sábado, 22 de junho de 2013

"MANIFESTAÇÕES VERSOS POLÍTICAS"

As manifestações contra o aumento das passagens deflagram um interesse público coletivo da população brasileira!



Depois de diversos aumentos seguidos nos preços das passagens coletivos a população/brasileiros decidiram dizer não às empresas, governadores e políticos no geral que são os responsáveis por estes aumentos abusivos.
No dia 8 de Maio deste ano em Goiânia houve uma manifestação na praça cívica contra um aumento que estava sendo estudado e preparado para acontecer, quando a passagem custava R$ 2,70 (dois reais e setenta centavos), as empresas planejavam passar para os  R$ 3,00 (três reais), coisa que nesta data já começou a causar diversos transtornos ao meio coletivo das empresas responsáveis pelo transporte coletivo da capital goiana.

R$2,70 já é roubo!

Esse ano as empresas do transporte e seus parceiros “públicos” anunciaram outro aumento da passagem de ônibus. A ideia é que a tarifa aumente para R$3,00! Esse aumento, como todos os aumentos que tivemos nos últimos anos, não se justifica para os usuários do transporte coletivo. Os atrasos e os ônibus superlotados continuam! É mais um aumento para saciar a sede de lucros das grandes empresas que compõem a Rede Metropolitana de Transporte Coletivo.
Em 2007, a passagem de ônibus era R$1,80. Em 2012 já chegou a R$2,70. É um aumento de 50% em apenas 5 anos! Mesmo a inflação aumentou apenas 35% de 2007 pra cá… será que houveram tantos custos extraordinários que justifiquem?
O usuário não é bobo: quais são os custos?
Ninguém sabe o que realmente acontece no transporte público em Goiânia. Quais são os custos das empresas? Quantos ônibus realmente estão circulando? Quanto lucro é gerado com esse serviço de péssima qualidade? Como se justificam os aumentos da passagem na realidade do transporte aqui em Goiânia? Por que esses dados não são publicados e ficam só entre os empresários e os cargos de confiança de políticos com campanhas financiadas pelas próprias empresas do transporte? Para nós, não basta inventar uma fórmula e um ‘compromisso’ entre empresas e políticos. Exigimos a publicação das planilhas de custos e lucros das empresas do transporte público!
Quem decide?
Na Câmara Deliberativa de Transporte Coletivo (CDTC) em que se decidem aumentos da passagem, criação e alteração de linhas de ônibus, não há um representante sequer dos usuários e trabalhadores do transporte coletivo! Os aumentos sempre são aprovados por todos os presentes, é só as empresas darem a ordem. Os aumentos anuais, nunca justificados plenamente, são uma das expressões do grande poder que as empresas do transporte exercem diariamente sobre a população usuária do transporte em Goiânia. As linhas são decididas de acordo com as conveniências políticas e necessidades de lucro das empresas. Nos terminais e ônibus as empresas circulam seguranças armados que impõem as regras particulares das empresas nos espaços públicos. Continuaremos aceitando isso? Que democracia é essa em que um punhado de empresários manda e mais de um milhão de usuários e milhares de trabalhadores do transporte só obedecem?
Transporte “público”?
Em Goiânia não há transporte público.  O que há é um serviço público que as empresas exploram para o seu lucro, um serviço essencial para conseguir viver na cidade e acessar outros serviços básicos como saúde, educação e lazeres. Não temos sequer um passe livre estudantil para conseguir chegar às escolas e universidades para estudar. Com essa tarifa abusiva, as nossas viagens e os nossos direitos ficam ainda mais limitados pela necessidade de lucro das empresas.
A saída é a luta e a organização!
Nós da Frente Contra o Aumento chamamos a todos os usuários para se organizarem e lutarem contra mais esse aumento abusivo da tarifa!  Manifestações, bloqueios de rua, paralisações de terminal, pular catracas, panfletagens e mais todas as ações necessárias que demonstrem a força, a conscientização e a luta dos usuários!
A frente é um movimento autônomo, apartidário e aberto que busca juntar os usuários do transporte contra o aumento da passagem. Todos os grupos e indivíduos que quiserem agir contra o aumento estão convidados a participar! Nossas reuniões são públicas e costumam ser anunciadas nas redes sociais anteriormente.

