terça-feira, 28 de agosto de 2012

"O FILME 'A TENTAÇÃO' É VISTO COMO UMA AFRONTA PELOS RELIGIOSOS, AFIRMA O DIRETOR DO FILME"


Diretor do polêmico filme “A Tentação” afirma que “lamentavelmente a religião separa as pessoas mais do que as une”.










Diretor do polêmico filme “A Tentação” afirma que “lamentavelmente a religião separa as pessoas mais do que as une”
O diretor Matthew Chapman, que recentemente lançou o filme “A Tentação”, concedeu entrevista e falou sobre sua proximidade com o autor da teoria da evolução, Charles Darwin, de quem é tataraneto e sobre suas impressões a respeito da religião.
Segundo Chapman, que além de diretor é pesquisador e escritor, “a religião separa as pessoas mais do que as une”.
O filme mostra a história de um ateu que se envolve com a esposa de um religioso extremista, os conflitos causados entre todos os personagens e suas decisões a partir do ponto de vista que cada um tem sobre a religião.
Na entrevista concedida ao G1, Chapman falou sobre a abordagem que deu ao tema religião no filme “A tentação”, e ressaltou seu espanto com a crença no criacionismo em países como os Estados Unidos.
-Eu acho que, lamentavelmente, religião separa as pessoas – mais do que as une. Quer dizer, se você olhar para os judeus e para os árabes, eles comem a mesma comida, eles vivem na mesma terra, eles dividem em grande parte os mesmos mares, eles são mães e pais, têm filhos, ou seja, têm muitas coisas em comum. A única coisa a dividi-los é disputa por território e religião – observou.
Chapman declarou ainda que seu envolvimento com a ciência não tem ligação com sua origem: “Não me interessava nem pelo Darwin. Porque na Inglaterra, na Europa como um todo, realmente ninguém realmente questiona a evolução. Foi só quando vim para os Estados Unidos que vi pessoas dizendo que a Terra tinha 10 mil anos de idade e que Deus criou Adão e Eva, todos os animais foram colocados dentro da arca – isso é inacreditável num país sofisticado assim”.
O diretor, porém, enfatiza sua preocupação em expressar o humanismo no meio do debate entre religião e ciência: “No meio dessa batalha filosófica, há uma verdadeira dor emocional para todo mundo. É interessante, porque algumas pessoas, ao perder alguém próximo, pensam que não pode existir um Deus, já que, se Ele existisse, não faria isso [tiraria uma vida]. Outras pessoas dirão: ‘Oh, meu Deus, eu perdi meu filho (ou meu marido ou minha esposa), eu preciso ter Deus ao meu lado, para me ajudar a superar isso’. Mas, no meio de tudo, há sempre a dor do ser humano”, pontua.
Confira abaixo o trailer do filme “A Tentação”, em cartaz no Brasil desde a última sexta-feira, 17/08:


Acredito verdadeiramente que no mundo real existe sim pessoas de credos diferentes tenham envolvimentos entre si não só nas exposições feitas pelo diretor Matthew Chapman, mas, como possivelmente o filme venha pontuar no sentido sexual. Ora, somos testemunhas de que grandes nomes do mundo evangélico tenham caídos na tentação do envolvimento sexual extra-conjugal. E com certeza, existem tantos outros ainda que esteja envolvidos assim. Não consigo entender o porque dessa grande admiração/condenação do lado religioso contra o filme A Tentação, levando-se em conta que não esteja apontando algo inédito no mundo cristão, e sim algo que todos os humanos com acesso à informação em tempo real  a que temos direito. Embora muitos vejam o filme como uma afronta ou difamação dos envolvidos como afirma o diretor. Porém o correto seria que fossemos razoáveis conosco mesmos, tendo em vista do já mencionado acima!






***FRANCIS DE MELLO***

sábado, 25 de agosto de 2012

"NÃO BOMBARDEIE, NEGOCIE, DIZ FAIXA DE MANIFESTANTES ISRAELENSE CONTRÁRIO À GUERRA"



Ameaças ao Irã fazem israelenses se prepararem para guerra.








Don't bomb, talk (não bombardeie, negocie) diz a faixa de manifestantes israelenses contrários à guerra. Foto: Orly Wertheim/Divulgação
"Don't bomb, talk" (não bombardeie, negocie) diz a faixa de manifestantes israelenses contrários à guerra


