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domingo, 20 de janeiro de 2013

"OS DIVERSOS MODO DE AMAR; OU, OS VÁRIOS AMORES"


                                                                                            
             O VERDADEIRO AMOR!


Quando falamos à alguém que o amamos, com certeza ele deve pensar que que estamos falando de uma amor de intimidades, sexualidade, financeiro, ou algo parecido.



Na verdade poucos de nós já tivemos o prazer de parar para refletir sobre este assunto. Haja visto ser uma palavra que está sendo repetida por diversas vezes por segundo em alguma parte do globo terrestre.
Pois bem, esta palavra tem um poder imensurável e incalculável, de maneira tal, que se é sabido que esta mesma frase/palavra tem até curado pessoas de doenças vistas como terminais. 
Sabemos que no mundo há em torno de sete bilhões de pessoas, e por isso é preciso que saibamos que em algum canto existe alguém declarando seu amor a alguém. 
O amor é um sentimento que sai diretamente da nossa alma que invade o coração e transmite ao pensamento, fazendo nosso semblante se tornar mais alegre e feliz, de modo tal que esta felicidade possa ser transmitida via olhar, pois os olhos ficam mais vivos, acesos, brilhantes e até lacrimejantes. Costumo dizer que o amor nasce no coração e quando aumenta de dimensão, ele transborda pelos olhos, fazendo assim lavar o sofrimento do corpo para dar alívio à alma.
Bom, o título deste fala sobre os diversos modos de amar, ou os vérios amores. 
Então, o primeiro amor terreno que temos notícia é o de Deus pelo homem lá no Jardim do Éden quando Ele o visitava constantemente, depois quando lhe deu um companheira, pois não queria que o homem se sentisse só. 
Pois bem, se percorrermos as escrituras cuidadosamente, iremos nos deparar com diversos outros tipos de amor, e que começaremos a explanar alguns, tendo em vista de não nos darmos conta da quantidade de amores que poderemos ter nessa vida terrena.
Existe o amor de pai como já mencionado através do amor de Deus pelo homem, o que na verdade esse tipo de amor é incomensuravelmente difícil de comentar, mesmo sendo pai, pois não há como transmitir tal sentimento que nossa alma sente. 
O amo humano, este é um amor o qual sentimos por outras pessoas sem distinção de sexo, cor, raça, nacionalidade, etnia, religião e outras diferenças mais. Quando sentimos este tipo de amor, significa que temos uma alma limpa e livre de embaraços de qualquer natureza. Podemos dizer que este amor é parte do eixo do universo pelo qual faz-se o elo da transmissão de avanço à conjuntura da existência divina em nossa vida. Quando amamos outra pessoa sem no entanto esperar retorno de algum bem pessoal, significa que fazemos parte do sentimento de Deus dentro de nós. Deus nos ensinou a amarmos a nós mesmos, mas, principalmente ao próximo como a nós nos amamos. Logo sabemos que tal amor não pode haver interrupção de corrente, haja visto, esse amor poderá morrer até para conosco. O humano que ama seu próximo como a ele mesmo é com certeza um humano modelo de Deus, pois quando Deus decidiu por a criação, o fez Sua imagem e semelhança como descrito na Bíblia."E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. Gênesis 1;6" . Muito bem, quando Deus assim declarou, o declarou com amor de Pai, contudo, esse amor foi expresso na palavra "FAÇAMOS",  note que esta é uma confissão de consumação de desejo. Oras, se era esse Seu desejo, com certeza Se sentiu feliz em realiza-lo. E, é preciso afirmar que quando realizamos nosso desejo, nosso coração bete mais feliz, não é mesmo? Basta ver que quando nos sentimos realizados conosco mesmo, somos intimamente felizes. Porém, a felicidade é maior quando quando este desejo é realizado de modo completo, como; sentimos desejo em comprar um carro, casa, ou outro bem qualquer, e, isso acontece, passamos a amar este bem como parte de nossa vida, dia a dia, cotidiano e até mesmo como algo de muito valor sentimental. Assim é, ou ao menos deveria ser quando conquistamos uma pessoa por nossa afeição de carinho. Não posso aqui falar por ninguém, mas, posso por mim mesmo, de mode que afirmo que me sinto felicíssimo ao sentir amor por uma pessoa, e principalmente se for alguém que não conheço. Isso significa que este amor é real e verdadeiro, pois quando amamos alguém que não conhecemos nada sobre ela, este amor realmente nasceu no mais profundo de nosso ser, sendo que este é incondicional  tendo em vista de não sabermos se tal pessoa tem algo para nos oferecer, ou ao menos sua amizade, carinho ou até mesmo um muito obrigado. etc, etc, etc........
Existe o amor de irmão, este amor e um sentimento comum e intransferível, que chamo de amor sanguíneo, que defere do amor paternal e maternal. O amor de irmão é um sentimento incondicional, mas que pode existir um laço ciumento entre um e outro, onde isso pode se tornar objeto de rancor e discórdia como no caso dos irmãos "CAIM E ABEL", o que houve uma tragédia que nasceu do ciúmes; veja Gênesis, capitulo 4. 'Bíblia'. 
Existe o amor materno, este amor é comparado ao amor divino, Uma mãe é capaz de se trocar por um filho, podendo assim se despir de suas vestes pera amparar seu filho, uma mãe jamais condenará um filho por grave que venha ser seu erro, ela também jamais dormirá tranquila se um filho não estiver bem, uma mãe é capaz de ficar sem se alimentar para que seu filho não venha perecer de fome, enfim... uma mãe, é capaz de morrer no lugar do filho. Este foi o amo de Deus por nós, quando se destituiu de sua majestade e veio a terra para sofrer nossa dor. Este é o amor madre-paternal. "amor de pais" .
Existe o amor conjugal. Para este amor segue-se o texto exemplo para melhor explana-lo. 