Diante dessa decisão da chamada "FRENTE CONTRA O AUMENTO", A coisa foi tomando rumo interessante, onde foi despertados os brasileiros mais atenciosos com a coisa pública de modo que foi crescendo a dimensão do interesse de uma população sofrida com tamanhos descasos e ganância dos empresários por mais lucratividade a ponto de super onerar os usuários  deste transporte, chegando a prejudicar os estudantes de um modo geral, não só com os altos valores, mas, também com o descasos da manutenção dos veículos/ônibus bem como os atrasos contínuos e até falta deste para certas linhas e horários, fazendo assim com que estes ficassem revoltados e se obrigando a dar um basta em tudo isso.
Sinto-me na obrigação de dizer que todos os usuários de transportes coletivos são os mais prejudicados com todos esses descasos e aumentos abusivos. No caso dos aumentos ultrapassaram a inflação em muitos percentuais sem uma causa justa, e até sem mérito algum por parte das prestadoras do serviço. 
O que mais deixou os usuários revoltados foram as quebradeiras de ônibus causando assim paralisação em horários de pico de algumas linhas, com isso deixou-os enfurecidos a ponto de interditarem terminais estratégicos, ruas e linhas como já mencionado acima, com tudo isso houve os mais exaltados que passaram da medida causando quebra quebra até ateando fogo em ônibus e veículos nas ruas, bem como destruindo comércios dentre outros bens privados e públicos, fazendo assim por a imprensa contra o movimento. Porém é preciso esclarecer que os episódios de vandalismo nada tem a ver com o movimento, são pessoas mau intencionados que gostam de se aproveitarem  de momentos como estes para deixarem suas marcas sem assinaturas, tanto, que as tais em grande maioria costumam saírem as ruas usando máscaras para não se deixarem conhecer causando assim grande prejuízo, se se importarem de onde sará o dinheiro para a reposição dos bens destruídos. Bom seria que os verdadeiros manifestantes com intenção sadia e ordeiros os expulsassem de seus meios. Contudo, sabemos que se assim fizerem poderá causar uma guerrilha entre eles, e daí a coisa ficaria sem controle. Registro aqui minha admiração á estes que estão com intenção pura e sadia.
Muito bem, Estamos vivendo uma verdadeira revolução contra os abusos dos políticos corruptos, porém vejo que os manifestantes estão meio que perdidos quanto ao que querem na verdade, haja visto não terem um protocolo de manifesto perante de suas reivindicações, tanto que no pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff  vimos-a sem uma meta específica, tentando assim entender e acertar os pontos de reivindicação dos brasileiros/manifestantes.
Oras, se foi derrubado os aumentos por meio seus pedidos, que saiam as ruas com outra pauta reivindicativa, como exemplo, "PRISÃO DOS CORRUPTOS CONDENADOS" dentre outras coisas. Os malacos sabem, digo, achavam que sabia que o brasileiro tem/tinha a mente curta, por este motivo acreditam estarem na política por mais tempo. Mas, diante destes acontecimentos e manifestações começaram entender que pra tudo tem um final, e esperamos que o final dos pilantras seja já em 2014. Precisamos nos manifestar nas urnas e mostrar que somos mansos como pensam, mas sabemos ser bravos e decididos quando encurralados, e é exatamente neste momento dos segundo em que estaremos na urna para expressar nossa cidadania que precisamos assinar com voto de ouro dando lugar aos verdadeiro honestos da história como o Ministro Joaquim Barbosa, queira Deus e ele, possa ser uma opção de voto em outubro de 2014.






***FRANCIS DE MELLO***




terça-feira, 18 de junho de 2013

"FINALMENTE O BRASILEIRO ACORDOU"



Depois que o Brasil saiu das mãos dos ditadores através 

do grito das diretas já, muita coisa mudou na história 

política do pais. 