Em Israel, não se fala em outra coisa: o país pode atacar o Irã em setembro ou outubro, antes das eleições americanas, marcadas para 6 de novembro. Enquanto a mídia divulga os preparativos das autoridades para proteger os civis, analistas se questionam sobre um provável blefe de Netanyahu. Estaria o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, instaurando um clima de medo entre a população somente para chamar atenção do governo americano?
Sem ter como saber, a população se pergunta quais seriam os lugares mais seguros em caso de um ataque iraniano, para onde correr quando as bombas começarem a cair, se os aeroportos serão fechados ou quanto tempo demora para chegar um missel do Irã a Tel Aviv, considerado o alvo principal em caso de uma guerra com o país vizinho. A prefeitura da cidade firmou acordos com 60 estacionamentos subterrâneos particulares, que serão transformados em bunkers se a guerra começar. Espalhados pela cidade, eles têm capacidade para abrigar cerca de 850 mil pessoas.
O Comando da Retaguarda, braço do Exército para a defesa dos civis, também firmou um acordo com as empresas de telefonia móvel, que cederão serviços de mensagens de texto caso comece a guerra. Nesse caso, os residentes receberão alertas para correr para o bunker se forem detectados mísseis disparados contra a região onde se encontra.
De acordo com o Comando da Retaguarda, desde que aumentaram os rumores, duplicou o número de pessoas que recorrem aos centros de distribuição de máscaras de gás. O serviço telefônico de assistência psicológica (Eran) também informa que houve um "aumento significativo" do número de chamadas nas últimas semanas, diretamente decorrente da crescente tensão na qual os habitantes de Israel se encontram.
Divergências
Embora o medo seja uma realidade, analistas preferem trabalhar apenas com probabilidades. Para o veterano jornalista Uri Avnery, acostumado a cobrir questões controversas do Oriente Médio, Israel "não ousará" atacar o Irã sem a concordância dos Estados Unidos; segundo ele, os rumores vazados pelo governo têm o objetivo de "amedrontar o público".
"Netanyahu tem interesse em manter o público em um estado constante de medo", disse Avnery ao Terra. "Desde que aumentaram os rumores sobre uma guerra iminente, os protestos sociais se esvaziaram, o governo aumentou os impostos e não se fala mais sobre a questão palestina", acrescentou.
Já o analista Yossi Melman afirma que um ataque israelense contra o Irã antes das eleições americanas "poderia derrubar Obama". A crise econômica e diplomática que se criaria em decorrência de uma guerra entre Israel e o Irã teria consequências desastrosas para as chances de reeleição do atual presidente americano. De acordo com Melman, as ameaças de Netanyahu são uma maneira de tentar "interferir" no pleito.
Em campanha na web, cidadãos israelenses
e iranianos se mostram contrários ao conflito
Real ou não, a possibilidade de guerra em setembro ou outubro criou um clima de tensão. Muitos israelenses se perguntam como devem agir se tal guerra começar, pois o risco de um bombardeio seria grande. Não só do Irã, mas de seus aliados. Uma represália do Hezbollah, milícia xiita libanesa financiada e armada pelo governo iraniano, seria um desdobramento óbvio.
Protestos
Mas o medo não chegou a paralisar a população. Com o aumento dos rumores, crescem também iniciativas que tentam frear um possível conflito. Entre eles está um apelo aos pilotos responsáveis por bombardear o Irã. O apelo, assinado por centenas de israelenses, pede que eles se recusem a cumprir a ordem de atacar o país persa.
Outra é uma campanha de israelenses e iranianos no Facebook. Vários internautas postaram fotos com os dizeres "não estou disposto a morrer em sua guerra". Centenas de pessoas também se manifestam diariamente em frente à casa do ministro da Defesa, Ehud Barak, no centro de Tel Aviv, com o slogan "Don't bomb, talk" ("não bombardeie, negocie").
No entanto, Barak já deixou claro que considera os riscos de um ataque preventivo inferiores ao perigo de que o Irã tenha uma bomba atômica. "Se o Irã tiver armas nucleares, a situação será muito mais complexa, complicada e perigosa", disse.









***FRANCIS DE MELLO***

"IURD LANÇA NOVO MODELO DE ANGARIAR DINHEIRO E DOAÇÕES"



Igreja Universal lança sistema de pagamento de dízimo e doações através do Facebook.




Igreja Universal lança sistema de pagamento de dízimo e doações através do Facebook


A Igreja Universal (IURD) lançou recentemente emsua página no Facebookum sistema de pagamentos que permite a realização de doações e até mesmo pagamento de dízimos à igreja diretamente pela rede social.
O aplicativo, disponibilizado na página oficial da denominação, disponibiliza um canal de pagamentos via cartões de crédito e boletos bancários e, segundo o site Arca Universal, novas formas de pagamento já estão sendo preparadas, como o débito direto em conta corrente.
Ao usar o sistema de pagamento pela rede social, o fiel da igreja pode escolher o destino de sua doação entre dízimo, oferta para a construção do Templo, oferta para evangelização em rádio e televisão, auxiliares do Bispo Macedo e “voto com Deus”.
Semelhante a sistemas utilizados por empresas de comércio on-line, a IURD permite também em seu aplicativo que o fiel use o serviço de “doação com 1 click”, para fazer suas contribuições. Para tal, o sistema da igreja mantém armazenados os dados de cartão de crédito do doador, que das próximas vezes precisará clicar em apenas um botão, para que oferte à igreja
O sistema de pagamento foi disponibilizado pela igreja também em um site próprio, que permite aos fiéis as mesmas formas de pagamento e doações disponíveis no Facebook.









