver ou morar junto, carregar orientar, aconselhar, perdoar, acalentar entre tantos outros. Vemos que a palavra "TOLERÂNCIA", já define um ou mais gestos condizentes aos do "PERDÃO".
No entanto, e preciso saber diferir os gestos de cada sentimento.
O "PERDOAR".
 Não significa dizer que há de se andar juntame, "PERDOADOR e PERDOADO", enquanto que o tolerar menciona e exige isso. "PERDOAR" não quer dizer que devemos andar, morar ou viver juntos.
Exemplo do que digo esta na separação dos apostolos de JESUS, "PAULO e SILAS", um rumou para o norte enquanto que o outro foi para o sul. Contudo continuaram anunciamdo a mesma palavra, crendo no mesmo "DEUS".
Muito embora eles tivessem pensamentos, entendimentos, gestos e ações diferentes, continuaram sendo amigos, e até compartilhavam esperiências. Existem Momentos em que surpreendo-me imaginando de como seria ao perdoarmos um estuprador de um ente querido, houvesse a necessidade da convivência com o tal. Qual seria nosso comportamento? O correto haveria de ser normal, não é mesmo?
Mas, com toda certeza, o sentimento do famoso "PERDÃO" iria descer ralo abaixo.Pois ´so o fato de ter que estar encarando o dito cujo de perto já seria um grande constrangimento. 
Observem que exponho apenas um exemplo. Porém, o "AMOR" prevalece em todos os casos de "PERDÃO".


Caso, você tenha gostado, e, queira colar, sinta-se a vontade, mas, atribua o crédito ao escritor do assunto!


Ecrito por:

""***FRANCIS DE MELLO***""

QUEM REALMENTE MERECE O "PERDÃO".

"O PERDÃO".