A partir desse fato históricos tivemos diversas 

manifestações, desde pedido de melhorias de salários 

até a derrubado de um presidente, bem como o apoio á 

um trabalhador semi analfabeto como presidente da 

república.


É bem verdade que desde então passamos a ter 

conhecimento de fatos que até então era omitido pela 

mordaça de ditadura, como por exemplo os desvios de 

verbas pública que vem desde o Juiz Lalau até o recente 

episódio dos mensaleiros. Contudo porém, é preciso 

dizer que as coisas melhoraram e muito, mas a 

roubalheira também ficou mais aguçada de modo tal, que 

se for trancafiar os tais seria preciso soltar os que lá 

estão para ceder lugar à estes, ou construir inúmeros 

presídio para os tais.


Muito bem, o que quero ressaltar é que o povo brasileiro 

parece estar acordando para estes descasos, foi 

desencadeado uma manifestação a nível local devido 

aumentos de preço de passagens em Goiânia-GO que se 

foi estendendo por outras Capitais como Salvador-BA, 

Rio de Janeiro-RJ, São Paulo-SP dentre outras, mas, no 

dia da abertura da copa das confederações em Goiânia 

mais de 70 mil brasileiros deram o ponta pé inicial ao 

que estão chamando de manifestação contra o aumento 

das passagens, que na realidade nada tem a ver. Estes 

vaiaram a presidenta Dilma no estádio Mané Garrincha, 

foi dalí que saiu a histórica idéia de uma manifestação 

em massa para mostra à presidenta que estamos todos 

insatisfeitos com estes desmando e roubalheiras sem 

controle.


Há poucos dias escrevi que "O BRASIL ESTÁ PRESTES À 

ENTRAR EM UMA GRANDE RECESSÃO", porém estamos que 

não se trata apenas do caus da recessão e sim de algo muito mais 

além disso.


Com estas manifestações estamos vendo que o povo está 

acordando aos desmandos por parte dos governantes, queira Deus 

que este mesmo povo veja que tem poder em colocar o Brasil no 

eixo, haja visto, para isto tenhamos que depor todos os membros 

da cúpula do governo federal, estaduais e municipais  ou seja lá 

quem tentar se opor à essa cobrança. 

Estamos vendo um mídia que ao longo do tempo tem mostrado 

apenas o lado governamental certo do Brasil, parando e apoiando 

a população em seus manifestos, Se nós outros que não saímos de 

casa fizer nossa parte dando nosso apoio de solidariedade via 

redes sociais à quem está nas ruas com certeza teremos resultados 

faraônicos.
 

Dilma ficou “impressionada” com dimensão das 

manifestações



Manifestantes subiram a rampa do Congresso e invadiram a área em Brasília Foto: Gustavo Gantois / Terra
Manifestantes subiram a rampa do Congresso e invadiram a área em Brasília
“Ela (Dilma) está muito atenta e passou o dia de ontem muito preocupada em fazer essa análise (do significado dos protestos) e não tomar nenhuma ação, porque precisa fazer um diagnóstico dessa realidade para não sair tomando medidas”, afirmou o ministro a senadores durante depoimento em uma comissão.

Um dos principais interlocutores políticos do governo federal e articulador com movimentos sociais, o ministro da Secretaria-Geral, Gilberto Carvalho, afirmou que a presidente Dilma Rousseff está “atenta” e “preocupada” em entender a mensagem dos protestos. Na última segunda, 12 capitais foram tomadas por manifestações. Originalmente foram motivadas por aumento do custo da tarifa de ônibus e por gastos com a Copa das Confederações, mas os descontentamentos se mostram mais amplo em cada ato.
“Ela (Dilma) está muito atenta e passou o dia de ontem muito preocupada em fazer essa análise (do significado dos protestos) e não tomar nenhuma ação, porque precisa fazer um diagnóstico dessa realidade para não sair tomando medidas”, afirmou o ministro a senadores durante depoimento em uma comissão.