***FRANCIS DE MELLO***

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

"EM QUE MUNDO ESTAMOS VIVENDO? ME BELISQUEM PARA EU ACORDAR"



Cartório divulga primeiro caso de união estável a três; Pastor Renato Vargens comenta: “Chegamos ao fundo do poço”.






Cartório divulga primeiro caso de união estável a três; Pastor Renato Vargens comenta: “Chegamos ao fundo do poço”








Um caso de união estável entre três pessoas foi divulgado por um cartório da cidade de Tupã, interior de São Paulo.
Sem revelar a identidade dos envolvidos, a tabeliã Cláudia do Nascimento Rodrigues afirmou ao jornal Correio Braziliense que nenhum dos três é casado, e por isso, foi possível efetuar o registro de uma união afetiva entre o homem e as duas mulheres: “A lei não permite casamentos poligâmicos, mas neste caso, nenhum deles é casado e os três vivem juntos por vontade própria. Há, portanto, uma união estável, um contrato, onde se estabelecem regras, formas de dividir funções e colaborações para a estrutura familiar”.
O pastor Renato Vargens publicou em seu blog um artigo comentando o fato: “Verdadeiramente chegamos ao fundo do poço!”.
Para Vargens, “infelizmente os padrões de moralidade parecem não mais existir, até porque, a forma de se medir felicidade e sucesso diferente daquela encontrada na Palavra de Deus”.
Segundo o pastor, o responsável pelos padrões de moral adotados pela sociedade é o afastamento de Deus: “Na verdade, o objetivo prioritário do ser humano não é a glorificação do nome do Senhor e sim a busca desenfreada pela satisfação pessoal, ainda que para isso seja necessário desconstruir conceitos e valores jogando-os definitivamente na lata do lixo”.
Indignado, o pastor faz um apelo para que cristãos em geral se unam em testemunho para buscar a transformação de outras vidas.
-Fomos chamados pelo Senhor a vivermos de modo absolutamente diferente dos que compõem esta geração. Compromisso com a moral, decência e santidade devem fazer parte da vida daqueles que nasceram de novo, levando-nos a exalar sobre os que se encontram em estado de putrefação espiritual o bom perfume de Cristo. Junta-se a isso o fato de que mais do nunca necessitamos anunciar a todos quanto pudermos as consequências funestas do pecado, como também mostrar a essa geração que a libertação de uma vida promiscua e adoecida encontra-se em Cristo Jesus! -  ressalta o pastor.

vejam o comentário na íntegra!

Por Renato Vargens


Verdadeiramente   chegamos ao   fundo do poço!

O Correio Brasiliense publicou a notícia  da  união  afetiva entre três pessoas, Veja a matéria abaixo:


Um cartório no interior de São Paulo divulgou nesta semana uma Escritura Pública de União Poliafetiva, caso considerado inédito no país. Um homem e duas mulheres da cidade de Tupã, que não tiveram a identidade divulgada pelo cartório, já viviam uma união estável e decidiram declarar oficialmente a vida a três.De acordo com a tabeliã que registrou a escritura, Cláudia do Nascimento Domingues, a declaração pública foi uma forma de garantir os direitos de família entre eles. “A lei não permite casamentos poligâmicos, mas neste caso, nenhum deles é casado e os três vivem juntos por vontade própria. Há, portanto, uma união estável, um contrato, onde se estabelecem regras, formas de dividir funções e colaborações para a estrutura familiar”, esclarece.

A união poliafetiva é mais uma das muitas formas atuais de família, explica a vice-presidente Instituto Brasileiro de Direito da Família (Ibdfam), Maria Berenice Dias. “O novo conceito de família é mais flexível, não há a necessidade de casamento”.

Com a união oficializada, os três passam a ter direitos, principalmente no caso de separação. “Se tivessem filhos, eles poderiam combinar que todos seriam responsáveis pelos custos da criação. Em uma situação de doença, eles poderiam se visitar e se apresentar como membros da mesma família e, em caso de separação, facilita a organização da divisão de bens e patrimônios”, esclarece Domingues.

Nota do BLOG:

Infelizmente os padrões de moralidade parecem não mais existir, até porque, a forma de se medir felicidade e sucesso diferente daquela encontrada na Palavra de Deus. Na verdade, o objetivo prioritário do ser humano não é a glorificação do nome do Senhor e sim a busca desenfreada pela satisfação pessoal, ainda que para isso seja necessário desconstruir conceitos e valores jogando-os definitivamente na lata do lixo.

Como já escrevi anteriormente fomos chamados pelo Senhor a vivermos de modo absolutamente diferente dos que compõem esta geração. Compromisso com a moral, decência e santidade devem fazer parte da vida daqueles que nasceram de novo, levando-nos a exalar sobre os que se encontram em estado de putrefação espiritual o bom perfume de Cristo. Junta-se a isso o fato de que mais do nunca necessitamos anunciar a todos quanto pudermos as conseqüências funestas do pecado, como também mostrar a essa geração que a libertação de uma vida promiscua e adoecida encontra-se em Cristo Jesus!

Pense nisso!

Renato Vargens











***FRANCIS DE MELLO***