O VERDADEIRO AMOR

Um famoso professor se encontrou com um grupo de jovens que falava contra o casamento.
Argumentavam que o que mantém um casal é o romantismo e que é preferível acabar com a relação quando este se apaga, em vez de se submeter à triste monotonia do matrimônio.
O mestre disse que respeitava sua opinião, mas lhes contou a seguinte história:

“Meus pais viveram 55 anos casados. Numa manhã minha mãe descia as escadas para preparar o café e sofreu um enfarto.
Meu pai correu até ela, levantou-a como pôde e quase se arrastando a levou até à caminhonete.
Dirigiu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou, infelizmente ela já estava morta.
Durante o velório, meu pai não falou.
Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou. Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados.
Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo, passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção: “- Meus filhos, foram 55 bons anos…Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem idéia do que é compartilhar a vida com alguém por tanto tempo.”
Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou: “- Ela e eu estivemos juntos em muitas crises.
Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade.
Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam. Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, e perdoamos nossos erros…
Filhos, agora ela se foi e estou contente. E vocês sabem por que? Porque ela se foi antes de
mim e não teve que viver a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida. Sou eu que vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso. Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim… “
Quando meu pai terminou de falar, meus irmãos e eu estávamos com os rostos cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos e ele nos consolava, dizendo: “Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa.”
E, por fim, o professor concluiu: Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor. Está muito além do romantismo, e não tem muito a ver com o erotismo, mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam duas pessoas realmente comprometidas.

Quando o mestre terminou de falar, os jovens universitários não puderam argumentar.
Pois esse tipo de amor era algo que não conheciam.
O verdadeiro amor se revela nos pequenos gestos, no dia-a-dia e por todos os dias.
O verdadeiro amor não é egoísta, não é presunçoso, nem alimenta o desejo de posse sobre a pessoa amada.

“Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado com certeza chegará mais longe e terá a indescritível alegria de compartilhar, alegria esta que a solidão nega a todos que a possuem…”













































Um famoso professor se encontrou com um grupo de jovens que falava contra o casamento.
Argumentavam que o que mantém um casal é o romantismo e que é preferível acabar com a relação quando este se apaga, em vez de se submeter à triste monotonia do matrimônio.
O mestre disse que respeitava sua opinião, mas lhes contou a seguinte história:

“Meus pais viveram 55 anos casados. Numa manhã minha mãe descia as escadas para preparar o café e sofreu um enfarto.
Meu pai correu até ela, levantou-a como pôde e quase se arrastando a levou até à caminhonete.
Dirigiu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou, infelizmente ela já estava morta.
Durante o velório, meu pai não falou.
Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou. Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados.
Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo, passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção: “- Meus filhos, foram 55 bons anos…Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem idéia do que é compartilhar a vida com alguém por tanto tempo.”
Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou: “- Ela e eu estivemos juntos em muitas crises.
Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade.
Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam. Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, e perdoamos nossos erros…
Filhos, agora ela se foi e estou contente. E vocês sabem por que? Porque ela se foi antes de
mim e não teve que viver a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida. Sou eu que vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso. Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim… “
Quando meu pai terminou de falar, meus irmãos e eu estávamos com os rostos cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos e ele nos consolava, dizendo: “Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa.”
E, por fim, o professor concluiu: Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor. Está muito além do romantismo, e não tem muito a ver com o erotismo, mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam duas pessoas realmente comprometidas.

Quando o mestre terminou de falar, os jovens universitários não puderam argumentar.
Pois esse tipo de amor era algo que não conheciam.
O verdadeiro amor se revela nos pequenos gestos, no dia-a-dia e por todos os dias.
O verdadeiro amor não é egoísta, não é presunçoso, nem alimenta o desejo de posse sobre a pessoa amada.

“Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado com certeza chegará mais longe e terá a indescritível alegria de compartilhar, alegria esta que a solidão nega a todos que a possuem…”

Daí vemos o quanto significa o verdadeiro amor.
Ainda existem diversos outro amores aos quais precisaria muitos textos, histórias e relatos, bem como experiências de sobre-vivência para uma real expressão do significados diversos da frase "AMOR".











***FRANCIS DE MELLO***  

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