Mais cedo, o ministro afirmou ao Terra que a presidente ficou “impressionada” com a dimensão dos protestos e que o governo ficou monitorando ao longo da noite as ações. Chamou a atenção do governo a ocupação do teto do Congresso Nacional e também o volume de pessoas nas ruas do Rio e de São Paulo.


O ministro sugeriu que em um contato com o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, o momento em que os manifestantes ameaçaram invadir o prédio principal do Congresso Nacional foi o ponto mais sensível do protesto de segunda. “Esse é o limite. Não se entra no Congresso Nacional (...). Esse tem de ser o limite e cabe a quem está em posição de governo zelar pela lei e pela ordem”, afirmou o ministro durante depoimento à Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado.
A Polícia Militar do Distrito Federal reforçou a segurança do Parlamento, que comumente é guardado pela Polícia Legislativa. A atuação policial em Brasília e em São Paulo foi elogiada pelo ministro. “O processo foi exemplar, adequado. Ficamos até a meia-noite assistindo”, disse.
Um dos desafios que o Planalto afirma estar encontrando frente à nova onda de manifestações é a nova modalidade de organização, sem direção ou estrutura hierárquica. O governo alega dificuldade em encontrar interlocutor para dialogar com esses movimentos.























Acidade de São Paulo enfrenta protestos contra o aumento na tarifa do transporte público desde o dia 6 de junho. Manifestantes e policiais entraram em confronto em diferentes ocasiões e ruas do centro se transformaram em cenários de guerra. Enquanto policiais usavam bombas e tiros de bala de borracha, manifestantes respondiam com pedras e rojões.
Durante os atos, portas de agências bancárias e estabelecimentos comerciais foram quebrados, ônibus, muros e monumentos pichados e lixeiras incendiadas. Os manifestantes alegam que reagem à repressão opressiva da polícia, que age de maneira truculenta para tentar conter ou dispersar os protestos.
Segundo a administração pública, em quatro dias de manifestações mais de 250 pessoas foram presas, muitas sob acusação de depredação de patrimônio público e formação de quadrilha. No dia 13 de junho, o protesto foi marcado pela repressão e pelo abuso da ação policial. A passeata, que começou pacífica - com jovens cantando, carregando cartazes e distribuindo flores para a população -, terminou com cenas de guerra em diversas ruas do centro.
As primeiras bombas de gás lacrimogêneo lançadas pela Polícia Militar na rua da Consolação deram início a uma sequência de atos violentos por parte das forças de segurança, que se espalharam até por quase até meia-noite. Enquanto os policiais atacavam com bombas e tiros de bala de borracha, os manifestantes respondiam com pedras e rojões.
A polícia teria iniciado o confronto porque um acordo com os manifestantes teria sido rompido. Segundo o major Lidio Costa Junior, do Policiamento de Trânsito da PM, o combinado era que a manifestação, que começou na praça Ramos de Azevedo, em frente ao Theatro Municipal, se encerrasse na praça Roosevelt, ao lado da igreja da Consolação. "Se não é para cumprir acordo, não adianta reclamar das consequências", disse o major.
Ônibus estacionados, pedestres que passavam nas regiões onde houve confrontos e veículos de paulistanos viraram reféns da situação. Durante a troca de pedradas e bombas, muitos motoristas fecharam os veículos e se abrigaram no comércio da região. Em ônibus e estações de metrô, mulheres e crianças, além de adultos, sofreram com os efeitos do gás lacrimogêneo.​