Certa ocasião numa palestra em que o palestrante era eu, fui questionado sobre quem devemos perdoar. Interroguei o individuo questionante de modo tal, que a princípio pareceu-me confuso, so depois de segundos ele reforçou a pergunta. "Professor, que tipo ou pessoa merece o PERDÃO?". A princípio pensei não ter compreendido, mas, depois de tal reforço, ví que o cidadão fora feliz com a pergunta. Vejam que um discípulo de "JESUS" Lhe perguntou. ...Mestre, quantas vezes devemos perdoar? Portanto a pergunta de meu interlocutor fora mais que oportuna. Quero ressaltar que ainda hoje há essa duvida em muitas mentes mundo afora. Afirmo que não se deve procurar a quem merece ou não ser perdoado, e sim a quem nos tenha ofendido. Não é assim que antecede o término da oração do PAI NOSSO. Pois bem, vejamos que, Pedro, me ofendeu verbalmente, José, deu-me uma bufetada, Teresa, minha mulher traiu-me adulterando, Joaquim acertou-me um tiro de raspão por motivo fútil e Claudio matou um ente querido. (os casos acima mencionados são figurativos). Qual deles é o merecedor do "PERDAO"? É óbvio que por ato cometido, seria o Pedro, muito embora, a ofensa com palavras nos causa muito mais dano moral, contudo, é menos doloroso e vergonhoso no momento. Nos demais casos seria impossível a liberação do "PERDÃO". No  entanto nenhum mereceria ser perdoado, em uma ótica radical. Porém, o que proferimos na oração do PAI NOSSO é que, ambos deve ser perdoados. O sentimento do "PERDÃO" é algo que precisa ser sentido e colocado em prática. Este é um dos sentimentos que não pode ser medido pela gravidade do fato ou fatos. Ou seja,  eu perdoo o Claudio, mas quero mais é que ele morra como ele matou meu entequerido. Ora, que "PERDÃO" infame é esse? Quem perdoa realmente, não dezeja o mal. Pode até não querer se aproximar de tal pessoa, isso é natural por diversos motivos, mas a querer vê-lo recebendo a paga com o mesmo mal que tenha feito, é no mínimo deshumano. Ainda exeste quem diz: ...Eu o perdoo, mas da boca para fora, ainda os que perdoam com os lábios, mas não de coração. Estes no caso dizem haver perdoado a pessoa em questão, contudo continuam guadando um terrível rancor, mágoa, antipatia entre outros sentimentos expúrios. O que nesse caso o dito perdoador com os lábios, está cometendo não só o engodo, mas como também a injustiça consigo também.
Oras, se eu digo perdoar uma determinada pessoa, mas, continuo com ressentimentos indesejáveis, na certeza, não o perdoei-a. Porém, é preciso se lembrar, que tenho o direito em liberar o "PERDÃO"  `referida pessoa, e não querer mais andar com a mesma, e cortar o relacionamento com ela. Mas, também é preciso lembrar que ao cortar o relacionamento, não fique guardando ressentimentos, tão pouco, alimentando raivas, ódios, mágoas e outros sentimentos.
O verdadeiro perdão, e liberado de coração, alma e espirito. Nunca jamais se deve estar martizando tal pessoa por algo perdoado. Tanpouco levá-lo à tribuna invisível aos olhos carnais, mas, visível aos olhas espirituais. Meu Pastor sempre comenta uma frase que acho de muito valor. Ele sempre comenta que para entendermos os projetos divino, temos que sair da visão material e entrarmos na espiritual. Assim também se deve ser feito no caso do perdão, porque só assim teremos a condição em liberar o "PERDÃO" de ofensas recebidos, sem no entanto ficar alimentando lembranças desagradáveis.
Posso dizer isso por esperiência própria. Sou uma pessoa muito esigente nessa área, na criação de meus filhos aprendí muito sobre esse sentimento. Quando os mesmos cometiam algo de desagradável em minha otica, sempre os repreedi com firmaza, contudo só o fazia uma única vez, exceto se repetissem o mesmo equívoco, então voltava a corrigí-los, mas dessa vez, com mais rigor.
Minha filha engravidou ainda adolcente, e para dizer a verdade foi nessa esperiência que mais Deus trabalhou meu égo sobre o "PERDÃO". Pois tive de lidar com dus situações, o da  gravidez prematuro, e o da mamy dela quanto ao fato do tratamento devido ao assunto. 
Eu não podia jamais repreender minha filha por um ato sem retrocesso, tão pouco poderia entrar em confroto direto com minha então eposa e mãe dela, que era por sua vez muito esigente e sem conhecimento de uma causa nesse primórdio, não que eu fosse um ex-esperte no assunto, contudo, mais esclarecido e calmo para uma situação não só como essa mas, todas as que oferecem perigo ou que nos acontece num momento inesperado.
No caso da gravidez prematura, não havia mais retorno ao passado, no entanto não adiantaria mais nada eu ficar charamingando o leite derramado e martirizar minha filha uma adocente grávida, uma situação de susto, incerteza, isegurança e duvidas diversos. Agoar o que ela estava precisando era nada mais que uma família de verdade, um pai amigo, uma mãe amiga e uma irmão amigo. O pai e o irmão ela teve desde os primeiros instantes, já a mãe entrou em parafusos juntamente com a filha. "E não seria pra menos em se tratando de única filha, primeira, xodó, tesouro, e tudo mais para uma mãe agora desnorteada. Não que para o pai e o irmão não fosse tudo isso e mais um pouco. O fato é que em meu caso como pai, não mais me restava nada a fazer que não agora aconchegar minha preciosidade em meus seios como fizera "DEUS" comigo nos momentos angustiosos de minha vida.
Como não tinha eu como retribuir a Ele o que receberá, descarreguei toda minha copreensão direção à miminha filha. Percebí que só fazendo assim, estaria livrando o mundo da existência de mais um dalinquênte, e mais que isso, estaria livrando mais uma vida de ser atirado na rua da amargura, por falta de temos, compreenção, amor e "PERDÃO". Dei à ela o que talvez nunca teve em todo seus 15 aninhos de vida. "colo, ombro, amizade, carinho, conforto, reconhecimento, transparência, e acima de tudo, "AMOR e COMPREEÇÃO" em dobro.
Já no segundo caso, foi mais delicado. Tive que trabalhar o égo de sua mamy, que agora desnorteada tanto quanto a filha, senão mais ainda. Me foi preciso muito cautela, para não dar de encontro com seu égo ferido e deixá-la mais ferida ainda. Todos os pensamentos de decisão errôneos, tinham de serem trabalhados com muito cuidado, para não cometer um erro pior que o primeiro, e assim nos causar um trantorno danado.
O pior em tudo isso, é que, nesses momentos o inimigo nos coloca pensmentos dos mais deconectos possível, para nos desistruturar mais que pode, e assim nos deixar frágeis a ponto de cometer desatinos mais desagradáveis ainda.
Mas, confesso, que "DEUS" sempre me foi por guardião de minha vida de um modo geral, sempre esteve presente em meus pensamentos, até os mais impuros Ele esteve presente. Por esse motivo tive forças agora mais que nunca em liberar o verdadeiro "PERDÃO", não só à minha preciosidade, mas, ao homem que se deixou escorregar também. Confesso que no caso dele me foi mais penoso, porém posso agora dizer que "DEUS" esteve e está comigo todos os dias de minha vida a té a presente data.
Com esse pequenino depoimento, quero lhe dizer que o referido sentimento, é preciso ser tratado e encarado por nós de um modo corajoso, pois se não fizermos assim, jamais conseguieremos liberá-los aos que mais precisam.
Até o momento os que mais precisaram foi os aquí mensinonados. "Em minha ótica". Mas aos ólhos do espirito, talvez que mais tenha precisado do perdão tenha sido eu!
Confesso de coração puro, que não guardo nenhum tipo de rancor, nem de minha preciosa filha, tão pouco de hoje seu marido, tão pouco tenho isse episódio como uma desgraça, esim como uma graça de "DEUS". É, foi uma verdadeira obra de "DEUS". Hoje tenho um neto maravilhosos, obediente, estudioso, sábio, inteligente, amigo, filho, conselheiro, companheiro. Enfim, meu neto e nada mais que uma extensão de minha descendencia e com muito amor e valor.



Caso, você tenha gostado, e, queira colar, sinta-se a vontade, mas, atribua o crédito ao escritor do assunto!


Ecrito por:

***FRANCIS DE MELLO***