O cenário foi de caos: manifestantes e pessoas pegas de surpresa pelo protesto correndo para todos os lados tentando se proteger; motoristas e passageiros de ônibus inalando gás de pimenta sem ter como fugir em meio ao trânsito; e vários jornalistas, que cobriam o protesto, detidos, ameaçados ou agredidos.
O fotógrafo do Terra Fernando Borges foi um dos profissionais da imprensa presos enquanto cobria a manifestação. Ele portava crachá de imprensa, equipamento fotográfico de trabalho e se apresentou como jornalista, mas foi levado pelos policiais. Ele passou 40 minutos detido junto com outros manifestantes, de frente para a parede, com as mãos nas costas e a cabeça baixa, e depois foi liberado.
O repórter do Terra Vagner Magalhães levou um golpe de cassetete de um policial militar durante a cobertura do evento. Ele foi agredido no braço, no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Próximo à praça Roosevelt, no centro, a também repórter do Terra Marina Novaes chegou a ser detida, mas foi dispensada depois que se apresentou como jornalista.
Sete repórteres do jornal Folha de S. Paulo foram atingidos, sendo que os jornalistas Giuliana Vallone e Fábio Braga levaram tiros de balas de borracha no rosto enquanto trabalhavam no protesto. Uma imagem de Giuliana com o olho inchado após o tiro circula repercutiu nas redes sociais. O fotógrafo Sérgio Silva, da agência Futura Press, que foi atingido no olho esquerdo por um tiro de bala de borracha disparado pela PM durante o protesto corre risco de perder a visão.

Manifestantes ocupam rampa do Congresso Nacional
Manifestantes ocupam rampa do Congresso Nacional

As agressões da polícia repercutiram negativamente na imprensa e também nas redes sociais. Vítimas e testemunhas da ação violenta divulgaram relatos, fotografias e vídeos na internet e obrigaram uma atitude dos governos estadual e municipal. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado afirmou que a polícia não usará gás lacrimogêneo ou balas de borracha para reprimir os novos protestos. Foi informado também que ninguém será preso por levar consigo recipientes com vinagre.
Além disso, diante da persistência dos movimentos em manter os protestos pela causa, o governo de São Paulo convocou representantes para uma reunião com a SSP para o dia 17 de junho. A prefeitura da capital paulista também sinalizou que irá se reunir com os grupos no dia 18 de junho. "O objetivo (do convite) é garantir que todos possam exercer seu direito de manifestação de forma segura e pacífica", disse o governador Geraldo Alckmin (PSDB) em seu perfil no Twitter. "Preservando assim a liberdade de expressão, o interesse público e os serviços essenciais", complementou.
No dia seguinte ao protesto marcado pela violência, em entrevista à TV Bandeirantes, o governador declarou que via "ações coordenadas" oportunistas no movimento que cobra a suspensão do reajuste das tarifas de transporte público na capital paulista e em outras cidades do País. Ele reiterou por diversas vezes "a defesa do direito de ir e vir" da população e garantiu que não permitirá que os manifestantes prejudiquem a circulação de veículos e pessoas.
No mesmo dia, em entrevista ao programa Bom Dia SP, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou que a Polícia Militar deve ser investigada por abusos cometidos durante a repressão à manifestação, mas não deixou de criticar a ação dos ativistas. "Infelizmente, na terça, vimos violência contra policiais. Hoje, o Brasil conhece cenas de violência que ensejaram uma abertura de investigação pela SSP”, disse. "São cenas lamentáveis que não condizem com o espírito de São Paulo", afirmou.
A mobilização em torno do aumento da tarifa de ônibus ultrapassou as fronteiras do País e ganhou as ruas de várias cidades do mundo. Nos dias 15 e 16 de junho, dezenas de manifestações foram organizadas em outros países em apoio aos protestos em São Paulo e repúdio à ação violenta da Polícia Militar. Eventos foram marcados pelas redes sociais em quase 30 cidades da Europa, Estados Unidos e América Latina.
As passagens de ônibus, metrô e trem da cidade de São Paulo passaram a custar R$ 3,20 no dia 2 de junho. A tarifa anterior, de R$ 3, vigorava desde janeiro de 2011.
Segundo a administração paulista, caso fosse feito o reajuste com base na inflação acumulada no período, aferido pelo IPC/Fipe, o valor chegaria a R$ 3,40. "O reajuste abaixo da inflação é um esforço da prefeitura para não onerar em excesso os passageiros", disse em nota.
O prefeito da capital havia declarado que o reajuste poderia ser menor caso o Congresso aprovasse a desoneração do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para o transporte público. A proposta foi aprovada, mas não houve manifestação da administração municipal sobre redução das tarifas.
Fonte: Terra.













***FRANCIS DE MELLO***